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JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO
domingo, 30 de junho de 2013
LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!
POETA DA SEMANA
Sou um eterno aprendiz
Fã de Dedé, de Diniz,
E Louro do Pajeú...
De verso e boi ando atrás
Usando ou não o Morais
Sou simplesmente Dudu.
Tabira-PE
Outra bebida me atrasa
por isso eu fico distante
Prefiro refrigerante
Com carne assada na brasa
tudo isso me dá asa
meu pensamento decola
Fiz desse vício uma escola
Na qual me matriculei
Depois que me viciei
num copo de coca cola
Gostei logo de início
quando provei a danada
"tumei" ela bem gelada
pra alimentar o vício
pra eu largar da difícil
porque mulher só da bola
pro "caba" que desenrola
boa lábia e compromisso
e eu faço tudo isso
num copo de coca cola
depois que eu tomo o primeiro
viajo pra outro mundo
aí eu tomo o segundo
e em seguida o terceiro
pensando que "tou" solteiro
mancho de batom a gola
a mulher se descontrola
e eu me faço de inocente
mas apanho consciente
num copo de cola cola
a bebedeira não pára
porque da coca eu preciso
só no dia que eu tô liso
eu paro de encher a cara
como é coisa rara
eu ficar liso de esmola
eu "desenbaio" a viola
canto verso dia inteiro
arrecadando dinheiro
pra um copo de coca cola
com dinheiro embolsado
me destino para o bar
e por sorte ou por azar
senta uma turma do lado
e uma moça de namorado
que o mesmo não lhe consola
pois o assunto ou é bola
ou que bebe desde sexta
e eu com essa cara de besta
num copo de coca cola
eu não critico a cachaça
cada um faz o que quer
mas por ser fã de mulher
eu num bebo essa desgraça
pois uma mulher que passa
maquiagem põe argola
não quer ter na sua cola
um cabra de tola cheia
se agarra até com o mais feio
mas que bebeu coca cola
diante tanta vantagem
eu vivo assim sossegado
por nem viver ressacado
nem conversando bobagem
bebo só conta pabulagem
que é rico tem corolla
que já passou na degola
e que já bebeu mil venenos
mas, se eu mentir e bem menos
num copo de coca cola.
Dudu Morais poeta Tabirense.
FILME DA SEMANA
Irmão Sol, Irmã Lua
Sinopse:
A trajetória da vida de São Francisco de Assis (Graham Faulkner), que
quando jovem era filho de comerciantes ricos e desfrutava de vinho,
mulheres e canções sem ter nenhuma preocupação. Quando a guerra e a
doença assolam a região onde vive, ele sofre uma grande transformação.
Ao aparecer diante do bispo local e tirar suas roupas renuncia sua vida
prévia para se dedicar a Deus. Mas sua pregação só iria chegar ao ápice
ao ir para Roma, para ter uma audiência com o papa Inocêncio III (Alec
Guinness).
FRASE DA SEMANA
"Cada um recebe de acordo com o que
dá. Se você der ódios e indiferenças, há de recebê-los de volta. Mas se
der atenção e carinho, há de ver-se cercado de afeto e amor".
(Desconhecido)
RECEITA DA SEMANA
Arroz de Forno à Parmegiana
Ingredientes:
- 2 xícaras de arroz
- 2 tabletes de caldo de galinha
- 2 ovos
- 3 colheres de sopa de queijo ralado
- 100 g de presunto picado
- 100 g de mussarela picada
- 1 colher de extrato de tomate
- 3 tomates sem pele
Modo de Preparo:
- Bata no liquidificador o extrato e os tomates, com um pouco de água e um tablete de caldo de galinha dissolvido em um pouquinho de água quente
- Cozinhe o arroz com 1 tablete de caldo e 4 xícaras de água por 15 minutos
- Bata os ovos, queijo ralado, o presunto e a mussarela misture com o arroz
- Coloque num refratário com o molho forrando a forma e cobrindo com ele
- Leve ao forno quente a 180 °C por 10 a 15 minutos
domingo, 23 de junho de 2013
POETA DA SEMANA
JANSEN FILHO
Miguel
JANSEN FILHO: Nasceu no dia 1º de maio de 1925, na cidade de Monteiro,
Estado da Paraíba e faleceu em São Paulo, no dia 18 de julho de 1994;
filho de Miguel Jansen de Paiva Pinto e D. Maria Virgem de Paiva Pinto.
Iniciou o curso primário em Monteiro, no Grupo Escolar Miguel Santa
Cruz, concluindo no Colégio Olegário Barros, em Taubaté, São Paulo,
cursando, também, aí, no secundário, formando-se em Ciências Jurídicas e
Sociais pela Faculdade de Direito das Faculdades Metropolitanas Unidas
de São Paulo. Jansen Filho começou a fazer versos, ainda criança, em
Monteiro, influenciado pela presença dos violeiros e repentistas que
freqüentavam as feiras livres do interior.
Deixando o sertão, estabeleceu-se no Rio de Janeiro e, lá, qual um trovador medieval, era convidado a declamar as suas poesias nas mais nobres residências da Cidade Maravilhosa, sendo aplaudido e admirado por todos. Recebeu o título de Cidadão Honorário da Cidade de São José dos Campos; Membro Benemérito da Academia de Letras da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, de São Paulo; Troféu da Academia Paraibana de Poesia, de João Pessoa; homenageado com a criação do Grêmio Literário Jansen Filho, do Lyceu Paraibano; Membro da Academia Joseense de Letras de São José dos Campos, entre outros títulos e honrarias.
Deixando o sertão, estabeleceu-se no Rio de Janeiro e, lá, qual um trovador medieval, era convidado a declamar as suas poesias nas mais nobres residências da Cidade Maravilhosa, sendo aplaudido e admirado por todos. Recebeu o título de Cidadão Honorário da Cidade de São José dos Campos; Membro Benemérito da Academia de Letras da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, de São Paulo; Troféu da Academia Paraibana de Poesia, de João Pessoa; homenageado com a criação do Grêmio Literário Jansen Filho, do Lyceu Paraibano; Membro da Academia Joseense de Letras de São José dos Campos, entre outros títulos e honrarias.
De quando eu era menino
E saia sem destino
À procura de brinquedo?...
Papai ficava escrevendo
E toda vez que eu saia
Você sempre me dizia:
"Não demore! Volte cedo!"
E quando eu deixava a mesa,
Ia em direção à sala,
Escutava a sua fala:
"Meu relógio nunca atrasa!"
E para mim se voltando
Dizia, depois da ceia:
"O mais tardar: sete e meia
Você tem que estar em casa!"
Eu saia como o vento,
Correndo pelas calçadas,
Brincando com os camaradas
Sem passado e sem porvir!
Faltando cinco minutos
A brincadeira acabava
E às sete e meia eu voltava
Para rezar e dormir...
À beira da minha cama
Você, mamãe, se sentava
E tranqüila me ensinava
Padre Nosso... Ave Maria...
Depois lhe pedia a benção,
Pedia a papai também,
Sem falar mais com ninguém
Fechava os olhos e dormia...
Fui crescendo! Fui crescendo!
E quando mudei de idade
Morreu a tranqüilidade
Do menino inexperiente!
Com a carta de A. B. C.
Um lápis, uma sacola,
Você me pôs numa escola
- Outro mundo diferente!
Mas um dia, a Professora
Me bateu!... Não sei porque!
Minha carta de A. B. C.
Lhe atirei de encontro ao rosto!
E você sabendo disso
Caiu prostrada num canto!
Seu sofrimento foi tanto,
Quase morreu de desgosto!
Lá me fui para outra escola!
Aquela não me aceitava!...
- Dona Faninha me odiava!
Pobre velha sofredora!
Hoje dou graças a Deus
Por algo ter aprendido
E viver arrependido
Do que fiz com a Professora!
Um dia, Você, Mamãe,
Me mandou comprar o pão.
Depois que cuspiu no chão
Disse: "Volte num segundo!"
"E se esse cuspo secar
E eu perceber sua ausência,
Fique certo - a penitência
Será a maior do mundo!"
Sai sem nenhum temor,
Não fiz caso da ameaça,
Fiquei correndo na praça,
Esquecendo o meu dever...
Mas quando cheguei em casa
Você me bateu à bessa...
Se papai não vem depressa,
Não parava de bater!...
Então corri como um louco,
Saltei a porta da frente!
Chovia torrencialmente
E ante o temporal fechado
Sai numa disparada,
Blasfemei enquanto pude
Gritando: vou para o açude
Para morrer afogado!
Nossos bondosos vizinhos
Entraram na noite escura,
Todos à minha procura
Sem saber onde eu estava!
Mas depois que me encontraram
Foi aquela romaria:
O povo todo sorria!
Só Você, Mamãe, chorava!...
Me bateu!... Não sei porque!
Minha carta de A. B. C.
Lhe atirei de encontro ao rosto!
E você sabendo disso
Caiu prostrada num canto!
Seu sofrimento foi tanto,
Quase morreu de desgosto!
Lá me fui para outra escola!
Aquela não me aceitava!...
- Dona Faninha me odiava!
Pobre velha sofredora!
Hoje dou graças a Deus
Por algo ter aprendido
E viver arrependido
Do que fiz com a Professora!
Um dia, Você, Mamãe,
Me mandou comprar o pão.
Depois que cuspiu no chão
Disse: "Volte num segundo!"
"E se esse cuspo secar
E eu perceber sua ausência,
Fique certo - a penitência
Será a maior do mundo!"
Sai sem nenhum temor,
Não fiz caso da ameaça,
Fiquei correndo na praça,
Esquecendo o meu dever...
Mas quando cheguei em casa
Você me bateu à bessa...
Se papai não vem depressa,
Não parava de bater!...
Então corri como um louco,
Saltei a porta da frente!
Chovia torrencialmente
E ante o temporal fechado
Sai numa disparada,
Blasfemei enquanto pude
Gritando: vou para o açude
Para morrer afogado!
Nossos bondosos vizinhos
Entraram na noite escura,
Todos à minha procura
Sem saber onde eu estava!
Mas depois que me encontraram
Foi aquela romaria:
O povo todo sorria!
Só Você, Mamãe, chorava!...
Hoje que o tempo passou
E eu acordei para a vida,
É que sei, mamãe querida
Os erros que pratiquei!...
Você bem sabe, Mamãe,
Que eu fui um menino horrível
Pela série indescritível
Dos desgostos que lhe dei!
Ajoelho-me ante a distância
Para lhe pedir perdão
E dizer de coração:
SEU FILHO SE ARREPENDEU!
Arrependi-me mamãe
De tudo ter praticado.
Porisso odeio o passado
Só porque você sofreu!...
Mas a mamãe carinhosa,
amiga, fraterna e boa,
Ama, castiga, perdoa,
Faz o que você me fez!
Se eu voltasse à minha infância
Seria feliz porque
Estou certo que você
Me perdoaria outra vez!
Jansen Filho
Do livro: "Poemas de Jansen Filho", Irmãos Pongetti Editores, 1959, RJ
E eu acordei para a vida,
É que sei, mamãe querida
Os erros que pratiquei!...
Você bem sabe, Mamãe,
Que eu fui um menino horrível
Pela série indescritível
Dos desgostos que lhe dei!
Ajoelho-me ante a distância
Para lhe pedir perdão
E dizer de coração:
SEU FILHO SE ARREPENDEU!
Arrependi-me mamãe
De tudo ter praticado.
Porisso odeio o passado
Só porque você sofreu!...
Mas a mamãe carinhosa,
amiga, fraterna e boa,
Ama, castiga, perdoa,
Faz o que você me fez!
Se eu voltasse à minha infância
Seria feliz porque
Estou certo que você
Me perdoaria outra vez!
Jansen Filho
Do livro: "Poemas de Jansen Filho", Irmãos Pongetti Editores, 1959, RJ
FILME DA SEMANA
ESCRITORES DA LIBERDADE
SINOPSE DO FILME ESCRITORES DA LIBERDADE
Hilary Swank, duas vezes premiada com o Oscar® (Melhor Atriz,
Meninos Não Choram, 1999 e Menina de Ouro, 2004), estrela esta
instigante história de garotos pobres, criados no meio de tiroteios e
agressividade, e a professora que oferece o que eles mais precisam: uma
voz própria. Quando vai parar numa escola corrompida pela violência e
tensão racial, a professora Erin Gruwell combate
um sistema deficiente, lutando para que a sala de aula faça a diferença
na vida dos estudantes. Agora, contando suas próprias histórias, e
ouvindo as dos outros, uma turma de adolescentes supostamente indomáveis
vai descobrir o poder da tolerância, recuperar suas vidas desfeitas e
mudar seu mundo. Com eletrizantes performances de um elenco de astros,
incluindo Patrick Dempsey - ganhador do Globo de Ouro® de Melhor Ator de
Série Dramática de Televisão, Grey´s Anatomy, 2006, 2007 - e o astro
Mario, Escritores da Liberdade é baseado no aclamado best-seller O Diário dos Escritores da Liberdade.
FRASE DA SEMANA
"É muito triste quando se é rico, bonito e sensual e aí vem o despertador e acaba com tudo".
(Desconhecido)
BOLO DE PAMONHA
Um bolo de pamonha cremoso, receita diferente e unica. Muito simples de fazer e gostoso de comer. Bom Apetite!!
Receita Bolo de Pamonha Cremosooo.
Ingredientes:
- 2 xícaras de milho verde
- 2 xícaras de açúcar
- 1 xícara de leite
- 1 lata de leite de coco
- 4 colheres de sopa de queijo ralado
- 4 colheres de sopa de margarina
- 4 colheres de sopa de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 5 ovos
Como Fazer:
- Bata tudo no liquidificador e em seguida acrescente o fermento em pó
- Leve ao forno por 40 minutos
- Pronto, só esperar esfriar e servir
quinta-feira, 20 de junho de 2013
VAMOS BRASIL, ACORDA BRASIL!!!!
MOVIMENTO ACORDA BRASIL!!
As manifestações,pacíficas, que estão acontecendo no Brasil, NADA MAIS É DO QUE A IMENSA INSATISFAÇÃO DO POVO BRASILEIRO COM OS POLÍTICOS.
Temos que ir às rua sim, proTestar e exigir, DE FOR MA PACÍFICA, UMA REFORMA POLÍTICA AMPLA E URGENTE, pois de nada adianta algumas conquistas se o SISTEMA CONTINUA O MESMO: Políticos com os privilégio e poderes que tem hoje: Professores sendo "massacrados" nos seus salários; patrocinadores financeiros de campanhas mandando mais que governantes; pouca gente ganhando muito e muita gente ganhando pouco;a insdústria da seca fomentando a campanha política dos inescrupulosos; longas filas de espera nos hospitais públicos; uma barragem ficar mais de 72 anos para ser feita (CACHOEIRINHA) e o povo ser enganado e deixar-se ser enganado à cada eleição; colocar 20 mil homens pra terminar um estádio de futebol e dizer que uma Barragem (CACHOEIRINHA) precisa de 2,5 anos para ser concluída;A CDH aprovar uma lei dizendo que ser Gay é doença; Ter o maior celeiro de produção do Brasil e dos maiores do mundo, O NORDESTE, e não investir, esperar o ciclo Sazonal da seca pra obter vantagens políticas nas eleições; A secular transposição andar a passos de tartaruga e puxando um porco; funcionários da saúde, em PE, recebendo menos de R$1.000,00 com mais de 22 anos de serviços... É por essas e outras que continuo coma minha luta UTÓPICA: VAMOS ZERAR OS BOLETINS DE URNAS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
(JOSA RABELO)
MEU BRASIL BRASILEIRO!!
O meu Brasil brasileiro!
É um país diferente
Aonde o povo carente
Não tem acesso a dinheiro
Onde o político é herdeiro
Dos erários da Nação.
Enquanto para o povão
Em geral, de sul a norte
Falta saúde e transporte
Segurança e educação.
Brasil de um povo modesto
Que trabalha e ganha pouco
Sem ter direito a tampouco
Reclamar, fazer protesto.
Pois se qualquer manifesto
Tentar fazer é barrado.
Se insistir é trucidado
Por forças policiais
Torturado, e ainda mais
Vai preso é processado
Brasil onde o professor
Tem um ganho miserável
Sem direito a vida estável
É negado o seu valor.
Tem que cumprir a rigor
A carga que lhe é imposta
Se, elabora uma proposta
Pra que haja melhoria
Se acaso alguém avalia!
Sequer lhe dão a resposta
Brasil onde os médicos nossos
Recebem pouco demais
Falta leito, e os hospitais
Transformados em destroços
Mesmo com grandes esforços
Não consegue atender bem
Nos seus estoques não tem
O básico, em equipamentos
Cirúrgicos, e medicamentos.
Não pode curar ninguém.
O Brasil aonde as salas
De aula mal conservadas
Se encontram sucateadas
Sem verbas pra concertá-las
Sem poder cumprir escalas
Fica incompleta a agenda
A cantina sem merenda
Alunos sem assistência
Por conta da imprudência
Do que distribui a renda
Brasil onde em segurança
Não se faz investimento
Polícia sem armamento
Enquanto o bandido avança
Vai provocando matança
Na favela pisa fundo.
Quando prende um vagabundo
Cometendo atrocidade
Diz: eu sou menor de idade
Logo é solto e ganha o mundo
Aqui são bem conhecidos
Velhos políticos ladrões
Que promovem “mensalões”
Explorando os oprimidos
Porém, são favorecidos
Pelas leis frágeis de mais
Que de formas desiguais
Entre a elite e a plebe
Só o “trouxa” não percebe
As manobras ilegais
Esse é o Brasil que estará
Recebendo as seleções
De tantas outras nações
Que estarão vindo pra cá.
Nosso povo ao Deus dará
Sente esse golpe profundo
E um sentimento iracundo
De tão grande nem se mede
De pensar! Somos a sede!
Da próxima copa do mundo
Isso gera um alto custo
Chega a casa dos bilhões
Um castelo de ilusões
Desnecessário e injusto
Um gasto imenso, robusto
Consome o que não se tem
Ficando a gente ao desdém
Só com o pires na mão
Sofrendo desolação
Com a infeliz manobra.
Falta dinheiro pra obra
Da nossa transposição
Depois que a copa acabar
Sobrarão só os estádios
Servindo como paládios
De um debito vil pra saldar
Portanto, vamos mostrar
Um perfil que não detemos.
Nós brasileiros sabemos
O sufoco que passamos
E esse peso que pegamos
É maior do que podemos.
No nosso Brasil real
Que tem poucos abastados
E milhões de flagelados
Essa copa é imoral
Sediar um mundial!
Não sei como o Brasil topa?
Sendo na Ásia ou Europa
Não é bem alvissareiro.
Mas... Meu Brasil brasileiro!
Já é o país da copa.
E viva o Brasil!!!!
Carlos Aires 19/06/2013
As manifestações,pacíficas, que estão acontecendo no Brasil, NADA MAIS É DO QUE A IMENSA INSATISFAÇÃO DO POVO BRASILEIRO COM OS POLÍTICOS.
Temos que ir às rua sim, proTestar e exigir, DE FOR MA PACÍFICA, UMA REFORMA POLÍTICA AMPLA E URGENTE, pois de nada adianta algumas conquistas se o SISTEMA CONTINUA O MESMO: Políticos com os privilégio e poderes que tem hoje: Professores sendo "massacrados" nos seus salários; patrocinadores financeiros de campanhas mandando mais que governantes; pouca gente ganhando muito e muita gente ganhando pouco;a insdústria da seca fomentando a campanha política dos inescrupulosos; longas filas de espera nos hospitais públicos; uma barragem ficar mais de 72 anos para ser feita (CACHOEIRINHA) e o povo ser enganado e deixar-se ser enganado à cada eleição; colocar 20 mil homens pra terminar um estádio de futebol e dizer que uma Barragem (CACHOEIRINHA) precisa de 2,5 anos para ser concluída;A CDH aprovar uma lei dizendo que ser Gay é doença; Ter o maior celeiro de produção do Brasil e dos maiores do mundo, O NORDESTE, e não investir, esperar o ciclo Sazonal da seca pra obter vantagens políticas nas eleições; A secular transposição andar a passos de tartaruga e puxando um porco; funcionários da saúde, em PE, recebendo menos de R$1.000,00 com mais de 22 anos de serviços... É por essas e outras que continuo coma minha luta UTÓPICA: VAMOS ZERAR OS BOLETINS DE URNAS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
(JOSA RABELO)
MEU BRASIL BRASILEIRO!!
O meu Brasil brasileiro!
É um país diferente
Aonde o povo carente
Não tem acesso a dinheiro
Onde o político é herdeiro
Dos erários da Nação.
Enquanto para o povão
Em geral, de sul a norte
Falta saúde e transporte
Segurança e educação.
Brasil de um povo modesto
Que trabalha e ganha pouco
Sem ter direito a tampouco
Reclamar, fazer protesto.
Pois se qualquer manifesto
Tentar fazer é barrado.
Se insistir é trucidado
Por forças policiais
Torturado, e ainda mais
Vai preso é processado
Brasil onde o professor
Tem um ganho miserável
Sem direito a vida estável
É negado o seu valor.
Tem que cumprir a rigor
A carga que lhe é imposta
Se, elabora uma proposta
Pra que haja melhoria
Se acaso alguém avalia!
Sequer lhe dão a resposta
Brasil onde os médicos nossos
Recebem pouco demais
Falta leito, e os hospitais
Transformados em destroços
Mesmo com grandes esforços
Não consegue atender bem
Nos seus estoques não tem
O básico, em equipamentos
Cirúrgicos, e medicamentos.
Não pode curar ninguém.
O Brasil aonde as salas
De aula mal conservadas
Se encontram sucateadas
Sem verbas pra concertá-las
Sem poder cumprir escalas
Fica incompleta a agenda
A cantina sem merenda
Alunos sem assistência
Por conta da imprudência
Do que distribui a renda
Brasil onde em segurança
Não se faz investimento
Polícia sem armamento
Enquanto o bandido avança
Vai provocando matança
Na favela pisa fundo.
Quando prende um vagabundo
Cometendo atrocidade
Diz: eu sou menor de idade
Logo é solto e ganha o mundo
Aqui são bem conhecidos
Velhos políticos ladrões
Que promovem “mensalões”
Explorando os oprimidos
Porém, são favorecidos
Pelas leis frágeis de mais
Que de formas desiguais
Entre a elite e a plebe
Só o “trouxa” não percebe
As manobras ilegais
Esse é o Brasil que estará
Recebendo as seleções
De tantas outras nações
Que estarão vindo pra cá.
Nosso povo ao Deus dará
Sente esse golpe profundo
E um sentimento iracundo
De tão grande nem se mede
De pensar! Somos a sede!
Da próxima copa do mundo
Isso gera um alto custo
Chega a casa dos bilhões
Um castelo de ilusões
Desnecessário e injusto
Um gasto imenso, robusto
Consome o que não se tem
Ficando a gente ao desdém
Só com o pires na mão
Sofrendo desolação
Com a infeliz manobra.
Falta dinheiro pra obra
Da nossa transposição
Depois que a copa acabar
Sobrarão só os estádios
Servindo como paládios
De um debito vil pra saldar
Portanto, vamos mostrar
Um perfil que não detemos.
Nós brasileiros sabemos
O sufoco que passamos
E esse peso que pegamos
É maior do que podemos.
No nosso Brasil real
Que tem poucos abastados
E milhões de flagelados
Essa copa é imoral
Sediar um mundial!
Não sei como o Brasil topa?
Sendo na Ásia ou Europa
Não é bem alvissareiro.
Mas... Meu Brasil brasileiro!
Já é o país da copa.
E viva o Brasil!!!!
Carlos Aires 19/06/2013
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