Após considerar que uma grande empresa é a culpada pela morte de seu marido, uma viúva decide entrar com um processo na justiça, pedindo uma indenização milionária. Para defendê-la ela contrata o advogado Wendell Fohr (Dustin Hoffman). Porém Fohr precisará enfrentar Rankin Fitch (Gene Hackman), um especialista em selecionar os jurados de forma a garantir de antemão sua vitória no julgamento. Porém o que Fohr e Fitch não contavam é que um dos jurados, Nicholas Easter (John Cusack), tem seus planos para manipular o júri. E, com o apoio de Marlee (Rachel Weisz), passa a chantagear a dupla avisando que o veredicto desejado sairá bastante caro.
JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 17 de novembro de 2013
RECEITA DA SEMANA
Receita de Dobradinha com Feijão Branco
Ingredientes da Receita de Dobradinha com Feijão Branco
1 kg de dobradinha
1/2 kg de feijão branco
3 paios cortado em rodelas finas
3 limões
3 colheres (sopa) de óleo
1 cebola grande picada
4 dentes de alho amassados
5 tomates sem pele e sem sementes, picados
coentro e cebolinho picados
1 colher (sopa) rasa de colorau
1 colher (sobremesa) de cominho
Sal e pimenta do reino a gosto
1/2 kg de feijão branco
3 paios cortado em rodelas finas
3 limões
3 colheres (sopa) de óleo
1 cebola grande picada
4 dentes de alho amassados
5 tomates sem pele e sem sementes, picados
coentro e cebolinho picados
1 colher (sopa) rasa de colorau
1 colher (sobremesa) de cominho
Sal e pimenta do reino a gosto
Como Fazer Dobradinha com Feijão Branco
Modo de Preparo:
De véspera, ponha o feijão de molho na água.
No dia seguinte, lave a dobradinha e esfregue o limão.
Deixe de molho em água fria, por uma hora.
Escorra, lave e corte em cubinhos.
Escalde a dobradinha por 5 minutos, escorra e lave.
Leve ao fogo o feijão, a dobradinha e o paio, com bastante água.
Deixe cozinhar até amolecer um pouco. Junte água se necessário.
Refogue no óleo, a cebola e o alho. Junte os outros temperos e refogue mais um pouco. Misture à dobradinha e deixe cozinhar até amolecer. Coloque mais água., se necessário.
Deixe formar um caldo grosso.
Sirva com arroz, farinha de mandioca e limão.
De véspera, ponha o feijão de molho na água.
No dia seguinte, lave a dobradinha e esfregue o limão.
Deixe de molho em água fria, por uma hora.
Escorra, lave e corte em cubinhos.
Escalde a dobradinha por 5 minutos, escorra e lave.
Leve ao fogo o feijão, a dobradinha e o paio, com bastante água.
Deixe cozinhar até amolecer um pouco. Junte água se necessário.
Refogue no óleo, a cebola e o alho. Junte os outros temperos e refogue mais um pouco. Misture à dobradinha e deixe cozinhar até amolecer. Coloque mais água., se necessário.
Deixe formar um caldo grosso.
Sirva com arroz, farinha de mandioca e limão.
POETAS DA SEMANA
VERSOS COLHIDOS DO FACE, A MAIORIA, CEDIDOS PELO POETA ARY DA FARMÁCIA.

ESSA MINHA CABELEIRA
COM OS ANOS SE MALTRATA
FOI NEGRA COMO VELUDO
HOJE ESTÁ DA COR DE NATA
PARECE UM LENÇOL DE NEVE
NUMA MONTANHA DE PRATA
(CANHOTINHO)
COM OS ANOS SE MALTRATA
FOI NEGRA COMO VELUDO
HOJE ESTÁ DA COR DE NATA
PARECE UM LENÇOL DE NEVE
NUMA MONTANHA DE PRATA
(CANHOTINHO)
JOÃO PARAIBANO DEIXOU PRA SEBASTIÃO DIAS:
"EM CIMA DO CORPO BAMBO
UM MATULÃO DE MOLAMBO
E UM CÃO XOTEANDO ATRÁS".
O LAMPIÃO NÃO TEM GÁS
E A PANELA NÃO TEM COENTRO
AONDE TEM SOLIDÃO
ELE VIAJA NO CENTRO
NO PÉ A BOLHA DE UM CALO
E OS FUROS DE UM SACO RALO
MOSTRANDO O QUE LEVA DENTRO.
(SEBASTIÃO DIAS)
"EM CIMA DO CORPO BAMBO
UM MATULÃO DE MOLAMBO
E UM CÃO XOTEANDO ATRÁS".
O LAMPIÃO NÃO TEM GÁS
E A PANELA NÃO TEM COENTRO
AONDE TEM SOLIDÃO
ELE VIAJA NO CENTRO
NO PÉ A BOLHA DE UM CALO
E OS FUROS DE UM SACO RALO
MOSTRANDO O QUE LEVA DENTRO.
(SEBASTIÃO DIAS)
NA CANTORIA DO ANIVERSÁRIO DOS 70 ANOS DO
INESQUECÍVEL MANOEL FILÓ:
"MANOEL NESSE EDIFÍCIO
JÁ BRINCOU COM CARRAPETA
QUEIMOU A LÍNGUA COM MOLHO
DE PIMENTA MALAGUETA
CUROU FERIDA COM CASCA
DE PAU DE JUREMA PRETA"
"MANOEL É NOSSO ADÃO
SUA ESPOSA É SUA EVA
SEUS CABELOS COR DA PAZ
JÁ FORAM DA COR DA TREVA
QUE O PESO QUE O TEMPO BOTA
PESA MAIS DO QUEM LEVA"
(JOÃO PARAIBANO)
"MANOEL NESSE EDIFÍCIO
JÁ BRINCOU COM CARRAPETA
QUEIMOU A LÍNGUA COM MOLHO
DE PIMENTA MALAGUETA
CUROU FERIDA COM CASCA
DE PAU DE JUREMA PRETA"
"MANOEL É NOSSO ADÃO
SUA ESPOSA É SUA EVA
SEUS CABELOS COR DA PAZ
JÁ FORAM DA COR DA TREVA
QUE O PESO QUE O TEMPO BOTA
PESA MAIS DO QUEM LEVA"
(JOÃO PARAIBANO)
OS PÉS NO CHÃO POEIRENTO
JÁ SENTINDO-SE FERIR,
UM SACO COM O UM PRATO SECO
SEM TER PÃO PRA SE NUTRIR
CALÇA CHEIA DE CUPIRA
E UM CINTURÃO DE IMBIRA
PRENDENDO PRA NÃO CAIR
(JOÃO PARAIBANO)
SÓ FALTA POUCO CAIR
PELAS ESTRADAS COMPRIDAS
QUANDO A TARDE VAI MORRENDO
SENTE AS CANELAS DOÍDAS
SE ABRIGA NO PÉ DO MORRO
E SENTE A LÍNGUA DO CACHORRO
LAMBENDO AS SUAS FERIDAS
(SEBASTIÃO DIAS)
DEIXA DE SEBASTIÃO DIAS:
"EU FICO LHE PERGUNTANDO
SE ATÉ DEUS FOI RETIRANTE"
LEVA COMO ACOMPANHANTE
UM CACHORRO LHE SEGUINDO
ENQUANTO ELE FALA SÓ
O CACHORRO ESTÁ LATINDO
MAS É TÃO ACOSTUMADO
QUE PERMANECE ACORDADO
ENQUANTO ELE ESTÁ DORMINDO
(JOÃO PARAIBANO)
JÁ SENTINDO-SE FERIR,
UM SACO COM O UM PRATO SECO
SEM TER PÃO PRA SE NUTRIR
CALÇA CHEIA DE CUPIRA
E UM CINTURÃO DE IMBIRA
PRENDENDO PRA NÃO CAIR
(JOÃO PARAIBANO)
SÓ FALTA POUCO CAIR
PELAS ESTRADAS COMPRIDAS
QUANDO A TARDE VAI MORRENDO
SENTE AS CANELAS DOÍDAS
SE ABRIGA NO PÉ DO MORRO
E SENTE A LÍNGUA DO CACHORRO
LAMBENDO AS SUAS FERIDAS
(SEBASTIÃO DIAS)
DEIXA DE SEBASTIÃO DIAS:
"EU FICO LHE PERGUNTANDO
SE ATÉ DEUS FOI RETIRANTE"
LEVA COMO ACOMPANHANTE
UM CACHORRO LHE SEGUINDO
ENQUANTO ELE FALA SÓ
O CACHORRO ESTÁ LATINDO
MAS É TÃO ACOSTUMADO
QUE PERMANECE ACORDADO
ENQUANTO ELE ESTÁ DORMINDO
(JOÃO PARAIBANO)
“Quando a lança de roma abriu o peito
E do alto da cruz, desceu o cristo
Era o filho de deus passando um visto
No contrato que o pai havia feito”.
(Lenelson Piancó)
E do alto da cruz, desceu o cristo
Era o filho de deus passando um visto
No contrato que o pai havia feito”.
(Lenelson Piancó)
MAIS UMA
RELÍQUIA PRESENTEADA PELO POETA/GRAVADOR ARY DA FARMÁCIA.
A
formiga de volta ao formigueiro
Prende a
folha no gume da tesoura
Camponesa
com ramos de vassoura
Faz
desenhos na areia do terreiro
A fumaça
da luz de um cadeeiro
Deixa um
teto com marcas de carvão
A mãe
pobre de milho faz o pão
Que não
(pôde) comprar na padaria
DAS
CARÍCIAS DA NOITE NASCE
AQUECENDO
OS MOCAMBOS DO SERTÃO.
(JOÃO
PARAIBANO)
A abelha
pra Deus não paga nada
Por
nutrisse do mel que a rosa bebe
Como um
príncipe de ouro o sol recebe
Os
afagos da mão da madrugada
A
galinha se gruda na ninhada
Procurando
esconder do gavião
Um peru
dando voltas no oitão
Se soubesse
falar também dizia
DAS
CARÍCIAS DA NOITE NASCE
AQUECENDO
OS MOCAMBOS DO SERTÃO.
(JOÃO
PARAIBANO)
O menino
brincando no baixio
Pinta o
rosto com tinta de azeitona
As
traíras viajam de carona
No
remanso que água faz no rio
O Nambu
do pé roxo solta um pio
Depois
voa assustando o caçador
Faz
barroca no chão quando vai por
São seis
ovos pra o choco do casal
O
INVERNO É QUE MUDA O VISUAL
DA
PAISAGEM DO MEU INTERIOR!
(João
Paraibano).
Mais um verso cedido por Ary da Farmácia.
Na guerra da Alemanha
Viam-se vários soldados
Dos grupos despatriados
Pelo Sopé da Montanha
Naquela infeliz campanha
Cinco, seis fora da tropa
Dos barrações da Europa
Só se avistava os pedaços
Corpos sem pernas, sem braços
Chapéu sem beira e sem copa.
(Manoel Pedro Clemente)
Na guerra da Alemanha
Viam-se vários soldados
Dos grupos despatriados
Pelo Sopé da Montanha
Naquela infeliz campanha
Cinco, seis fora da tropa
Dos barrações da Europa
Só se avistava os pedaços
Corpos sem pernas, sem braços
Chapéu sem beira e sem copa.
(Manoel Pedro Clemente)
MOMENTO DO POEMA
FILOSÓFICO
O poeta Bonedes Eduardo, cantando na Paraíba, foi sugerido a ele e ao parceiro o tema "Beijo". Confiram que sextilha filosófica arrebatadora, o jovem poeta construiu:
O beijo dado com gosto
Desperta paixões agudas
Tem muitos beijos que deixam
Olhos cegos, bocas mudas
Tem muitas bocas de santos
Que aplicam beijos de Judas!
O poeta Bonedes Eduardo, cantando na Paraíba, foi sugerido a ele e ao parceiro o tema "Beijo". Confiram que sextilha filosófica arrebatadora, o jovem poeta construiu:
O beijo dado com gosto
Desperta paixões agudas
Tem muitos beijos que deixam
Olhos cegos, bocas mudas
Tem muitas bocas de santos
Que aplicam beijos de Judas!
3
Estrofes no MOTE de FELIZARDO MOURA
Tantas formas disformes no universo
Onde Deus fez o céu, como limite,
Painéis que Ele faz, não há quem imite
Feito um verso, sem paga de outro verso.
Ele une e separa o adverso
Finda o dia onde a noite principia,
Deixa o céu colorido em sintonia
Sem mudar sua forma transparente.
A mistura de cores no poente
Deixa o céu mais bonito ao fim do dia.
Toda tarde Deus pinta a tez do acaso
Sem rascunho, fiel, aos tons do clima
E às seis horas entrega a obra prima
Sem cobrar pela obra e sem atraso.
Não repete uma tela, nem põe prazo
Põe na tinta um mistério que arrepia
Que Ele pinta e “despinta” com magia
Não escorre e nem fica permanente.
A mistura de cores no poente
Deixa o céu mais bonito ao fim do dia.
Toda mágica do dia ao céu invade
Quando o mesmo agoniza no horizonte,
Ante o luto da noite, eu vejo o monte
Em um tom bronzeado de saudade.
Com nuances de exclusividade
Não há cópia real do que Deus cria,
Se quem faz a mistura não copia
Quem copia não faz, por mais que tente.
A mistura de cores no poente
Deixa o céu mais bonito ao fim do dia.
Lima Júnior
Tantas formas disformes no universo
Onde Deus fez o céu, como limite,
Painéis que Ele faz, não há quem imite
Feito um verso, sem paga de outro verso.
Ele une e separa o adverso
Finda o dia onde a noite principia,
Deixa o céu colorido em sintonia
Sem mudar sua forma transparente.
A mistura de cores no poente
Deixa o céu mais bonito ao fim do dia.
Toda tarde Deus pinta a tez do acaso
Sem rascunho, fiel, aos tons do clima
E às seis horas entrega a obra prima
Sem cobrar pela obra e sem atraso.
Não repete uma tela, nem põe prazo
Põe na tinta um mistério que arrepia
Que Ele pinta e “despinta” com magia
Não escorre e nem fica permanente.
A mistura de cores no poente
Deixa o céu mais bonito ao fim do dia.
Toda mágica do dia ao céu invade
Quando o mesmo agoniza no horizonte,
Ante o luto da noite, eu vejo o monte
Em um tom bronzeado de saudade.
Com nuances de exclusividade
Não há cópia real do que Deus cria,
Se quem faz a mistura não copia
Quem copia não faz, por mais que tente.
A mistura de cores no poente
Deixa o céu mais bonito ao fim do dia.
Lima Júnior
Fiz este
soneto hoje e faço questão de mostrar aos amigos e amigas do face.
CICLO DA VIDA!
Não concordo viver só de saudade
Cultuando com dor, tristeza e ânsia
Os bons tempos viris da mocidade
E cenários de nossa terna infância
Viver bem é manter sobriedade
Aceitando o seu ciclo em consonância
Cada dia que passa é na verdade
Um avanço real que traz distância
Importante é seguir tranquilamente
Ao notar que viver é ir em frente
Entendendo as mudanças da existência
Quem na vida fugir do inevitável
Vai sofrer, pois o tempo é implacável
E é feliz quem entende a sua essência!
(Nenen Patriota)
CICLO DA VIDA!
Não concordo viver só de saudade
Cultuando com dor, tristeza e ânsia
Os bons tempos viris da mocidade
E cenários de nossa terna infância
Viver bem é manter sobriedade
Aceitando o seu ciclo em consonância
Cada dia que passa é na verdade
Um avanço real que traz distância
Importante é seguir tranquilamente
Ao notar que viver é ir em frente
Entendendo as mudanças da existência
Quem na vida fugir do inevitável
Vai sofrer, pois o tempo é implacável
E é feliz quem entende a sua essência!
(Nenen Patriota)
O amargo do NÃO
embarga a voz
Na barreira do tempo e do orgulho
Mas a boca que cala faz barulho
Que o disfarce se quebra logo após
Tudo quanto existir dentro de nós
Jamais passa dum fosco e vil recorte
E não há nesse mundo quem suporte
Quando a mão do destino nos opera
"Para que cicatriz se a carne espera
Sobre o vão da ferida mais um corte."
Mariana Véras
Na barreira do tempo e do orgulho
Mas a boca que cala faz barulho
Que o disfarce se quebra logo após
Tudo quanto existir dentro de nós
Jamais passa dum fosco e vil recorte
E não há nesse mundo quem suporte
Quando a mão do destino nos opera
"Para que cicatriz se a carne espera
Sobre o vão da ferida mais um corte."
Mariana Véras
FILME DA SEMANA
Um Amor para Recordar
Não posso velo mais posso senti-lo

Não posso velo mais posso senti-lo
É a comovente história de Landon, o rapaz mais popular da escola. Apesar de desajustado e agressivo, ele se apaixona perdidamente por Jamie. Jamie é uma menina que vive em outro mundo. Filha do pastor da cidadezinha, é estudiosa e compenetrada, cumpridora de seus deveres. É muito meiga, doce e gentil. Jamie é o oposto de Landon. Ela nunca imaginou se relacionar com Landon, muito menos se apaixonar perdidamente por ele.
A história se passa nos anos 90, Landon Carter (Shane West) é punido por ter feito uma brincadeira de mal gosto em sua escola. Como punição ele é obrigado a participar de uma peça teatral, que está sendo montada na escola. É quando ele conhece Jamie Sullivan (Mandy Moore), uma jovem estudante de uma escola pobre. Com o tempo Landon acaba se apaixonando por Jamie que, por razões pessoais, faz tudo ao seu alcance para escapar de seu assédio.
O filme dá uma lição dos verdadeiros valores que o homem deve perseguir para conquistar, a todo custo.
Mas o destino que os uniu, vai também separá-los. Ela tem uma doença fatal. O lindo romance entre Landon e Jamie será em breve, Um Amor para Recordar.
Um Amor para Recordar é romântico e inesquecível! Merece ser descoberto e receber prêmios pela boa atuação dos personagens, sua sintonia perfeita, direção, enredo, trilha sonora; excelente interpretação.
É uma história comovente que faz refletir sobre a valorização da vida e a maneira de viver.
domingo, 10 de novembro de 2013
POETA DA SEMANA
POETA PEDRO FERNANDES
Na jangada da vida eu naveguei
Vela içada em busca do prazer,
Aos ventos agitados quis vencer
Minha âncora de paixão eu levantei,
pela bússola da razão não me guiei
e num porto de angústia fui parar,
se tiver nova chance, vou traçar
uma rota que desvie o desatino
Apanhei pra deixar de ser menino
Hoje eu apanho tentando não errar.
Paguei caro pela ingenuidade,
Foram horas de dor e sofrimento
Confundi desejo e sentimento
No fulgor da minha mocidade,
Sem querer, causei infelicidade
Meu amor tinha prazer em negar
O orgulho me impedia perdoar
Num machismo que agora recrimino
Apanhei pra deixar de ser menino
Hoje eu apanho tentando não errar.
Mote de: Maciel Melo
Glosa: Pedro Fernandes. 05/06/2011
Este ano o nordeste está chovido
Açudes e rios, todos cheios,
A Chuva dissolveu os aperreios
devolvendo ao campo o colorido,
O lombo do serrote está florido
E o baixio parece um tapetão,
No café de manhã tem requeijão
Pra matar a vontade de menino,
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
O milho do roçado está maduro
O feijão e a fava em abundância
O asfalto reduziu muito a distância
O nordeste está rico e mais seguro
Luz elétrica espantou todo o escuro
E nos sítios tem até televisão
Que além de novela, há diversão:
São os versos de Rogério com Raulino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
Tem leite quentinho, manhã cedo
Pra se beber lá dentro do curral
A espuma quentinha e natural
Sobrando na caneca, mais de dedo
Acabou sofrimento e o degredo
Que as águas transpostas irrigarão
A esperança em cada coração
Abrindo as algemas do destino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
Conterrâneos que estão longe de casa
Tangidos pela inospitalidade
Da estiagem que varreu sem piedade
E deixou coração de mãe em brasa
Quando fala em voltar o olho vasa
Vive longe mais não é por opção
Pra voltar não dispõe de condição
Mas viaja na voz de Marcolino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
O mote( autoria desconhecida) foi dado a Ivanildo Vilanova, numa cantoria em SP, há anos atras.
Glosa: Pedro Fernandes - A pedido de Fátima Marcolino.
Açudes e rios, todos cheios,
A Chuva dissolveu os aperreios
devolvendo ao campo o colorido,
O lombo do serrote está florido
E o baixio parece um tapetão,
No café de manhã tem requeijão
Pra matar a vontade de menino,
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
O milho do roçado está maduro
O feijão e a fava em abundância
O asfalto reduziu muito a distância
O nordeste está rico e mais seguro
Luz elétrica espantou todo o escuro
E nos sítios tem até televisão
Que além de novela, há diversão:
São os versos de Rogério com Raulino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
Tem leite quentinho, manhã cedo
Pra se beber lá dentro do curral
A espuma quentinha e natural
Sobrando na caneca, mais de dedo
Acabou sofrimento e o degredo
Que as águas transpostas irrigarão
A esperança em cada coração
Abrindo as algemas do destino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
Conterrâneos que estão longe de casa
Tangidos pela inospitalidade
Da estiagem que varreu sem piedade
E deixou coração de mãe em brasa
Quando fala em voltar o olho vasa
Vive longe mais não é por opção
Pra voltar não dispõe de condição
Mas viaja na voz de Marcolino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do sertão.
O mote( autoria desconhecida) foi dado a Ivanildo Vilanova, numa cantoria em SP, há anos atras.
Glosa: Pedro Fernandes - A pedido de Fátima Marcolino.
Da minha terra singela
posso admirar a lua
um vaga-lume que Deus
pois no espaço e flutua
tinge de prata o sertão
desperta no coração
minha saudade e a tua.
Hoje a festa continua
porém o dever me chama
tenho que ir embora
revivendo o mesmo drama
que na primeira partida
eu chorei na despedida
ao deixar Tuparetama.
No quadro do céu azul
lua é um disco de giz
o seu rastro é invisível
sem marca sem cicatriz
e eu aprendi com ela
sobreviver à procela
sem perder minha raiz.
Pedro Fernandes 04/07/2009.
posso admirar a lua
um vaga-lume que Deus
pois no espaço e flutua
tinge de prata o sertão
desperta no coração
minha saudade e a tua.
Hoje a festa continua
porém o dever me chama
tenho que ir embora
revivendo o mesmo drama
que na primeira partida
eu chorei na despedida
ao deixar Tuparetama.
No quadro do céu azul
lua é um disco de giz
o seu rastro é invisível
sem marca sem cicatriz
e eu aprendi com ela
sobreviver à procela
sem perder minha raiz.
Pedro Fernandes 04/07/2009.
Tantos planos desenhei
Sonhando de olho aberto
Achava que dava certo
Tudo quanto desejei
Intempéries enfrentei
Borrascas lúgubres de amor
me deformaram o pudor
congelando a esperança
sem pureza de criança
Deixei de ser sonhador.
No tosco circo da vida
Com as luzes me iludi
Sentimentos confundi
sob uma lona encardida
no trapézio da bebida
fiz vôo embriagador
e sem item protetor
aterrizei no fracasso
só quando escapei do laço
deixei de ser sonhador.
Acreditei em promessas
Que as Marias faziam
Todas elas descumpriam
Aquelas do jeito dessas
Para jurar tinham pressas
Pra cumprir tinham pavor
Juravam com esplendor
Negavam por brincadeira
De tanto levar rasteira
Deixei de ser sonhador.
Mote de Manoel Rodrigues
Glosa de; Pedro Fernandes
João Pessoa, 19/06/2010.
Sonhando de olho aberto
Achava que dava certo
Tudo quanto desejei
Intempéries enfrentei
Borrascas lúgubres de amor
me deformaram o pudor
congelando a esperança
sem pureza de criança
Deixei de ser sonhador.
No tosco circo da vida
Com as luzes me iludi
Sentimentos confundi
sob uma lona encardida
no trapézio da bebida
fiz vôo embriagador
e sem item protetor
aterrizei no fracasso
só quando escapei do laço
deixei de ser sonhador.
Acreditei em promessas
Que as Marias faziam
Todas elas descumpriam
Aquelas do jeito dessas
Para jurar tinham pressas
Pra cumprir tinham pavor
Juravam com esplendor
Negavam por brincadeira
De tanto levar rasteira
Deixei de ser sonhador.
Mote de Manoel Rodrigues
Glosa de; Pedro Fernandes
João Pessoa, 19/06/2010.
SER MÃE
Mãe que me deu luz e vida
Me abrigou nove meses
Se acordou muitas vezes
Pra fazer minha comida
Quando sentia a mordida
Que eu lhe dava nos seios
De água seus olhos cheios
A mamada não parava
aí é que me abraçava
saciando meus anseios.
Se eu dormisse de dia
Ficava a noite acordado
E ela ali do meu lado
Cochilava e não dormia
Se a noite estivesse fria
Me agasalhava na manta
A fé de mãe era tanta
Enquanto embalava o berço
Ia dedilhando um terço
Rezando pra outra santa.
Mãe, é fonte de candura
Roseira que exala amor
Seu sopro alivia a dor
O seio jorra doçura
Seu colo tem a fofura
Do capucho de algodão
Uma usina de perdão
Sinfonia que me embala
A voz da razão que fala
No palco do coração.
Pedro Fernandes.
Mãe que me deu luz e vida
Me abrigou nove meses
Se acordou muitas vezes
Pra fazer minha comida
Quando sentia a mordida
Que eu lhe dava nos seios
De água seus olhos cheios
A mamada não parava
aí é que me abraçava
saciando meus anseios.
Se eu dormisse de dia
Ficava a noite acordado
E ela ali do meu lado
Cochilava e não dormia
Se a noite estivesse fria
Me agasalhava na manta
A fé de mãe era tanta
Enquanto embalava o berço
Ia dedilhando um terço
Rezando pra outra santa.
Mãe, é fonte de candura
Roseira que exala amor
Seu sopro alivia a dor
O seio jorra doçura
Seu colo tem a fofura
Do capucho de algodão
Uma usina de perdão
Sinfonia que me embala
A voz da razão que fala
No palco do coração.
Pedro Fernandes.
PONTO DE REFLEXÃO
EU QUERO O MEU SERTÃO DE VOLTA!
Nos últimos dez anos tenho viajado freqüentemente pelo
sertão de Pernambuco, e assistido, não sem revolta, a um processo cruel de
desconstrução da cultura sertaneja com a conivência da maioria das prefeituras
e rádios do interior. Em todos os espaços de convivência, praças, bares, e na
quase maioria dos shows, o que se escuta é música de péssima qualidade que, não
raro, desqualifica e coisifica a mulher e embrutece o homem.
O que adianta as campanhas bem intencionadas do governo
federal contra o alcoolismo e a prostituição infantil, quando a população canta
“beber, cair e levantar”, ou “dinheiro na mão e calcinha no chão” ? O
que adianta o governo estadual criar novas delegacias da mulher se elas
próprias também cantam e rebolam ao som de letras que incitam à violência
sexual? O que dizer de homens que se divertem cantando “vou soltar uma bomba no cabaré e vai ser pedaço de puta pra todo lado”
? Será que são esses trogloditas que chegam em casa, depois de beber, cair e levantar,
e surram suas mulheres e abusam de suas filhas e enteadas? Por onde andam as
mulheres que fizeram o movimento feminista, tão atuante nos anos 70 e 80, que
não reagem contra essa onda musical grosseira e violenta? Se fazem alguma
coisa, tem sido de forma muito discreta, pois leio os três jornais de maior
circulação no estado todos os dias, e nada encontro que questione tamanha
barbárie. E boa parte dos meios de comunicação são coniventes, pois existe
muito dinheiro e interesses envolvidos na disseminação dessas músicas de baixa
qualidade.
E não pensem que essa avalanche de mediocridade atinge
apenas os menos favorecidos da base de nossa pirâmide social, e com menor grau
de instrução escolar. Cansei de ver (e ouvir) jovens que estacionam onde bem
entendem, escancaram a mala de seus carros exibindo, como pavões emplumados,
seus moderníssimos equipamentos de som e vídeo na execução exageradamente alta
dos cds e dvds dessas bandas que se dizem de forró eletrônico. O que fazem os
promotores de justiça, juízes, delegados que não coíbem, dentro de suas áreas
de atuação, esses abusos?
Quando Luiz Gonzaga e seus grandes parceiros, Humberto
Teixeira e Zé Dantas criaram o forró, não imaginavam que depois de suas mortes
essas bandas que hoje se multiplicam pelo Brasil praticassem um estelionato
poético ao usarem o nome forró para a música que fazem. O que esses conjuntos
musicais praticam não é forro! O forró é inspirado na matriz poética do
sertanejo; eles se inspiram numa matriz sexual chula! O forró é uma dança alegre
e sensual; eles exibem uma coreografia explicitamente sexual! O forró é um
gênero musical que agrega vários ritmos como o xote, o baião, o xaxado; eles
criaram uma única pancada musical que, em absoluto, não corresponde aos ritmos
do forró! E se apresentam como bandas de “forró eletrônico”! Na verdade, Elba
Ramalho e o próprio Gonzaga já faziam o verdadeiro forró eletrônico, de
qualidade, nos anos 80.
Em contrapartida, o movimento do forró pé-de-serra deixa a
desejar na produção de um forró de qualidade. Na maioria das vezes as letras
são pouco criativas; tornaram-se reféns de uma mesma temática! Os arranjos
executados são parecidos! Pouco se pesquisa no valioso e grande arquivo
gonzaguiano. A qualidade técnica e visual da maioria dos cds e dvds também
deixa a desejar, e falta uma produção mais cuidadosa para as apresentações em
geral.
Da dança da garrafa de Carla Perez até os dias de hoje
formou-se uma geração que se acostumou com o lixo musical! Não, meus amigos:
não é conservadorismo, nem saudosismo! Mas não é possível o novo sem os
alicerces do velho! Que o digam Chico Science e o Cordel do Fogo Encantado que,
inspirados nas nossas matrizes musicais, criaram um novo som para o mundo! Não
é possível qualidade de vida plena com mediocridade cultural, intolerância,
incitamento à violência sexual e ao alcoolismo!
Mas, felizmente, há exemplos que podem ser seguidos. A
Prefeitura do Recife tem conseguindo realizar um São João e outras festas de
nosso calendário cultural com uma boa curadoria musical e retorno excelente de
público. A Fundarpe tem demonstrado a mesma boa vontade ao priorizar projetos
de qualidade e relevância cultural.
Escrevendo essas linhas, recordo minha infância em Serra Talhada ,
ouvindo o maestro Moacir Santos e meu querido tio Edésio em seus encontros
musicais, cada um com o seu sax, em verdadeiros diálogos poéticos! Hoje são
estrelas no céu do Pajeú das Flores! Eu quero o meu sertão de volta!
Anselmo
Alves
j.anselmoalves@hotmail.com
FILME DA SEMANA
O FAZENDEIRO E DEUS
O filme O fazendeiro e Deus é um drama e sua classificação etária é de 16 anos contando com tempo de duração de 116 minutos, sendo que possui um incrível elenco entre eles Frank Rautenbach e Jeanne Nielson. Esse filme é baseado em fatos reais um dos fatores que acaba mais chamando atenção é a sua forma rústica e original na qual ele prega a fé em Cristo e não uma religião, sua fazenda acabou tornando-se um ministério onde emprega trabalhadores locais, também criou um orfanato que acolhe cerca de 200 crianças órfãs e vitimas da AIDS, recomendo assistirem este filme até mesmo para uma reflexão.
Filme O Fazendeiro e Deus resumo
Em resumo, Buchan e sua família começam a trabalhar em terras novas recomeçando assim do zero, eles moravam em um trailer e contavam com a ajuda de um Zulu chamado de Simeon Bhengu.
Com os vários desafios da família Buchan de se estabelecer em outro país, e a cada dia eles iam se confrontando com dificuldades ainda maiores, Angus rapidamente começou a ser consumido com o sentimento de raiva, medo, destruição e incredulidade. Vendo tudo isso sua mulher o convence de participar de uma igreja, assim sendo, ele foi influenciado a entregar sua vida a Jesus Cristo, e a partir disso a vida dele começa a mudar e acontecimentos sobrenaturais começam a acontecer quando Angus reza com fé, com os ocorridos ele dá vários testemunhos para fiéis em cidades vizinhas.
Mas algo iria mudar sua vida completamente, Buchan resolve plantar batata em uma época não propicia, mas pensando ser liderado por Deus, ele planta-as em terras secas e sem previsões de chuva, todos pensaram que a colheita seria um fracasso, mas quando chega a hora todos veem que a safra deu batatas gigantes.
FRASE DA SEMANA
"Quando o sorriso de um amigo lhe fizer feliz, você saberá que tornou-se amigo de verdade".
(Desconhecido)
RECEITA DA SEMANA
Receitas Típicas Rio Grande do Norte Receita de Charque com Banana-da-Terra
Receita de Charque com Banana-da-Terra
Ingredientes da Receita de Charque com Banana-da-Terra
500g de charque dessalgada
1 colher (sopa) de óleo
3/4 de xícara de toucinho fresco cortado em cubos pequenos
1 cebola grande cortada em rodelas
1 dente de alho amassado
1 1/2 xícara de água
4 bananas-da-terra médias descascadas e cortadas em rodelas
Sal e pimenta do reino a gosto
Coentro picado para polvilhar
1 colher (sopa) de óleo
3/4 de xícara de toucinho fresco cortado em cubos pequenos
1 cebola grande cortada em rodelas
1 dente de alho amassado
1 1/2 xícara de água
4 bananas-da-terra médias descascadas e cortadas em rodelas
Sal e pimenta do reino a gosto
Coentro picado para polvilhar
Como Fazer Charque com Banana-da-Terra
Modo de Preparo:
Corte o charque em cubos de 2 cm e Reserve.
Aqueça óleo em uma panela em fogo médio, junte o toucinho, frite, mexendo até ficar dourado, retire com uma escumadeira escorrendo bem e reserve.
Coloque cebola, alho e charque na panela, refogue até a carne ficar bem dourada, acrescente água, misture, tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo, por cerca de 1 hora ou até o charque ficar macio, juntando mais água se for necessário.
Acrescente a banana-da-terra, continue o cozimento por mais alguns minutos, tempere a gosto com sal e pimenta e tire do fogo.
Passe para um prato de servir, junte o toucinho reservado, polvilhe coentro e sirva.
Corte o charque em cubos de 2 cm e Reserve.
Aqueça óleo em uma panela em fogo médio, junte o toucinho, frite, mexendo até ficar dourado, retire com uma escumadeira escorrendo bem e reserve.
Coloque cebola, alho e charque na panela, refogue até a carne ficar bem dourada, acrescente água, misture, tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo, por cerca de 1 hora ou até o charque ficar macio, juntando mais água se for necessário.
Acrescente a banana-da-terra, continue o cozimento por mais alguns minutos, tempere a gosto com sal e pimenta e tire do fogo.
Passe para um prato de servir, junte o toucinho reservado, polvilhe coentro e sirva.
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