“Carregue dentro si apenas o bem. O amor, a bondade e a paz são sempre boas companhias.” (Autor Desconhecido)
JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO
domingo, 27 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
RECEITA DA SEMANA
Receita de Buchada - CE
Ingredientes da Receita de Buchada - CE
1 bucho de cabrito, bode ou carneiro
Tripas, fígado, bofe e coração
1 colher (sopa) de sal
Suco de 3 limões médios
1 xícara de sangue aferventado
1 cebola grande picada
3 dentes de alho amassados
3 tomates grandes picados
2 pimentões grandes picados
2 colheres (sopa) de vinagre
Pimenta do reino e cominho a gosto
1/2 xícara de cheiro verde (coentro, salsa e cebolinha) picados
1 colher (sopa) de hortelã picada
1 pedaço de toucinho fresco
Farinha de mandioca para o pirão
Tripas, fígado, bofe e coração
1 colher (sopa) de sal
Suco de 3 limões médios
1 xícara de sangue aferventado
1 cebola grande picada
3 dentes de alho amassados
3 tomates grandes picados
2 pimentões grandes picados
2 colheres (sopa) de vinagre
Pimenta do reino e cominho a gosto
1/2 xícara de cheiro verde (coentro, salsa e cebolinha) picados
1 colher (sopa) de hortelã picada
1 pedaço de toucinho fresco
Farinha de mandioca para o pirão
Como Fazer Buchada - CE
Modo de Preparo:
Limpe e lave muito bem o bucho, as tripas e os miúdos, coloque em uma panela, cubra com água, leve ao fogo alto, deixe ferver por cerca de 5 minutos, tire do fogo, escorra, lave novamente e esfregue com sal e suco de limão.
Deixe o bucho inteiro e corte o restante em pedaços, coloque em uma tigela, pique o sangue aferventado, junte à tigela, acrescente cebola, alho, tomates, pimentões, vinagre, pimenta, cominho, cheiro verde, hortelã e misture bem.
Recheie o bucho com a mistura de miúdos e temperos e costure as aberturas.
Coloque em uma panela grande, cubra com bastante água, junte o toucinho, leve ao fogo alto, deixe ferver, abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe por cerca de 5 horas, juntando mais água quente à medida que for secando.
Tire a buchada da panela e mantenha aquecida.
Pirão:
Amasse o toucinho e devolva ao caldo do cozimento, verifique o tempero e, aos poucos acrescente farinha de mandioca, mexendo sempre para não empelotar, até obter um pirão homogêneo.
Limpe e lave muito bem o bucho, as tripas e os miúdos, coloque em uma panela, cubra com água, leve ao fogo alto, deixe ferver por cerca de 5 minutos, tire do fogo, escorra, lave novamente e esfregue com sal e suco de limão.
Deixe o bucho inteiro e corte o restante em pedaços, coloque em uma tigela, pique o sangue aferventado, junte à tigela, acrescente cebola, alho, tomates, pimentões, vinagre, pimenta, cominho, cheiro verde, hortelã e misture bem.
Recheie o bucho com a mistura de miúdos e temperos e costure as aberturas.
Coloque em uma panela grande, cubra com bastante água, junte o toucinho, leve ao fogo alto, deixe ferver, abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe por cerca de 5 horas, juntando mais água quente à medida que for secando.
Tire a buchada da panela e mantenha aquecida.
Pirão:
Amasse o toucinho e devolva ao caldo do cozimento, verifique o tempero e, aos poucos acrescente farinha de mandioca, mexendo sempre para não empelotar, até obter um pirão homogêneo.
POETA DA SEMANA
POEMA DE GERALDO AMANCIO
Nesta deliciosa sátira, o poeta Geraldo Amancio coloca em 'xeque' a teoria da evolução do homem, de Charles Darwin, defendendo a visão criacionista da Bíblia, sem negar, contudo, que aqueles que acham que o homem vem realmente do macaco, têm todo o direito de reverenciar os seus ancestrais, afinal de contas é sempre bom ter respeito e consideração pelos parentes. Nessa mesma linha, em 1910, o poeta Leandro Gomes de Barros publicou no jornal O Rebate, de Juazeiro do Norte, um poema intitulado aCreação do Mundo*, igualmente engraçado, questionando a versão bíblica e também a Teoria da Evolução. Vejam o início do poema do velho Leandro:
A CRIAÇÃO DO MUNDO
Fui ver se estudava a forma
Como foi a Criação
Quase pude conseguir
Como ela foi então,
Faltou-me achar a parteira
Que pegou o velho Adão.
Como foi a Criação
Quase pude conseguir
Como ela foi então,
Faltou-me achar a parteira
Que pegou o velho Adão.
Antes de nada existir
Cousa alguma não havia,
Nem céu, nem terra, nem mar,
Nem luz nem ar existia
Mas nos diz a Escritura
Deus sobre as águas vivia.
Cousa alguma não havia,
Nem céu, nem terra, nem mar,
Nem luz nem ar existia
Mas nos diz a Escritura
Deus sobre as águas vivia.
Aqui faço reticência…
Nada valeu o estudo
Quem for pensar nesse dogma
É capaz de ficar surdo
Porque se existia água
Assim, não faltava tudo.
Nada valeu o estudo
Quem for pensar nesse dogma
É capaz de ficar surdo
Porque se existia água
Assim, não faltava tudo.
Porque nos diz a história
Céu e terra não havia
A mesma história confirma
Que Deus nas águas existia
Porém não diz onde eram
As águas onde Deus vivia.
Céu e terra não havia
A mesma história confirma
Que Deus nas águas existia
Porém não diz onde eram
As águas onde Deus vivia.
Creio que Deus disse um dia
Vou fazer a Criação
Mas o céu já estava feito
Que era a sua habitação
Deus não morava nas águas
Que não era tubarão.
Vou fazer a Criação
Mas o céu já estava feito
Que era a sua habitação
Deus não morava nas águas
Que não era tubarão.
(...)
O MACACO E O HOMEM
Geraldo Amancio
Mamãe sempre me ensinou
Desde o tempo de menino,
Que o homem, conforme a Bíblia,
É criação do Divino.
Disse um cientista fraco
Que o homem vem do macaco
Não aceito, nem combino.
Macaco é de uma cor só
Que seja grande ou pequeno.
Homem existe: branco, preto,
Gazo, amarelo, moreno,
Dr, tenha paciência,
No mapa dessa ciência
Tem muita falha e empeno.
Eu ser neto de macaco?
Isso não me satisfaz.
Gente é gente, bicho é bicho
Não misture os animais.
Por que só antigamente
Macaca paria gente
E agora não pare Mais?.
Meu Deus que história fraca
Essa que a ciência inventa,
Quem já viu um pé de manga
Dando goiaba ou pimenta.
Goiabeira dando jaca,
Quem foi que viu uma vaca
Sendo mãe de uma jumenta.
Se o macaco é pai do homem,
O filho não pucha aos pais.
Porque nos procedimentos
São bantante desiguais,
Quem viu macaco roubando,
Matando gente, assaltando
Do jeito que o homem faz?.
Se o macaco é pai do hemem
O que foi que aconteceu?
Se o pai é que ensina o filho
A falar do jeito seu.
Nisso a ciência se entala,
Se o macaco não fala,
Com quem o homem aprendeu?.
Eu não sou contra o macaco,
Nem contra os costumes seus.
Macaco ser pai do hemem,
Isso é coisa dos ateus.
Cada um com seu capricho,
Se é de eu ser filho de bicho,
Quero ser filho de Deus.
Mas quem acredita nisso,
Quem nessas coisas tem fé,
Assim que ver um macaco
Já sabe o seu pai quem é.
Estire o braço e a mão
E diga com educação:
A bênção pai chimpanzé...
FIM
(Todos os direitos reservados ao autor)
FIM
(Todos os direitos reservados ao autor)
POETA DA SEMANA
POEMA DE GERALDO AMANCIO
Nesta deliciosa sátira, o poeta Geraldo Amancio coloca em 'xeque' a teoria da evolução do homem, de Charles Darwin, defendendo a visão criacionista da Bíblia, sem negar, contudo, que aqueles que acham que o homem vem realmente do macaco, têm todo o direito de reverenciar os seus ancestrais, afinal de contas é sempre bom ter respeito e consideração pelos parentes. Nessa mesma linha, em 1910, o poeta Leandro Gomes de Barros publicou no jornal O Rebate, de Juazeiro do Norte, um poema intitulado aCreação do Mundo*, igualmente engraçado, questionando a versão bíblica e também a Teoria da Evolução. Vejam o início do poema do velho Leandro:
A CRIAÇÃO DO MUNDO
Fui ver se estudava a forma
Como foi a Criação
Quase pude conseguir
Como ela foi então,
Faltou-me achar a parteira
Que pegou o velho Adão.
Como foi a Criação
Quase pude conseguir
Como ela foi então,
Faltou-me achar a parteira
Que pegou o velho Adão.
Antes de nada existir
Cousa alguma não havia,
Nem céu, nem terra, nem mar,
Nem luz nem ar existia
Mas nos diz a Escritura
Deus sobre as águas vivia.
Cousa alguma não havia,
Nem céu, nem terra, nem mar,
Nem luz nem ar existia
Mas nos diz a Escritura
Deus sobre as águas vivia.
Aqui faço reticência…
Nada valeu o estudo
Quem for pensar nesse dogma
É capaz de ficar surdo
Porque se existia água
Assim, não faltava tudo.
Nada valeu o estudo
Quem for pensar nesse dogma
É capaz de ficar surdo
Porque se existia água
Assim, não faltava tudo.
Porque nos diz a história
Céu e terra não havia
A mesma história confirma
Que Deus nas águas existia
Porém não diz onde eram
As águas onde Deus vivia.
Céu e terra não havia
A mesma história confirma
Que Deus nas águas existia
Porém não diz onde eram
As águas onde Deus vivia.
Creio que Deus disse um dia
Vou fazer a Criação
Mas o céu já estava feito
Que era a sua habitação
Deus não morava nas águas
Que não era tubarão.
Vou fazer a Criação
Mas o céu já estava feito
Que era a sua habitação
Deus não morava nas águas
Que não era tubarão.
(...)
O MACACO E O HOMEM
Geraldo Amâncio
Mamãe sempre me ensinou
Desde o tempo de menino,
Que o homem, conforme a Bíblia,
É criação do Divino.
Disse um cientista fraco
Que o homem vem do macaco
Não aceito, nem combino.
Macaco é de uma cor só
Que seja grande ou pequeno.
Homem existe: branco, preto,
Gazo, amarelo, moreno,
Dr, tenha paciência,
No mapa dessa ciência
Tem muita falha e empeno.
Eu ser neto de macaco?
Isso não me satisfaz.
Gente é gente, bicho é bicho
Não misture os animais.
Por que só antigamente
Macaca paria gente
E agora não pare Mais?.
Meu Deus que história fraca
Essa que a ciência inventa,
Quem já viu um pé de manga
Dando goiaba ou pimenta.
Goiabeira dando jaca,
Quem foi que viu uma vaca
Sendo mãe de uma jumenta.
Se o macaco é pai do homem,
O filho não pucha aos pais.
Porque nos procedimentos
São bantante desiguais,
Quem viu macaco roubando,
Matando gente, assaltando
Do jeito que o homem faz?.
Se o macaco é pai do hemem
O que foi que aconteceu?
Se o pai é que ensina o filho
A falar do jeito seu.
Nisso a ciência se entala,
Se o macaco não fala,
Com quem o homem aprendeu?.
Eu não sou contra o macaco,
Nem contra os costumes seus.
Macaco ser pai do hemem,
Isso é coisa dos ateus.
Cada um com seu capricho,
Se é de eu ser filho de bicho,
Quero ser filho de Deus.
Mas quem acredita nisso,
Quem nessas coisas tem fé,
Assim que ver um macaco
Já sabe o seu pai quem é.
Estire o braço e a mão
E diga com educação:
A bênção pai chimpanzé...
FIM
(Todos os direitos reservados ao autor)
FIM
(Todos os direitos reservados ao autor)
FILME DA SEMANA
Sinopse
Século XIX, Londres. Robert Angier (Hugh Jackman) e Alfred Borden (Christian Bale) se conhecem há muitos anos, desde que eram mágicos iniciantes. Desde então eles vivem competindo entre si, o que faz com que a amizade com o passar dos anos se transforme em uma grande rivalidade. Quando Alfred apresenta uma mágica revolucionária, Robert fica obcecado em descobrir como ele consegue realizá-la.
FRASE DA SEMANA
“Amigo de verdade é aquele que diz o que você precisa ouvir, não o que você quer ouvir. Ele arrisca a amizade pelo seu bem!”
– Autor Desconhecido
domingo, 13 de outubro de 2013
FILME DA SEMANA
Os Agentes do Destino
POETA DA SEMANA
Jonas Bezerra
NASCEU EM 17 DE FEVEREIRO DE 1987 EM IGUATU-CE, É DE UMA FAMÍLIA DE
TRADIÇÃO POÉTICA, COMO POR EXEMPLO SEU PAI(CHICO ALVES) REPENTISTA
PROFISSIONAL HÁ 30 ANOS, AINDA EM ATIVIDADE.
JONAS BEZERRA COMEÇOU A CANTAR PROFISSIONALMENTE AOS 15 ANOS DE IDADE.
JÁ PARTICIPOU DE MAIS DE 150 FESTIVAIS DE REPENTISTAS EM TODO BRASIL, DISPUTANDO COM AS MAIORES EXPRESSÕES DA CULTURA POPULAR DO GÊNERO, SENDO CONSAGRADO AO PRIMEIRO LUGAR EM MUITOS FESTIVAIS.
JONAS BEZERRA COMEÇOU A CANTAR PROFISSIONALMENTE AOS 15 ANOS DE IDADE.
JÁ PARTICIPOU DE MAIS DE 150 FESTIVAIS DE REPENTISTAS EM TODO BRASIL, DISPUTANDO COM AS MAIORES EXPRESSÕES DA CULTURA POPULAR DO GÊNERO, SENDO CONSAGRADO AO PRIMEIRO LUGAR EM MUITOS FESTIVAIS.
Amigo
(Soneto)
Quer ser meu amigo? Eu estou aqui!
Pois, não quero mais vê-lo tão ausente.
Se alguma coisa o fez diferente,
Com a sua ausência, muito eu aprendi.
Fiquei flexível e por ser consciente
Procuro saber em que lhe agredi.
Me desculpe amigo, se eu lhe feri
Me perdoe se um dia eu fui prepotente.
Não deixe que a ira domine o seu ego
Gerando inimigo e o tornando cego
Por que quem vê cara não vê coração.
Faça um retrospecto do que fiz contigo
Tendo culpa ou não pra ser seu amigo
Eu mais uma vez lhe peço perdão.
Autoria: Jonas Bezerra
Eu sou rico e pobre
(Soneto)
Na riqueza vivo sendo um egoísta
Usando o poder para atrocidade
Não sou a favor que haja igualdade
Por que sigo a lógica de um capitalista.
Na pobreza mudo, faço caridade,
Sou simples, sou meigo, brando e paisagista.
Acredito que, outra vida exista
Cultivando os frutos da felicidade.
Eu sou mais ser pobre, que sofre e partilha,
Do que ter riqueza, fazendo quadrilha,
Enganando o povo e se mostrando nobre.
Perante isso tudo, há uma certeza:
_Eu sou muito pobre para ter riqueza,
Mas sou muito rico por que nasci pobre.
Autoria: Jonas Bezerra
Separação
(Soneto)
Vou sentir com certeza sua falta,
Vou lembrar de você constantemente.
O meu ser pra vingança não exalta,
Nem eu vou me obrigar ser diferente.
O seu gênio e o meu têm força alta
Só não sei lhe dizer o mais valente.
Eu só sei que me peito ainda salta
Quando vejo você na minha frente.
Me desculpe se fui ignorante,
Insensível, disperso, intolerante
Como um louco num beco sem saída.
Caso nada aconteça entre nós dois,
Peço a Deus, e espero que depois
Eu encontre você feliz da vida.
Autoria: Jonas Bezerra
Poeta mostre o minério
Da sua filosofia
(Mote em sete sílabas)
Poeta diga se os lábios
Declaram força emotiva
Se a nossa memória arquiva
Do jeito dos alfarrábios
Se a cabeça dos sábios
Possuem outra sintonia
E se serve a democracia
Num país que não é sério
Poeta mostre o minério
da sua filosofia.
Se a parede do progresso
Pode ter desabamento
Se o arrependimento
Dá lugar ao retrocesso
Se a BR do sucesso
Parece uma rodovia
E se a algema da magia
Prende quem tá no mistério
Poeta mostre o minério
da sua filosofia.
Se o sol do desconsolado
Conduz no seu raio as dores
Se o trono dos opressores
Está desapreciado
Se o corpo do pecado
Também tem fisionomia
E se o tom da melancolia
Dá mais vida ao impropério
Poeta mostre o minério
da sua filosofia.
Poeta cante a canção
Que libera o sentimento
E diga se há ligamento
Da mente pra o coração
Se os poros da traição
Sofrem de hemorragia
Se a sensação da orgia
É a mesma do adultério
Poeta mostre o minério
da sua filosofia
Autoria: Jonas Bezerra
Versos diversos:
Falando da vida Edvaldo Zuzu disse:
Agora eu nem sei dizer
Quem são os meus inimigos
Jonas Bezerra disse:
Chorei vendo dois mendigos
Na calçada de uma escola
Um por me pedir um pão
Estirando uma sacola
E o outro por que não tinha
Nem mão pra pedir esmola.
Falando da escravidão Charles Gomes disse:
A Europa escravizou
O povo da pele escura.
Jonas Bezerra disse:
Naquela época a tortura
Causava muitos receios
E a África bebeu o leite
Que pingou dos peitos cheios
Dizendo: _ Por qual motivo
Roubaste os filhos alheios?
Cantando com Ismael Pereira em Lavras da Mangabeira pediram o seguinte Mote:
Só faltava um palhaço no congresso
Tiririca chegou não falta mais
Jonas Bezerra disse:
A campanha que fez inda fascina
Por que fez com humor e esperança
Ou vai ser o começo da mudança
Ou vai ser o princípio da ruína
Quem cantou Florentina, Florentina
Eu vou ver no congresso o que é que faz
Um protesto na urna é eficaz
Mas assim não se faz ordem e progresso
Só faltava um palhaço no congresso
Tiririca chegou não falta mais
Caras novas fazendo mais estréias
Quero ver o congresso como fica
Foi Francisco Everardo “o Tiririca”
Que ganhou da maneira de Enéas.
Mas o homem que falho nas idéias
Não consegue implantar seus ideais
E quem sugar nas mamatas federais
Nunca mais vai vender nenhum ingresso
Só faltava um palhaço no congresso
Tiririca chegou não falta mais.
Cantando com Raullino Silva em Natal-RN, pediram o seguinte mote:
Pra quê tanta riqueza num país
Que não deixa de ser escravizado.
Jonas Bezerra disse:
Dois Brasis eu conheço atualmente
Um que vende barato a obra-prima
E um que é luxuoso e se anima
Com produtos de outro continente
Se nós temos produto, o que é da gente
Dá mais lucro jogando no mercado
Se o mercado não for balanceado
Vai sofrer muito mais os dois Brasis
Pra quê tanta riqueza num país
Que não deixa de ser escravizado.
Cantando com Luciano Leonel no Festival de Gravatá - PE, o mote sorteado foi o seguinte:
O mendigo é o ser que mais se humilha
E permanece esquecido pela massa
Jonas Bezerra disse:
Seu abrigo é a árvore quando enfolha
Por não ter quem lhe dê a mão amiga
A quentura da tarde lhe castiga
O sereno da noite vem e molha.
Quando vai pras esquinas ninguém olha
Quando vai pra os sinais ouve pirraça
E por achar que a esmola é pra cachaça
Não colocam o dinheiro na vasilha
O mendigo é o ser que mais se humilha
E permanece esquecido pela massa
Cantando com Acrízio de França em Cajazeiras-PB pediram o seguinte mote:
Eu ensino cantando a cantador
Que se cresce querendo me ensinar
Jonas Bezerra disse:
Se a Bíblia Sagrada tem as chaves...
Se MERIBE-BAAL não foi esperto
E Moisés com seu povo no deserto
Foi capaz de passar muitos conclaves!
De manhã a comida era a das aves
Já a noite era o fogo do altar
E logo após quatro décadas caminhar
Foi chamado pra terra do Senhor
Eu ensino cantando a cantador
Que se cresce querendo me ensinar.
FRASE DA SEMANA
" Amizade é igual estrada... por mais longe que esta uma da outra independente da distancia nunca se separam."
Ludmilla Ponomarenco
RECEITAS DA SEMANA
Receita de Vaca Atolada Mineira
Ingredientes da Receita de Vaca Atolada Mineira
1 kg de costela de vaca
2 cebolas picadas
4 dentes de alho amassados
5 tomates descascados, picados sem sementes
1 colher (sopa) de vinagre
1 colher (chá) de salsinha picada
3 cebolinhas verdes picadas
1 cubinho de caldo de carne
2 colheres (sopa) de óleo
1 kg de mandioca descascada e cortada em pedaços
2 cebolas picadas
4 dentes de alho amassados
5 tomates descascados, picados sem sementes
1 colher (sopa) de vinagre
1 colher (chá) de salsinha picada
3 cebolinhas verdes picadas
1 cubinho de caldo de carne
2 colheres (sopa) de óleo
1 kg de mandioca descascada e cortada em pedaços
Como Fazer Vaca Atolada Mineira
Modo de Preparo:
Misture as costelas com a cebola e o alho.
Leve ao fogo com o óleo e frite até que dourem.
Junte os tomates, o vinagre, a salsinha, a cebolinha e o cubinho de caldo de carne.
Acrescente água suficiente para cobrir. Cozinhe.
Quando a carne estiver macia, adicione a mandioca e água suficiente para cozinhá-la.
Misture as costelas com a cebola e o alho.
Leve ao fogo com o óleo e frite até que dourem.
Junte os tomates, o vinagre, a salsinha, a cebolinha e o cubinho de caldo de carne.
Acrescente água suficiente para cobrir. Cozinhe.
Quando a carne estiver macia, adicione a mandioca e água suficiente para cozinhá-la.
Receita de Sopa Paraguaia
Ingredientes da Receita de Sopa Paraguaia
06 colheres (sopa) de fubá de milho
02 ovos
01 copo de leite
02 colheres (sopa) de manteiga
01 prato de queijo ralado
01 colher (chá) de fermento em pó
02 cebolas grandes cortadas em rodelas
02 ovos
01 copo de leite
02 colheres (sopa) de manteiga
01 prato de queijo ralado
01 colher (chá) de fermento em pó
02 cebolas grandes cortadas em rodelas
Como Fazer Sopa Paraguaia
Modo de Preparo:
Frite a cebola na manteiga, junte 1 xícara (chá) de água quente e deixe ferver.
Depois de bem frita, junte sal a gosto e misture os outros ingredientes, mexendo bem.
Coloque tudo em uma forma refratária e leve ao forno para assar.
Frite a cebola na manteiga, junte 1 xícara (chá) de água quente e deixe ferver.
Depois de bem frita, junte sal a gosto e misture os outros ingredientes, mexendo bem.
Coloque tudo em uma forma refratária e leve ao forno para assar.
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