JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

quinta-feira, 3 de junho de 2010

VERSO DO POETA JANIO LEITE


Um rouxinol pendurado
Na algaroba se inclina
O rabo fica pra baixo
E a cabeça pra cima
Facilitando o poeta
Completar a sua rima

domingo, 30 de maio de 2010

FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS 2010 - PROGRAMAÇÃO




VERSOS E VERSÕES

Vim lhe dá meus parabéns
Seu blog tá arretado
com gente grande e de estirpe
poeta muito afamado
eu me tiro desse meio
pois fico até com receio
ou melhor, envergonhado


É questão de alguns instantes
expandir o seu "redil"
pois vendo seus visitantes
já já se chega nos 1000

(Felipe Jr.)

Poeta Felipe Junior
É grande minha alegria
Receber seus elogios
Me incentiva à cada dia
Defender nosso repente
A alma de nossa gente
A divina Poesia

(Josa Rabêlo)






A Nomarada de um amigo ligou pra ele dizendo que a caixinha de saudades dela tava vazia e, a pédidos , o poeta Janio Leite fez:


Você pode dizer que está vazia
Eu não sei por que tenta se enganar
Pois saudade é difícil de acabar
Não vai ser de uma noite para um dia
Pois o amor era forte que havia
Entre a gente, mas vi foi falsidade
Eu queria sentir só a metade
Da saudade que tu sente por eu
É que ela me serve de museu
Pra guardar meu romance de saudade



O meu peito ele hoje ta repleto
De tristeza, de dor e de carinho
Mas tristonho e carente vou sozinho
E o meu eu de saudades está completo
Sem ninguém pra viver sob meu teto
Procurei quem eu quis, mas na verdade
Esse alguém só queria era maldade
E pra mim nada disso me valeu
É que ela me serve de museu
Pra guardar meu romance de saudade

Mote: Mariana TeleS

Glosa: Janio Leite



Eu tentei te apagar do pensamento
Mas se tudo me lembra de você
Pois a mim o que resta é padecer
Aceitando em meu peito esse tormento
Pois só penso em você todo momento
E com isso eu só vivo judiado
Pois eu sei que não tenho ela ao meu lado
Vou tentar conviver com a realidade
Um pincel de lembrança é a saudade
De quem vive a imagem do passado


Mote: Renato Santos


Esse amor que acontece entre a gente
Só compete a nós dois e mais ninguém
Entre nós todo instante a paixão vem
Como chama de fogo bem ardente
Os carinhos trocados lentamente
O cochicho gostoso ao pé do ouvido
Se alguém sentir isso até duvido
Que não goste de amar e ser amado
Se amar escondido for pecado
Ninguém reze por mim que estou perdido

Mote: Heleno Louro
Glosa; Janio leite




SONETO DO POETA PAULO RABÊLO PARA SEU FILHO ANDRÉ


PARABÉNS A ANDRÉ, A MINHA VIDA


FAZ SENTIDO DEPOIS QUE TU NASCEU

E A MAGIA DO AMOR É PERCEBIDA

TODA VEZ QUE SE ENCONTRA, TU E EU



O AMOR POR UM FILHO É SEM MEDIDA

FOI EM VÃO QUEM TENTOU MEDIR O MEU

NO IMAGINÁRIO UM TRENA ESTENDIA

NO ESPAÇO INFINITO, MAS NÃO DEU



QUERO VER UM SORRISO NO TEU ROSTO

DIA VINTE É SÓ SEU, RIA A GOSTO

TE VER FELIZ É SOMENTE O QUE PRECISO



NEM ME LEMBRO SE UM DIA JÁ FOI TRISTE

APOSENTO OS TRAUMAS QUE EXISTE

NA MAGIA INFINITA DE UM SORRISO.







PAULO RABELO (20/08/2005)





NO PRIMEIRO ANO DE ANDRÉ, QUE COMPLETA ANO NO DIA 20 DE AGOSTO.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

VERSOS DE JANIO LEITE

O MONSTRO DA VIOLÊNCIA
ASSOMBRA A POMBA DA PAZ
Mote: Josa Rabêlo
Glosa: Janio Leite


Nós vemos diariamente
As cenas mais obscuras
Crimes, roubos e torturas
Assombrando nossa gente
Segurança ninguém sente
Vive com um medo voraz
O tempo de hoje traz
Um amanha sem decência
O monstro da violência
Assombra a pomba da paz


 Não se pode mais viver
Uma vida sossegada
Só se anda na calçada
Vendo a hora acontecer
Um crime sem perceber
E a justiça nada faz
Pra deter os marginais
Vivemos nesta carência
E o monstro da violência
Assombra a pomba da paz

De amor e paixão to padecendo
Carregando essa magoa em meu peito
Já tentei escapar de todo jeito
Quando penso que não, ta florescendo
Fica dentro do peito remuendo
Me deixando em bastante agonia
Se tornou companheira dia-a-dia 
Se alojou em meu eu e fez morada
A saudade insistente fez parada
No batente da minha moradia
                                          (Janio Leite)

terça-feira, 25 de maio de 2010

PEDRO FERNANDES


Daqui vejo um gerimum


Já molhado pela brisa

Meu pai suado na roça

No barro que mais deslisa

E o carrapicho agarrado

No remendo da camisa



Zé Viola



Essa imagem canaliza

o chafariz da emoção

sinto a torneira dos olhos

pingando lágrima no chão

cada pingo uma saudade

que eu sinto do meu sertão.



Pedro Fernandes

segunda-feira, 24 de maio de 2010

ZÉ VIOLA


Cantando com Valdir Teles, no Sítio Serrinha, falando nas saudades de outrora o poeta disse:

Daqui vejo um gerimum
Já molhado pela brisa
Meu pai suado na roça
No barro que mais deslisa
E o carrapicho agarrado
No remendo da camisa

sexta-feira, 21 de maio de 2010

DEUS É DEUS

Deus é Deus










é amigos temos que ter orgulho de ter um Deus assim .e adorar e glorificar é so o que ele nos pede..















DEPOIMENTO VERIDICO



Um jovem cumpriu o seu dever prestando serviço ao exército e era ridicularizado por ser cristão. Um dia, o seu superior a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão lhe pregou uma peça...

- Soldado Coelho, venha até aqui! - Pois não Senhor.

- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.

- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.

- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...

- Mas senhor, eu não sei dirigir!

- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração.

"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar.. Amém"

O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.

Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...

- O que houve gente? - perguntou o soldado.

- Nós queremos o teu Deus ,Coelho. Como fazemos para tê-lo? - respondeu o superior.

- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?

O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.

Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo não tinha nem motor!

DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.

SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM !!



Espere..No tempo de Deus (que não é o seu) aquilo que você tanto almeja ser-lhe-à dado.

Se você está passando por provas, não se desespere.

O Senhor está formando seu carater....e no tempo certo Ele lhes dará a vitória!! Amém..

ORAÇÃO FORTE

Deus tem visto suas Lutas!

Deus diz que elas estao chegando ao fim.

Uma bençao esta vindo em sua direçao.

enviem de coração...de forma livre... a quem seu coração te soprar!

DEUS É DEUS......

quarta-feira, 12 de maio de 2010

VAMOS ORAR UM POUQUINHO


Vamos orar rapidinho?




Hoje, Senhor, agradeço pela noite maravilhosa, pelo cobertor que me aqueceu, pelo meu alimento, por mais um dia de trabalho. E principalmente por mais um dia de vida. Abençoa, Senhor, meus amigos e inimigos, porque eles também precisam de Ti. Abençoa, Senhor, o meu amigo que está lendo esta mensagem agora, realize os seus sonhos, lhe dê a vitória que lhe é necessária, Amém!



Passe esta mensagem, bem depressinha, o máximo que você puder e, em instantes, muitas pessoas estarão orando por você.

Que ' DEUS ' abençoe a todos vocês!













Amém.

UM QUINTAL DE SAUDADES

Um quintal






Quando uma pessoa começa a melhorar de vida, pensa logo em comprar uma boa casa. E o que é uma boa casa? É preciso um jardim e uma piscina, imaginam os pais. Eles querem para as crianças uma infância saudável, com confortos que nunca tiveram, mas não pensam no principal: um quintal. Um quintal não precisa ser grande, e o chão deve ser de terra batida. Nele deve haver algumas árvores que não pareçam ter sido plantadas, mas sempre existido. Um abacateiro e uma goiabeira, de goiaba vermelha, são fundamentais. No fundo, um galinheiro tosco, com uma porta quebrada, para que as três ou quatro galinhas possam correr quando alguém quiser pegá-las. Nenhum computador levará uma criança ao deslumbramento que ela terá ao encontrar um ovo e segurá-lo, ainda quentinho. É o mistério da vida nas mãos dela, mais absoluto e mais simples do que qualquer livro de filosofia.




Um dia, a cozinheira avisa que vai matar uma galinha para o molho pardo. Os meninos pedem para ver a cena trágica; a mãe não quer, mas a empregada, acostumada, com o facão na mão, facilita. Se a galinha tiver dentro da barriga aquele monte de ovinhos, aí a lição de morte – e de vida – será ainda mais completa. E mais lições serão aprendidas quando alguém sugerir fazer uma peteca com as penas mais duras e algumas palhas de milho. Mas será que alguém sabe do que estou falando?



Voltando: esse quintal deve ser meio abandonado, mas muito limpo; duas vezes por dia a empregada, cantando bem alto, dá uma varrida. É importante também que haja um tanque para lavar o pé de alguma criança quando ela pisar descalça numa porcaria, e um varal com pregadores de roupa de madeira. Nesse lugar, não vai ter horta nem pomar organizado. Em compensação, é bom que exista do outro lado do muro uma enorme mangueira para que se possa praticar o melhor crime do mundo: roubar as frutas do vizinho. Nos fundos de um quintal, deve haver também uma touceira de bananeiras ou bambus e, claro, um adulto dizendo sempre para tomar cuidado, pois ali pode ter uma cobra. Não há infância que se preze sem medo de cobra. Quando as goiabas começam a crescer, fica todo mundo de olho até a primeira delas estar no ponto para ser arrancada e mordida ali mesmo, sem lavar. E que sensação terrível quando se vê o bicho da goiaba se mexendo. Aí, sem que ninguém precise dizer nada, você começa a aprender que a vida é assim: ou se compra uma goiaba bonita, mas sem gosto, ou se espera com paciência ela amadurecer no pé até desfrutar o supremo prazer de dar aquela dentada – com direito a bicho e tudo.



Mas o tempo voa. De repente você se sente só, abre o caderno de telefones e percebe sua pouca afinidade com os nomes que estão lá, que tem vivido uma vida que não tem nada a ver e começa a procurar um sentido para as coisas. Não encontra resposta, claro, mas um dia está no trânsito, vê um terreno baldio, se lembra daquele quintal no qual não pensa há anos e percebe que essa é a lembrança mais importante e mais feliz de sua vida. E passa a olhar o mundo com a superioridade de quem tem um tesouro guardado dentro do peito, mas ninguém sabe.



Danuza Leão é cronista, autora de vários livros, entre os quais Na Sala com Danuza 2 (ARX) e Quase Tudo (Cia. das Letras)