JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

RELEMBRANDO MEU CINQUENTENÁRIO

Corrigindo:


CINQUENTENÁRIO DE JOSA RABELO

Agradeço a Deus primeiramente, a todos que estiveram presentes, aos amigos e familiares, que mesmo ausentes, estiveram na minha lembrança e no meu coração... A Gilberto, esposa e filhos nossos Anfitriões, à minha esposa e filhas pela dedicação e presença amorosa no meu dia a dia... Ao meu filho Dannilo, que está no Plano Celeste, ao outro filho Danniel, a minha mãe, aos poetas-amigos-irmãos: Jânio Leite, Aldo Neves e Dió de Santo Izidro, aos Cantores Fred e Cristina Pereira pelo Magnífico Show que nos proporcionaram... O meu mais sincero MUITO OBRIGADO, DEUS ABENÇOE A TODOS!!!!

Aos que não estiveram presentes, sintam-se Convidados para o 2º Cinquentenário de Josa Rabelo, rsrsrsrsrs

50 ANOS DE JOSA RABELO

Meio século de vida completado
Um senhor com a cara de menino
Uma vida marca por destino
Um pedaço de dor em cada lado
E todo erro por mim já Praticado,
Com certeza, foi sem a intenção
Uma lacuna preenchendo o coração
E um peito preenchido por saudade
COMPLETANDO CINQUENTA DE IDADE
RODEADO POR FAMÍLIA, AMIGO E IRMÃO.

Agradeço a Deus Onipotente
Minha mãe que gerou-me deu-me à vida
Nunca fui bom adepto de uma Lida
O que fiz, sempre o fiz de ar contente
Agradeço também à minha gente
Pelo apoio que deu na precisão
Mina esposa, pela compreensão
E aos meus filhos, pela felicidade
COMPLETANDO CINQUENTA DE IDADE
RODEADO POR FAMÍLIA, AMIGO E IRMÃO.

A Dannilo, meu filho hoje ausente
Um abraço de um pai saudosiano
Outro abraço apertado no seu mano
Às meninas que hoje estão presente.
Aos amigos, aqui na minha frente
Um aperto de amor em cada mão.
E a Paulo, que é mais que um irmão
Um obrigado repleto de verdade,
COMPLETANDO CINQUENTA DE IDADE
RODEADO POR FAMÍLIA, AMIGO E IRMÃO.
(Josa Rabelo).






































quinta-feira, 30 de agosto de 2018

POETA LIMA JUNIOR


Por solicitação do Poeta Josemar Rabelo e de Ari da Farmácia, no mote de Bio Gomes escrevi:

Vejo a sombra da noite se esvaindo
E o sol dando a terra novas cores,
Vejo folhas dançarem juntos as flores
Com o peso do orvalho já caindo.
Uma réstea de um galho se bulindo
Desenhar mil imagens (que nem sente)
Suas folhas varrendo o ambiente
Numa valsa dançada com grandeza.
Todo dia o pincel da natureza
Emoldura um cenário diferente.

Uma nuvem rasgando acinzentada
Peneirando um riacho de esperança
E um vento passar fazendo trança
Na folhagem do milho da baixada.
A galinha cobrindo a pintarada
Num recanto da porta do poente
E um balde que posto no batente
Da biqueira retém a correnteza.
Todo dia o pincel da natureza
Emoldura um cenário diferente.


A cabocla na beira de um barreiro
Com a bota de lama na canela
E uma saia molhada que revela
O desenho das ancas, com seu cheiro.
Traz o um pote de água pro terreiro
Do oitão evitando o lado quente
Pra mais tarde após o sol ausente
Sob a lua banhar sua beleza.
Todo dia o pincel da natureza
Emoldura um cenário diferente.


Até mesmo o breu da noite escura
Cintilando fagulha em céu profundo
Não nos diz quão profundo que é o mundo
No alcance que a vista configura.
Uma estrela cadente se aventura
Deslizando no céu, passa silente.
Qual se fosse um flash pertinente
Com que Deus fotografa a singeleza.
Todo dia o pincel da natureza
Emoldura um cenário diferente.

Lima Júnior




POETA DA SEMANA





Giuseppe Ghiaroni 
Mineiro de Paraíba do Sul, Giuseppe Ghiaroni, poeta  e jornalista,  transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na redação do jornal A Noite desenvolvendo intensa atividade. Seus poemas lidos na Rádio Nacional entraram para a história do Brasil! Dentre suas Obras publicadas e mais conhecidas, ressaltam-se: O Dia da Existência, seu primeiro livro, de 1941,  A Graça de Deus, de 1945 e a Canção do Vagabundo, de 1948. Em 1997 publica A Máquina de Escrever, obra lançada inclusive no Programa do Jô!

Dia das Mães

Mãe! eu volto a te ver na antiga sala 
onde uma noite te deixei sem fala 
dizendo adeus como quem vai morrer. 
E me viste sumir pela neblina, 
orque a sina das mães é esta sina: 
amar, cuidar, criar, depois... perder. 
Perder o filho é como achar a morte. 
Perder o filho quando, grande e forte, 
já podia ampará-la e compensá-la. 
Mas nesse instante uma mulher bonita, 
sorrindo, o rouba, e a avelha mãe aflita 
ainda se volta para abençoá-la 

Assim parti, e nos abençoaste. 
Fui esquecer o bem que me ensinaste, 
fui para o mundo me deseducar. 
E tu ficaste num silêncio frio, 
olhando o leito que eu deixei vazio, 
cantando uma cantiga de ninar. 

Hoje volto coberto de poeira 
e ten encontro quietinha na cadeira, 
a cabeça pendida sobre o peito. 
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo. 
Quero acordar-te, mas não sei se devo, 
não sinto que me caiba este direito. 

O direito de dar-te este desgosto, 
de te mostrar nas rugas do meu rosto 
toda a miséria que me aconteceu. 
E quando vires e expressão horrível 
da minha máscara irreconhecível, 
minha voz rouca murmurar:''Sou eu!" 

Eu bebi na taberna dos cretinos, 
eu brandi o punhal dos assassinos, 
eu andei pelo braço dos canalhas. 
Eu fui jogral em todas as comédias, 
eu fui vilão em todas as tragédias, 
eu fui covarde em todas as batalhas. 

Eu te esqueci: as mães são esquecidas. 
Vivi a vida, vivi muitas vidas, 
e só agora, quando chego ao fim, 
traído pela última esperança, 
e só agora quando a dor me alcança 
lembro quem nunca se esqueceu de mim. 

Não! Eu devo voltar, ser esquecido. 
Mas que foi? De repente ouço um ruído; 
a cadeira rangeu; é tade agora! 
Minha mãe se levanta abrindo os braços 
e, me envolvendo num milhão de abraços, 
rendendo graçs, diz:"Meu filho!", e chora. 

E chora e treme como fala e ri, 
e parece que Deus entrou aqui, 
em vez de o último dos condenados. 
E o seu pranto rolando em minha face 
quase é como se o Céu me perdoasse, 
me limpasse de todos os pecados. 

Mãe! Nos teus braços eu me tranfiguro. 
Lembro que fui criança, que fui puro. 
Sim, tenho mãe! E esta ventura é tanta 
que eu compreendo o que significa: 
o filho é pobre, mas a mãe é rica! 
O filho é homem, mas a mãe é santa! 

Santa que eu fiz envelhecer sofrendo, 
mas que me beija como agradecendo 
toda a dor que por mim lhe foi causada. 
Dos mundos onde andei nada te trouxe, 
mas tu me olhas num olhar tão doce 
que , nada tendo, não te falta nada. 

Dia das Mães! É o dia da bondade 
maior que todo o mal da humanidade 
purificada num amor fecundo. 
Por mais que o homem seja um mesquinho, 
enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho 
cantará a esperança para o mundo!
 

FRASE DA SEMANA.


A grandeza vem não quando as coisas sempre vão bem para você, mas a grandeza vem quando você é realmente testado, quando você sofre alguns golpes, algumas decepções, quando a tristeza chega. Porque apenas se você esteve nos mais profundos vales você poderá um dia saber o quão magnífico é se estar no topo da mais alta montanha.
- Richard Milhous Nixon

FILME DA SEMANA

DECISÕES EXTREMAS
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SINOPSE 

O casal John (Brendan Fraser) e Aileen (Keri Russell) tem dois filhos com a doença de Pompe, uma anomalia genética que mata mais antes do décimo aniversário da criança. John então decide entrar em contato com Robert Stonehill (Harrison Ford), um pesquisador em Nebraska que fez uma pesquisa inovadora para um tratamento enzimático.

RECEITA DA SEMANA

BOLO DE MACAXEIRA



INGREDIENTES:

  • 5 a 6 macaxeiras médias cruas cortadas em pequenos pedaços
  • 2 xícaras de açúcar
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 200ml de leite de coco
  • 1/2 xícara de leite
  • 2 colheres de sopa de trigo
  • 3 ovos
  • 50 g de coco ralado

MODO DE PREPARO:

  1. Bata a macaxeira junto com o leite de coco e o leite de vaca no liquidificador
  2. Reserve
  3. Depois bata também no liquidificador o açúcar, o trigo, a manteiga e os ovos, misture com a macaxeira triturada
  4. Acrescente o coco ralado e mexa bem (reserve 1 colher de sopa do coco ralado para salpicar em cima do bolo antes de ir ao forno)
  5. Leve para assar em forno médio, por aproximadamente 45 minutos, ou até o palito sair seco

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

POETA DA SEMANA

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JANSEN FILHO




VERSOS DE JANSEN FILHO - IMPROVISADOS AO VIVO NO PROGRAMA DE ROLANDO BOLDRIN

ah se eu pudesse trazer
numa jornanda sem fim
para mostrar a vocês
para mostrar a boldrin
a paisagem conflitante
daquela terra distante
que eu guardo no coração
vocês veriam a beleza
retratada na grandeza
dos contrastes do sertão

traria para vocês
aquele galo que canta
quando a madrugada chega
e quando o sol se levanta
traria o cheiro gostoso
da folha do marmeleiro
traria o retrato sem retoque
da bravura do tropeiro
a melopeia envolvente
do aboio do vaqueiro
e o sorrizo cativante
da filha do fazendeiro

traria as cenas mais vivas
dos enredos, dos amores
retratados na magia
do gênio dos cantadores
que passam noites a fio
nas lutas do desafio
nos campos da inspiração
criando cenário novo
trazendo alegria ao povo
trazendo glória ao sertão

traria os carros de bois
que na sua eterna indolência
representam, no sertão,
a estátua da paciência
e na viagem comprida
vão cantando pela vida
com suas rodas pesadas
cantando canção fagueira
com seus discos de madeira
na vitrola das estradas

mas lhes traria também
a horrível e triste paisagem
do sofrimento do povo
no período da estiagem
é quando a seca se espraia
e o sertão todo desmaia
e o sol da esperança some
a miséria estende a rede
bicho morrendo de sede
gente morrendo de fome

sertão de um povo que sofre
que faz da existência um cofre
pra guardar flagelação
povo que é de verdade
faquir por necessidade
na terra da inanização
lá quando a chuva serena
quando solução trovão
é Deus chorando com pena
da miséria do sertão.

FILME DA SEMANA

O Conde de Monte Cristo

SINOPSE:



Em 1814 Napoleão Bonaparte, o imperador francês, foi exilado na Ilha de Elba, na costa da Itália. Temendo que viessem resgatá-lo, seus captores britânicos atiravam contra qualquer um que surgisse na praia, por mais inocente ou aflito que fosse. Por precisarem de socorro médico, pois o capitão do navio mercante Pharaon contraíra meningite, é exatamente neste lugar que Edmond Dantes (James Caviezel), o 2º imediato, juntamente com o melhor amigo de Dantes, Fernand Mondego (Guy Pearce), representante do dono do navio, resolvem aportar. Isto inicia um pequeno combate, que só termina quando Napoleão garante que os desconhecidos não eram agentes dele. Quando a situação se acalma, Napoleão pede para Edmond entregar uma carta pessoal para um amigo dele. Napoleão garante que não há nada de mais na carta, então Dantes concorda. Ao chegarem em Marselha Morell (Patrick Godfrey), o dono da companhia de navegação, quer saber o que houve, então chama Danglars (Albie Woodington), o 1º imediato juntamente com Dantes, que assume a responsabilidade. A determinação e a coragem de Edmond agradam Morell, que o nomeia o novo capitão do Pharaon, o que deixa Danglars muito irritado. Dantes, feliz com a promoção, vai correndo contar a boa nova para Mercedes Iguanada (Dagmara Dominczyk), sua noiva, com quem pensa em se casar num futuro próximo. Porém Dantes logo é preso como traidor, com a falsa acusação tendo partido de Danglars, que o odiava, e seu melhor "amigo", Fernand, que desejava ter o caminho livre para cortejar Mercedes. Dantes é mandado para uma fortificação, o Chateau d'If, que ficava numa ilha que era praticamente impossível fugir. Gradativamente Dantes ia sendo tomando pelo desespero, principalmente no seu aniversário de encarceramento, quando o diretor da prisão pessoalmente o espancava. Um dia as coisas começam a mudar, quando abade Faria (Richard Harris), outro prisioneiro, surge repentinamente. Ao tentar escapar o abade escavou por cinco anos um túnel, mas errou nos cálculos e foi parar na cela de Edmond. Os dois fazem amizade e o religioso ensina muitas coisas para Dantes, incluindo a localização de um fabuloso tesouro. Quando Faria morre, Dantes ocupa o lugar do abade no saco, que foi jogado ao mar. Assim, após vários anos, Dantes escapa e, como agora está imensamente rico, se intitula o Conde de Monte Cristo e com cuidado prepara a melhor maneira de se vingar de todos que o prejudicaram.

FRASE DA SEMANA

Cada escolha, uma...

RECEITA DA SEMANA


Arroz de carreteiro

Arroz de carreteiro

Ingredientes

  • 600 g de carne-seca dessalgada em cubos pequenos
  • 150 g de bacon cortado em cubos de 2 cm
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 xícara (chá) de cebola picada
  • 2 dentes de alho picadinhos
  • 2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido
  • 5 xícaras (chá) de água fervente
  • 3 tomates sem pele e sementes picados
  • ¼ de xícara (chá) de salsinha picada
  • Sal e pimenta-do-reino

Modo de preparo

  • Leve ao fogo o azeite e o bacon em uma panela de ferro. Quando o bacon começar a dourar, acrescente a carne-seca e frite por 10 minutos ou até ficar dourada.
  • Adicione a cebola e o alho e refogue em fogo baixo por 3 minutos. Tempere com pimenta-do-reino. Junte 1 xícara (chá) de água quente e cozinhe por ½ hora com a panela tampada (se necessário, acrescente mais água).
  • Adicione o arroz à panela, refogue por 5 minutos e junte o tomate. Refogue mais um pouco e adicione a água restante. Ajuste o sal.
  • Quando ferver novamente, tampe a panela, reduza o fogo ao mínimo e cozinhe por cerca de 20 minutos.
  • Desligue o fogo e deixe em repouso por 5 minutos. Agregue a salsinha e sirva imediatamente.