JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

LINDA HOMENAGEM!!!!!


Materna Lembrança

À minha saudosa mãe Rita Leite

Mergulhei sobre o lírio da lembrança
De mamãe exalando a flor do riso
Vi na pétala do rosto um paraíso
Perfumando minha alma de criança.
No seu cálice brotava a esperança
Onde a sépala da flor da inocência
Protegia o meu grão de existência
Num jardim colorido, bem risonho,
Onde o pólen da vida mostra o sonho
Germinando o fulgor da consciência.

Tomei banhos nos pingos dos orvalhos
Que mamãe derramava do seu rosto
Parecia o luar do mês de agosto
Com reflexos nas flores dos carvalhos.
Suas mãos para mim eram os galhos
Estendidos, fazendo mil carinhos,
E mostrando nos campos os caminhos
Onde a vida se faz com liberdade
Entre as plumas sedosas da verdade
Como as aves guardando os seus ninhos.

Sobre o bosque materno dei mil passos
Vendo a flor de mamãe em cada planta
Sua essência mostrava uma santa
Perfumando meu ser com mil abraços.
Os seus braços pra mim foram os laços
Confortando o meu corpo inocente;
Do seu peito brotava uma semente
Sobre a forma singela do amor
Perfumando minha alma com fulgor
Me mostrando uma luz para ser gente.

Lindos sonhos trazidos da lembrança
Hoje os tenho guardados sob a mente
De mamãe que se faz sempre presente
Ofertando o seu riso numa dança.
O seu mundo, eu tenho como herança,
Que me guia no bosque da bondade,
Sua luz de amor sempre me invade
Clareando os recantos do meu peito
Onde o sol do seu riso é um enfeito
Que me cobre com luzes da verdade.

Gilmar Leite,

BALAIO CULTURAL

ACONTECEU NO ÚLTIMO BALAIO CULTURAL EM HOMENAGEM AO PROFESSOR, ADVOGADO E POETA JOSÉ RABELO DE VASCONCELOS



POETA DA SEMANA

Edmilson Ferreira e Raimundo Nonato
 

Edmilson Ferreira
Nós dois viemos munidos
de viola pra tocar,
mas quando o cérebro constrói
um verso pra se cantar,
nós tiramos da cabeça
e arremessamos ao mar.
Raimundo Nonato
Jorge pediu pra cantar,
sem causar nenhuma afronta,
o pinho que a gente toca,
o verso que a mente monta,
o mar que é continente,
que eu não sei quem toma conta.
Edmilson Ferreira
Viola não se desmonta,
versos não são submersos,
no mar que possui mistérios,
que tem tubarões perversos,
vai ter que parar um pouco
pra escutar nossos versos.
Raimundo Nonato
Eu contemplo os universos,
admiro a imensidade,
e a viola quer que eu toque,
o baião de qualidade,
o verso espera que eu cante,
e o mar espera que eu nade.

Edmilson Ferreira
Viola se compromete
acordar pra o desafio,
o repente é sempre quente
e o mar sempre verde e frio,
e a gente junta eles três
dentro do mesmo elogio.
Raimundo Nonato
Eu não tou sentindo frio,
mas tou seguindo os assuntos,
o mar, viola e repente,
pra formar os três conjuntos,
o mar perto, Deus bem longe,
mas aqui estamos juntos.
Edmilson Ferreira

Viola enfeita os assuntos,
possui de cordas um feixe,
o mar tem embarcações,
desde o navio ao peixe,
e o repente só é feito
se pedir que a musa deixe.
Raimundo Nonato
Verso que eu tenho cantado,
na viola com seus dós,
o mar se parece um filme,
que os atores somos nós,
o vento acompanha a música,
Deus bota a segunda voz.
Edmilson Ferreira
Aqui não estamos sós,
aqui Jesus nos inspira,
as ondas tocando leve,
repentes ao som da lira,
não se vê melhor cenário
para o mister caipira.
Raimundo Nonato
A nossa dupla se inspira
e no final paga a promessa,
verso com métrica e com rima
viola com corda e peca,
e o mar com tantos quilômetros,
que não tem ninguém que meça.
Edmilson Ferreira
O repente é feito à beça,
com rima distribuída,
a viola é de madeira,
por artesão construída,
e o mar um eterno espelho,
onde a lua é refletida.
Raimundo Nonato
A arte é a nossa vida,
um caldeirão de talentos,
a viola é presa aos braços,
o repente solto aos ventos
é o Titanic da rima
no mar dos meus pensamentos.
Edmilson Ferreira
Com viola a gente canta
pra que o público não confunda,
o mar, o gigante vivo,
que tem água rasa e funda,
e viola, um outro oceano,
onde o repente se inunda.
Raimundo Nonato
É primeira e não segunda,
essa festa de prazer,
o baião que eu sei tocar,
o verso que eu seu fazer,
e o mar da água salgada,
que eu vou morrer sem beber.
Edmilson Ferreira
Na viola eu sei fazer,
o verso não desencalma,
pra o mar, eu peço silêncio,
pra o viola, eu peço palma,
o mar alimenta a vida,
o verso alimenta a alma.

Raimundo Nonato
Nesse meio a gente ensaia,
e o verso no mar reflete,
viola tem cinco letras,
repente, letras tem sete,
o mar tem apenas três,
são seis quando se repete.
Edmilson Ferreira
Dentro desce nosso ritmo,
a Deus tenho perguntado,
como é que a viola é feita,
como o repente é cantado,
como é que o coco é tão doce,
perto dum mar tão salgado.

FONTE:
BLOG DA BESTA FUBANA

FILME DA SEMANA



Sinopse:

Após mentir em um acordo com um guru espiritual, Jack vê uma árvore surgir em seu quintal, e, a cada palavra que ele diz, cai uma folha dela. Sabendo que quando a última folha cair ele morrerá, Jack tem agora cerca de mil palavras para dizer e precisa contar cada uma delas antes que isso aconteça.

RECEITA DA SEMANA



Alcatra de panela 
 
Ingredientes

- 500 g de alcatra em bifes pequenos e finos
- 1 cenoura em rodelas
- azeitonas pretas picadas
- 100 g de bacon picado
- 1 cebola picada
- 1/2 L de caldo de carne
- 1 copo de vinho
- sal a gosto
- óleo o suficiente

Modo de Preparo

Numa panela, aqueça o óleo e refogue o bacon. Adicione a cenoura e a cebola picada. Refogue levemente. Coloque a carne e refogue bem. Junte o vinho e o caldo de carne. Tampe a panela e deixe a carne cozinhar por cerca de 40 minutos, em fogo brando. Em seguida, junte a azeitona e cozinhe por mais 5 minutos. Sirva.
 

FRASE DA SEMANA

Quando consideras o número de homens que estão diante de ti, pensa em quantos te seguem!
Frase de Lucius Annaeus Sêneca

domingo, 21 de julho de 2013

POETAS DA SEMANA

Pedro Ernesto Filho
(Ao saber da morte do grande poeta Diniz Vitorino)
Mote:
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
Quando um vate de nome e de cartaz
dá adeus a seus fãs e deixa a terra,
uma neve de dor envolve a serra
e os poetas que ficam perdem a paz,
a viola, sequer, se afina mais
e a poesia recita o seu refrão
como quem presta a última informação
pondo a culpa na ordem do destino.
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
A canção erudita se entristece
e o luar de repente perde a cor,
quando a morte carrega um cantador
a cultura por si se desconhece,
a plateia chorosa permanece
enfrentado o calor da emoção
se pudesse se opor dizia não
mas conhece a grandeza do Divino.
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
Uma voz no espaço triste diz
foi embora um poeta renomado,
todo pé de parede tem gravado
um poema da lavra de Diniz,
só o tempo restaura a cicatriz
que este fato gerou na multidão,
é possível encontrar em cada oitão
o sabor do seu verso cristalino.
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
Destacou-se entre os grandes sonetistas,
conterrâneo de Pinto do Monteiro,
Pernambuco, o seu solo derradeiro;
detentor de prestígio e de conquistas,
um parceiro afinado dos Batistas
que só deu alegria à profissão,
carregava no ritmo do baião
um estilo arrojado, raro e fino.
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
Vários livros por ele publicados,
escreveu sobre temas sociais,
campeão em diversos festivais,
deu trabalho a poetas preparados,
o Nordeste acumula em seus estados
os efeitos cruéis da solidão,
seja casa de taipa ou casarão
já ouviu, do Diniz, a voz de sino.
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
Deu sucesso duplando com Bandeira,
deixou brilho cantando com Xudu,
semeou no sertão do Pajeú
o melhor da poesia brasileira,
mas a morte precoce e traiçoeira
resolveu do poeta lançar mão,
e lá no céu os colegas que estão
o recebem com festa, graça e hino.
Quando morre um poeta nordestino
nasce um pé de saudade no sertão.
* * *
Manoel Xudu cantando com Diniz Vitorino
Manoel Xudu
Voei célere aos campos da certeza
E com os fluidos da paz banhei a mente
Pra falar do Senhor Onipotente
Criador da Suprema Natureza
Fez do céu reino vasto, onde a beleza
Edifica seu magno pedestal
Infinita mansão celestial
Onde Deus empunhou saber profundo
Pra sabermos nas curvas deste mundo
Que Ele impera no trono divinal.
Diniz Vitorino
Vemos a lua, princesa sideral
Nos deixar encantados e perplexos
Inundando os céus brancos de reflexos
Como um disco dourado de cristal
Face cálida, altiva, lirial
Inspirando canções tenras de amor
Jovem virgem de corpo sedutor
Bem vestida num “robe” embranquecido
De mãos postas num templo colorido
Escutando os sermões do Criador.
Manoel Xudu
Os astros louros do céu encantador
Quando um nasce brilhando, outro se some
E cada astro brilhante tem um nome
Um tamanho, uma forma, brilho e cor
Lacrimosos vertendo resplendor
Como corpos de pérolas enfeitados
Entre tronos de plumas bem sentados
Vigiando as fortunas majestosas
Que Deus guarda nas torres luminosas
Que flutuam nos paramos azulados.
Diniz Vitorino
Olho os mares, os vejo revoltados
Quando o vento fugaz transtorna as brumas
E as ondas raivosas lançam espumas
Construindo castelos encantados
As sereias se ausentam dos pecados
Que nodoam as almas dos humanos
E tiram notas das cordas dos pianos
Que o bom Deus ocultou nos verdes mares
E gorjeiam gravando seus cantares
Na paisagem abismal dos oceanos.
* * *
Diniz Vitorino cantando com Ivanildo Vilanova
Diniz Vitorino
Eu vou defender a morte
Mas tô conformado ainda
A ida pro túmulo é certa
E é quase impossível a vinda
O que começa termina
Tudo que nasce se finda.
Ivanildo Vilanova
A vida é praia de Olinda
É vagalhão que se agita
A morte é caixão quebrado
É trava e cova esquisita
Bocado que o mundo enjeita
Osso que o mundo vomita.
Diniz Vitorino
Eu sei que a vida é bonita
Mas à morte eu dou cartaz
Que a vida quer ir pra frente
A morte puxa pra trás
A vida quer mais não foge
Dos cercos que a morte faz.
Ivanildo Vilanova
Mesmo a vida ruim demais
De sobressalto e sobrosso
Todos querem morrer velho
Que ninguém quer morrer moço
Com uma bala no crânio
E uma corda no pescoço.
Diniz Vitorino
Pertinho de um calabouço
A vida faz seu império
A morte chega e transforma
Ouro fino em pó funéreo
Roupa rasgada em mortalha
E palacete em cemitério.
Ivanildo Vilanova
Mas a vida tem mistério
Todo mundo quer viver
Um velho de oitenta anos
Tendo riqueza e poder
Contrata os médicos do mundo
Faz força pra não morrer.
Diniz Vitorino
A morte me dá prazer
Que eu a morte já conheço
Tira a fatura dos débitos
Mostra a nota, cobra o preço
No fim o cliente paga
O tributo do começo.
Ivanildo Vilanova
A vida tem tanto apreço
Que quem adoece pende
Vai pra médico e hospital
Gasta, mas não se arrepende
Que só não se compra a morte
Porque ela não se vende.
Diniz Vitorino
Dela ninguém se defende
Que a morte não faz tolice
Se ela não viesse logo
Talvez que o povo sentisse
A morte é muito melhor
Do que a dor da velhice.
Ivanildo Vilanova
A morte tem mais sentidos
Que é perversa demais
Se não existisse morte
Barco não perdia o cais
Não tinha viúva só
Nem filho longe dos pais.
Diniz Vitorino
Neste mundo sem cartaz
Se as raças são pervertidas
Se as gerações futuras
Serão mais desenvolvidas
É justo que haja mortes
Pra que surjam novas vidas.
Ivanildo Vilanova
Vida tem riso e bebida
Embora tenha pecado
Porque se não fosse a morte
Caixão não era comprado
Coveiro não tinha emprego
E cemitério era fechado.
Diniz Vitorino
Pra quem vive sem pecado
A morte não é cruel
Se não morresse Izaias
Balaão, nem Daniel
Não nasceria Jesus
Pra salvação de Israel.
Ivanildo Vilanova
A vida é taça de mel
Que todo mundo aprecia
Porque se não fosse a morte
Não tinha casa vazia
Caneta não tinha preço
Mortalha, a traça comia.
Diniz Vitorino
A morte é mulher liberta
Pra mim tem boas condutas
Se Cleópatra não morresse
Nas presas das cobras brutas
Hoje o Egito seria
Um reino de prostitutas.
Ivanildo Vilanova
A vida tem boas frutas
Baladas, canto e procela
Mesmo se não fosse a morte
Não tinha tristeza nela
Padre não ganhava nota
Cera não queimava vela.
Diniz Vitorino
A morte não tem preguiça
Nem trava lutas perdidas
Se Helena rainha falsa
Tivesse um milhão de vidas
Quantas cidades troianas
Não seriam destruídas.
Ivanildo Vilanova
Porém faz coisas erradas
Aviso com alegria
Se Lampião fosse vivo
Com a sua pontaria
Muito cabra sem-vergonha
Pagava o que me devia.

Diniz Vitorino
Muito prazer eu teria
Se a morte desse fim
Ao velho Anuar Sadat
Fidel Castro, Idi Amin
Ivanildo Vilanova
Mas esquecesse de mim.

FILME DA SEMANA

Uma Lição de Vida  

 

Sinopse

Vivian Bearing (Emma Thompson) é uma professora universitária que leciona poesia inglesa e sab, através de Kelekian (Christopher Lloyd), um oncologista famoso, que tem um câncer de ovário em estágio avançado. Assim ela terá de fazer um tratamento radical, que resultará em efeitos colaterais, mas não há outra opção, pois suas chances de cura são mínimas. Durante o tratamento Vivian analisa suas reações à doença, o tratamento e fatos marcantes da sua vida. Ela é burocraticamente assistida por Kelekian, que só se importa com o resultado sem levar em conta os efeitos que causam no paciente. Além dele há Jason Posner (Jonathan M. Woodward), um médico que foi aluno de Vivian, e Susie Monahan (Audra McDonald), a enfermeira-chefe e também a única pessoa no hospital que a trata com calor humano, calor este que ela nunca teve com seus alunos mas agora anseia intensamente.

FRAE DA SEMANA

"Quem caminha sozinho pode até chegar mas rápido, mas aquele que vai acompanhado dos amigos, com certeza vai mais longe". 
(Desconhecido)

RECEITA DO DIA

Lombo Suíno Recheado com Farofa de Maçã Verde ao Molho de Manga

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Receita de Lombo Suíno Recheado com Farofa de Maçã Verde ao Molho de Manga. Essa receita é de dar agua na boca.
Receita Lombo Suíno Recheado com Farofa de Maçã Verde ao Molho de Manga

Ingredientes:

  • 1 peça de lombo suíno (2kg)
  • Suco de 2 laranjas
  • Suco de 2 limões
  • 8 dentes de alho
  • 4 colheres (sopa) de alecrim fresco
  • 1 colher (sopa) de pimenta do reino
  • 2 colheres (sobremesa) de sal
Recheio:
  • 250gr de bacon picado em cubos pequenos
  • 2 colheres (sopa) de margarina
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 3 dentes de alho amassados
  • 3 maçãs verdes, descascadas e picadas em cubos pequenos
  • 2 colheres (sopa) de molho inglês
  • 1 xícara (chá) de cheiro -verde
  • 2 e 1/2 xícaras (sopa) de pão de forma, sem casaca, picado em cubos
Molho
  • 2 colheres (sopa) de margarina
  • 1 cebola picadas em cubos pequenos
  • 3 mangas fatiadas em fatias finas
  • 1/2 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 colher (sobremesa) de páprica doce
  • 1 colher (sobremesa) de curry
  • 1 colher (café) de sal
  • 1 colher (café) de pimenta do reino

Como Fazer:

  • De véspera, faça pequenos furos no lombo com o auxílio de uma faca e introduza uma parte do alho e da erva aromática.
  • Coloque-o numa travessa.
  • Tempere-o com sal, a pimenta do reino, os alhos e as ervas restantes.
  • Regue com o suco de laranja e o suco de limão.
  • Deixe marinando por 1dia, virando-o sempre, para ganhar sabor.
  • Coloque o lombo numa assadeira e banhe-o com o tempero da marinada.
  • Cubra com papel alumínio (parte brilhante virado para dentro) e leve para assar (forno médio, 180º) por 1 hora e meia.
  • Na metade do tempo, vire o lombo para assar por igual.
  • Regue sempre com o molho que se formou na travessa.
  • Passado o tempo, retire o papel alumínio e asse por mais 20 minutos deixando-o bem dourado.
  • Retire do forno, transfira para uma travessa de servir e fatie o lombo em fatias finas, mas não corte até o final.
  • Reserve aquecido.
Recheio
  • Coloque o bacon, a manteiga e o azeite numa panela e frite bem, até dourar.
  • Junte a cebola e depois o alho.
  • Refogue.
  • A crescente a maçã picada, e cozinhe por 5 minutos.
  • Salpique o cheiro-verde, adicione o molho inglês e o pão de forma.
  • O pão de forma vai absorver os líquidos e formar, assim, uma farofa úmida.
  • Mexa.
  • Corrija se necessário, com sal e pimenta do reino.
  • Reserve.
Molho
  • Doure a cebola na manteiga em fogo alto, acrescente a manga e o restante dos ingredientes.
  • Quando levantar fervura abaixe o fogo e cozinhe bem, mexendo as vezes, até ficar reduzido mas com pedaços carnudos de manga.
  • Reserve.
  • Intercale entre as fatias do lombo a farofa.
  • A sobra do recheio deverá ser utilizada em volta do prato, e o molho numa molheira.
  • Sirva em seguida.
  • Essa receita é especial no natal aqui de casa, é tradição de família e não pode deixar de faltar…