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JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
BBB
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
VERSOS DO POETA JANIO LEITE
Longe de ti eu não vivo
Eu apenas só vegeto
Meu eu só fica o projeto
Nem sei como eu sobrevivo
A vida me dar motivo
Pra deixar de lhe querer
Mas eu não posso viver
Longe da minha metade
Que a dor de minha saudade
É curada por você
Sua ausência me atormenta
O meu peito chora e sente
Desse amor que está ausente
A dor por ti só aumenta
Meu coração não agüenta
De paixão por ti sofrer
Minha vontade é lhe ter
Cheia de amor e vontade
Que a dor de minha saudade
É curada por você
Mote; Josa Rabêlo
Glosas: Janio Leite
Um amor que tentamos construir
E esse mesmo com o tempo teve fim
Pois senti sua distancia junto a mim
E não teve como juntos prosseguir
Se o destino não quis, pra quer seguir?
Com essa farça, onde nós nos machucamos
Se um ao outro não nos realizamos
Só nos resta chorar as nossas dores
A Saudade Passou Jogando Flores
No Velório Do Amor Que Assassinamos
Se tem culpa, não sei quem é culpado
Se um ao outro nós fomos aprendizes
Sofrimentos e dores são juízes
Desse fato entre a gente consumado
Hoje eu sei cada um foi pra seu lado
Só o tempo relata o que passamos
Passam dias, passam meses, passam anos
Mas não passam jamais nossos amores
A Saudade Passou Jogando Flores
No Velório Do Amor Que Assassinamos
Mote: Maciel Correia
Glosas: Janio Leite
Eu apenas só vegeto
Meu eu só fica o projeto
Nem sei como eu sobrevivo
A vida me dar motivo
Pra deixar de lhe querer
Mas eu não posso viver
Longe da minha metade
Que a dor de minha saudade
É curada por você
Sua ausência me atormenta
O meu peito chora e sente
Desse amor que está ausente
A dor por ti só aumenta
Meu coração não agüenta
De paixão por ti sofrer
Minha vontade é lhe ter
Cheia de amor e vontade
Que a dor de minha saudade
É curada por você
Mote; Josa Rabêlo
Glosas: Janio Leite
Um amor que tentamos construir
E esse mesmo com o tempo teve fim
Pois senti sua distancia junto a mim
E não teve como juntos prosseguir
Se o destino não quis, pra quer seguir?
Com essa farça, onde nós nos machucamos
Se um ao outro não nos realizamos
Só nos resta chorar as nossas dores
A Saudade Passou Jogando Flores
No Velório Do Amor Que Assassinamos
Se tem culpa, não sei quem é culpado
Se um ao outro nós fomos aprendizes
Sofrimentos e dores são juízes
Desse fato entre a gente consumado
Hoje eu sei cada um foi pra seu lado
Só o tempo relata o que passamos
Passam dias, passam meses, passam anos
Mas não passam jamais nossos amores
A Saudade Passou Jogando Flores
No Velório Do Amor Que Assassinamos
Mote: Maciel Correia
Glosas: Janio Leite
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
15 X 4 + 10 DE ANTONIO PESSOA
ANTONIO,
Parabéns para você
A sua idade aumenta
Dez de menino ruim
Mais dez qu’ não se lamenta,
Mais Dez de muito trabalho
Quarenta sem atrapalho
Parabéns pelos setenta.
São setenta já vividos
Com emoção e prazer
Pai, avó, amigo, esposo.
Muita alegria em viver,
Ao lado de sua esposa
A grande Lourdinha “Sôza”
Dona do seu bem querer
(Josa Rabêlo, 10/02/2011)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
FRASE DA SEMANA
"O Verdadeiro Amigo É Aquele Que Aparece Quando O Resto Do Mundo Desaparece"
(Autor Desconhecido)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
SONNHO DE SABIÁ - CANCÃO
Sonho de Sabiá ( Cancão)
Um sabiá diligente
Voou pela vastidão
Mas por inexperiente
Caiu em um alçapão.
Depois de aprisionado
Ficou mais martirizado
Pensando no seu filhinho.
Implume sem alimento
Exposto a chuva e ao vento
Sem poder sair do ninho
Deram-lhe por seu abrigo
Uma pequena gaiola
Num casebre de um mendigo
Que só comia de esmola.
Só vivia cochilando
Com certeza imaginando
Sua liberdade santa.
Ia cantar não podia
Que a sua voz se perdia
Logo ao sair da garganta
Tornou-se a pena cinzenta
No rigor do seu castigo
Na saleta fumarenta
Da casa do tal mendigo.
Triste sempre arrepiado
Neste viver desolado
Ia um mês. vinha outro mês,
Assim completou um ano
Sentindo seu desengano
Nunca cantou uma vez.
Depois uma tarde inteira
O pobre do passarinho
Sonhou que ia à palmeira
Onde tinha feito o ninho.
Olhava em frente às campinas
Via por traz das colinas
A natureza sorrindo.
Ao sentir a liberdade
Pensou ser realidade
Sem saber cantou dormindo.
Depois sonhou que voltava
A terra dos braunais
Por onde sempre cantava
Junto aos outros sabiás.
Voava nas ribanceiras
Pousava nas laranjeiras
Olhando o clarão do dia.
Voava através do monte
Voltava a beber na fonte
Que todas manhãs bebia.
No sonho via as favelas
Criadas nos carrascais
Voou baixo, pousou nelas,
Cantou os seus madrigais
Voltou, colheu os orvalhos,
Que gotejavam dos galhos
Dos frondosos jiquiris.
Alegre abria a plumagem
Pra receber a bafagem
Das manhãs do seu país.
Foi a terra dos palmares
Atravessou toda flora
Voou por todos lugares
Que tinha voado outrora.
Passou pelos mangueirais
Entre outros sabiás
Cantou sonora canção.
O seu som melodioso
Estava mais pesaroso
Devido a sua emoção.
Viu a vinda do inverno
Nos quadrantes da paisagem
Ouviu o sussurro terno
Do bulício da folhagem.
Cantou todo arrebol
O brilho morno do sol
Morrendo nos altos cumes.
Sentia quando cantava
Que seu coração chorava
Com mais tristeza e queixumes.
Sonhou catando sementes
Num campo vasto e risonho
Se sentia tão contente
Que sonhou que fosse um sonho.
Olhava pra vastidão
Tocava em seu coração
Um regozijo profundo
Todas delícias sentia
Às vezes lhe parecia
Vivendo fora do mundo.
Voou por entre os verdores
Atravessou as searas
Cantou pelos resplendores
Das manhãs frescas e claras.
Passou pelo campo vago
Bebeu das águas do lago
Posou sobre os arvoredos.
Entrou pelo bosque escuro
Aí sonhou um futuro
Tão triste que teve medo.
Depois sonhou que estava
Trancado em uma gaiola
Ouvindo alguém que cantava
Na porta pedindo esmola.
Ao despertar de momento
Reparou seu aposento
Ouviu falar o mendigo.
Fechou os olhos pensando
Sentiu seu íntimo chorando
No rigor do seu castigo.
Ainda em vão procurava
Sair daquela prisão
Seu olhar denunciava
Piedade e compaixão.
Ao pensar na liberdade
A mais pungente saudade
Devorava o peito seu
Assim o cantor da mata
Ferido da sorte ingrata
No outro dia morreu.
Uma cortesia do amigo: Josa Rabêlo
Um sabiá diligente
Voou pela vastidão
Mas por inexperiente
Caiu em um alçapão.
Depois de aprisionado
Ficou mais martirizado
Pensando no seu filhinho.
Implume sem alimento
Exposto a chuva e ao vento
Sem poder sair do ninho
Deram-lhe por seu abrigo
Uma pequena gaiola
Num casebre de um mendigo
Que só comia de esmola.
Só vivia cochilando
Com certeza imaginando
Sua liberdade santa.
Ia cantar não podia
Que a sua voz se perdia
Logo ao sair da garganta
Tornou-se a pena cinzenta
No rigor do seu castigo
Na saleta fumarenta
Da casa do tal mendigo.
Triste sempre arrepiado
Neste viver desolado
Ia um mês. vinha outro mês,
Assim completou um ano
Sentindo seu desengano
Nunca cantou uma vez.
Depois uma tarde inteira
O pobre do passarinho
Sonhou que ia à palmeira
Onde tinha feito o ninho.
Olhava em frente às campinas
Via por traz das colinas
A natureza sorrindo.
Ao sentir a liberdade
Pensou ser realidade
Sem saber cantou dormindo.
Depois sonhou que voltava
A terra dos braunais
Por onde sempre cantava
Junto aos outros sabiás.
Voava nas ribanceiras
Pousava nas laranjeiras
Olhando o clarão do dia.
Voava através do monte
Voltava a beber na fonte
Que todas manhãs bebia.
No sonho via as favelas
Criadas nos carrascais
Voou baixo, pousou nelas,
Cantou os seus madrigais
Voltou, colheu os orvalhos,
Que gotejavam dos galhos
Dos frondosos jiquiris.
Alegre abria a plumagem
Pra receber a bafagem
Das manhãs do seu país.
Foi a terra dos palmares
Atravessou toda flora
Voou por todos lugares
Que tinha voado outrora.
Passou pelos mangueirais
Entre outros sabiás
Cantou sonora canção.
O seu som melodioso
Estava mais pesaroso
Devido a sua emoção.
Viu a vinda do inverno
Nos quadrantes da paisagem
Ouviu o sussurro terno
Do bulício da folhagem.
Cantou todo arrebol
O brilho morno do sol
Morrendo nos altos cumes.
Sentia quando cantava
Que seu coração chorava
Com mais tristeza e queixumes.
Sonhou catando sementes
Num campo vasto e risonho
Se sentia tão contente
Que sonhou que fosse um sonho.
Olhava pra vastidão
Tocava em seu coração
Um regozijo profundo
Todas delícias sentia
Às vezes lhe parecia
Vivendo fora do mundo.
Voou por entre os verdores
Atravessou as searas
Cantou pelos resplendores
Das manhãs frescas e claras.
Passou pelo campo vago
Bebeu das águas do lago
Posou sobre os arvoredos.
Entrou pelo bosque escuro
Aí sonhou um futuro
Tão triste que teve medo.
Depois sonhou que estava
Trancado em uma gaiola
Ouvindo alguém que cantava
Na porta pedindo esmola.
Ao despertar de momento
Reparou seu aposento
Ouviu falar o mendigo.
Fechou os olhos pensando
Sentiu seu íntimo chorando
No rigor do seu castigo.
Ainda em vão procurava
Sair daquela prisão
Seu olhar denunciava
Piedade e compaixão.
Ao pensar na liberdade
A mais pungente saudade
Devorava o peito seu
Assim o cantor da mata
Ferido da sorte ingrata
No outro dia morreu.
Uma cortesia do amigo: Josa Rabêlo
ASSIM MESMO
Assim mesmo...
Madre Tereza de Calcutá
Muitas vezes as pessoas são egocêntricas,
ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.
ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-la de
egoísta, interesseira.
Seja gentil assim mesmo.
egoísta, interesseira.
Seja gentil assim mesmo.
Se você é vencedora, terá alguns falsos
amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.
amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.
Se você é honesta e franca,as pessoas
podem enganá-la.
Seja honesta e franca assim mesmo.
podem enganá-la.
Seja honesta e franca assim mesmo.
O que você levou anos para construir,
alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.
alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.
O bem que você faz hoje pode
ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.
ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor
de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.
de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.
Veja você que, no final das contas,
é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e as outras pessoas.
é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e as outras pessoas.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
1 º BALAIO CULTURAL EM TUPARETAMA
LANÇAMENTO DOS LIVROS:
MEU QUARTO BAÚ DE RIMAS - Dedé Monteiro
VIDA E VERSOS - Gonga Monteiro
DEDÉ & GONGA MONTEIRO
Dois Livros, Dois Irmãos
Amores que se completa
A Poesia Celebra
Esta data Tão Dileta
Celebra o Mundo Inteiro,
A Conquista dos Monteiro
E a Inspiração de Poeta
(Josa Rabêlo)
(Josa Rabêlo)
O 1º balaio de Cultural de Tuparetama foi realizado neste sábado, dia 05/02/2011, no Espaço Cultural da Academia das Cidades, junto com o Lançamento dos Livros de Dedé Monteiro e Gonga Monteiro.
O Evento foi acompanhado por Centenas de Pessoas, Poetas, Artistas, Músicos, Compositores e Apologistas:
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| FAMÍLIA RABÊLO MARCANDO PRESENÇA |
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| POETAS LIMA JR. E RICARDO MOURA, FAMÍLIA RABÊLO, KLEBER GOMES, ESPOSA E FILHA |
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| GEANE & INALDO CALÇADOS, VEREADOR SÁVIO PESSOA, DENILSON NUNES, PAULO MANU E ESPOSA, DEDÉ E BETA MONTEIRO |
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| COMADRE ANDRÉIA E COMPADRE KLEBER, PROFª ANDRIANA VALDEVINO |
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| MAURO BERNARDO, PROFº GUILÉ RABELO, PEDRO PETRÔNIO, TATIANA RABELO E O POETA MATHEUS RABELO |
Na oportunidade tivemos os recitais de diversos poetas, que abrilhantaram e engradeceram o evento:
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| DEDÉ & GONGA MONTEIRO |
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| MÚSICO ULISSES MONTEIRO ÁCIMA, ABAIXO, DEDÉ & GONGA MONTEIRO |
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| FERNANDO MARQUES COM ULISSESD MONTEIRO, POETA LIMA JR, POETA ZÉ DE MARIANO À ESQUERDA |
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| POETA MATHEUS RABELO ÀCIMA E ABAIXO POETA LIMA JR |
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| POETA, APRESENTADOR E VEREADOR FELIZARDO MOURA ÁCIMA E ABAIXO OS MESTRES DE CERIMÔNIA POETAS: DUDU MARINHO E MARIANA TELES |
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| ÀCIMA: POETISAS DE ITAPETIM, ABAIXO A SOBRINHA DE FERNANDO MARQUES |
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| POETA PAULO MONTEIRO E O MUSÍCO E POETA GALEGO DO PAJEÚ |
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| APOLOGISTA INÁCIA DA FARMÁCIA, 1ª DAMA RAQUEL TORRES, PREFEITO SÁVIO TORRES E VICE PREFEITO ROMERRO PERAZZO ÀCIMA, ABAIXO: POETA NENÉM PATRIOTA E O DIRETOR DA GAZETA FM |
O Evento que teve o apoio da Prefeitura Municipal , casa da Cultural, e radios Bom Jesus FM e Tupã FM, foi um Grande Sucesso e foi dado um passo Histórico na Cultura de Tuparetama, com os Promotores do Evento: Fernando Marques e Tarcio José da Casa da Cultura, fazendo o compromisso de realizar, pelo menos, uma vez por mês o Balaio Cultural em Tuparerama.
Postado por Josa Rabêlo, em 06/02/2011, às 01:02H.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
ANIVERSÁRIO DE 31 ANOS DE KLEBER GOMES
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| SAI PRA LÁ, O BOLO É SÓ MEU, RSRSRSRSR |
| KLEBER GOMES, ANIVERSARIANTE DO DIA! |
O Aniversário de Kleber
Foi Repleto de Alegria
Dois Cantores Inspirados
Momentos de Nostalgia
Muita Montilla e Pitú
E Um Vate do Pajeú
Declamando Poesia
(Josa Rabêlo)
Poeta Marquinhos da Serrinha
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| JANIO LEITE EM 4 TEMPOS |
| O TRIO - JANIO LEITE, JOSA RABÊLO, FRED JUCÁ E UM RECADO ÀCIMA | NADA CONVIDATIVO! |
MEU CORAÇÃO MAGOADO
TENTANDO MATAR A SEDE
ESCUNTANDO ESSAS CANÇÕES
DO FILHO DE ZÉ DA REDE
FICOU MAIS DESCONFIADO
COM A MENSAGEM DA PAREDE
(Marquinhos da Serrinha)
| HERCULES NUNES, FILHO DE ZÉ DA REDE |
MOMENTOS DE DESCONTRAÇÃO, ALEGRIA, INSPIRAÇÃO, EMOÇÃO E POESIA!
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| POETA MARQUINHOS DA SERRINHA, KLBER GOMES E FRED JUCÁ |
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| POETA MARQUINHOS DA SERRINHA EM 4D, FRE JUCÁ E O ANIVERSARIANTE DO DIA KLEBER GOMES |
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| HÉRCULES NUNES EM 4D |
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| HÉRCULES NUNES EM 4D II |
HÉRCULES NUNES NO NÍVER DE KLEBER GOMES
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| KLEBER GOMES EM 4D COM A ESPOSA NARA VERÔNICA |
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| POETA E VAQUEIRO JANIO LEITE EM 4D |
FRED JUCÁ, O GARGANTA DE OURO EM 4D COM AMIGOS
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| HAJA MÚSICA, HAJA CANA, HAJA AMIGOS, HAJA ALEGRIA, OBG.: MEU DEUS! |
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| HÉRCULES NUNES EM QUATRO FLASHS DE INSPIRAÇÃO E MUSICAS DE QUALIDADE QUE TOCAM O NOSSO CORAÇÃO! |
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| JOSA RABÊLO COM JANIO LEITE E FRED JUCÁ EM 4D |
MOMENTOS TÃO MARCANTES DE NÓS TODOS, É COISA MUITO GRANDE PRA ESQUECER!
OBRIGADO MEU DEUS!
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