Domênico & Ariana
"Que os seus caminhos sejam
Repletos de alegria,
De paz e felicidades,
De ternura e harmonia
E com a Benção de Senhor
As Promessas de Amor
Se Renovem à cada Dia.
(Josa Rabêlo)
JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO
terça-feira, 15 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
SONETO DE SEBASTIÃO SIQUEIRA - BEIJO
REALIDADE
Deus assiste em silêncio as falsas juras
Do que vive amparado em ambições
Sentimento criado sem mistura
De amor, lealdade e emoções
No silêncio da noite as almas puras
Se, amparam, com fervor em orações
Que o espírito de fé das criaturas
Abastece de amor os corações
Os sorrisos irônicos dos maldosos
São elementos que os poderosos
Dão como símbolo para zombaria
Enquanto a burguesia ingrata
Amparada na sombra da gravata
Esconde os males da hipocrisia.
(Sebastião Siqueira - Beijo)
Deus assiste em silêncio as falsas juras
Do que vive amparado em ambições
Sentimento criado sem mistura
De amor, lealdade e emoções
No silêncio da noite as almas puras
Se, amparam, com fervor em orações
Que o espírito de fé das criaturas
Abastece de amor os corações
Os sorrisos irônicos dos maldosos
São elementos que os poderosos
Dão como símbolo para zombaria
Enquanto a burguesia ingrata
Amparada na sombra da gravata
Esconde os males da hipocrisia.
(Sebastião Siqueira - Beijo)
A POESIA ESTÁ DE LUTO - MORRE DINIZ VITORINO
MORREU, VÍTMA DE ENFARTO NESTE SÁBADO, DIA 04/06/2010, DINIZ VITORINO, UM DOS MAIORES POETA E SONETISTA DO BRASIL.
A C R U Z.
– Diniz Vitorino/PB –
Nunca quis carregar, de alguma forma,
a tantálica cruz da dor que aflige,
mas a lei de Deus pai não foge à norma;
a sentença é lavrada, o tempo exige.
Sofre o corpo, o espírito se conforma,
o amor para o calvário me dirige.
O tormento é brutal, mas não transforma
filho pródigo algum que Deus corrige.
Mas, se o próprio Messias foi no horto
coroado de espinhos, preso e morto,
tendo vindo dos céus pra nos amar,
se eu, tão frágil, morrer como Jesus
pregar cada pecado numa cruz,
dez mil cruzes não dão pra me matar!
Q U E M S E R I A.
– Diniz Vitorino/PB –
Como a rosa engravida, eu não defino!
Só sei que é puro amor, nenhum pecado.
Que o pássaro boêmio peregrino,
se embriaga em seu ventre imaculado.
E que a abelha esvoaça, e seu destino,
é pousar em seu colo perfumado.
Mas o toque é de leve e cristalino,
para o pólen não ser desvirginado.
Se o pássaro beijando-a não desonra,
a ágil abelha, também conserva a honra
quais seriam os seus reprodutores?
Se não sou eu, nem você, que dúvida é esta?
É o fôlego de Deus que na floresta,
suaviza, fecunda, e cria as flores.
OUTRO SONETO INESQUECÍVEL
Se me enxotas mulher, eu parto já é hora,
Não me humilhes no pranto da partida,
Pois o maior desepero de quem chora,
É não ter sua dor reconhecida.
Minha lágrima é de amor, nasceu agora.
A tua, depois será nascida.
Quanto mais escondida ela demora,
Mais será lacrimosa a sua vida.
.
Teus remorsos virão, eu não sei quando...
...Haverás de lembrar de mim chorando,
Eu também chorarei sem ti na cama.
Tuas Lágrimas, expressão falsidade,
Mas as minhas, são gotas de saudade
Jamais secam nos olhos de ama.
Quando FHC se aposentou aos 38 anos de idade e chamou de VAGAMBUNDO os trabalhadores que se aposentavam , à época com 50, 55 anos, o Poeta Diniz Vitorino fez:
VAGABUNDO APOSENTADO
Prenda o homem, doutor, ele é ladrão!
Ex-pedreiro, hoje um velho aposentado.
Ganha o MÍNIMO, o "Orgulho da Nação",
Inda sai pra roubar, que descarado.
Cento e trinta, por mês, já tem na mão,
Um salário pra lá de respeitado.
Paga oitenta reais no barracão,
Inda sobra cinquenta pro mercado.
Tem somente três filhos pra criar,
Veja só se é motivo roubar,
Não senhor, então, prenda o deliquente.
Que ele pague na cela, o Sacrilégio,
Pra saber que roubar é Privilégio,
Dos Corruptos Leais ao Presidente.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
VERSO DO POETA HÉRCULES NUNES
O poeta, vendo um amigo seu, que costumeiramente é alegre, muito triste fez:
Quem olhar pra essa face tão sombria
Emanada de prantos e lamentos
Vitimada de incontáveis tormentos
Nem parece que foi feliz um dia
Só restou no lugar da alegria
O pesar de um futuro sem visão
Condenada a eterna escuridão
E a chorar quando alguém se compadece
O semblante em seu rosto resplandece
A tristeza que tem seu coração
VERSO DE JÂNIO lEITE
O sertão ta diferente
O tempo está mudando
Chuva querendo cair
O clima ta esfriando
E o sertanejo se alegra
Com a chuva que vem chegando
quinta-feira, 3 de junho de 2010
VERSOS DO POETA ALDO NEVES
Quem nasceu em minha terra
Ouve um chocalho tocando
Vê um vaqueiro aboiando
Acordando um pé de Serra
E a ovelha que berra
Na "amanhecença" do dia
A passarada que pia
Na flor do mandacaru
Quem nasce no pajeú
Tem o "gen" da poesia
Mote: Josa Rabêlo
Glosa: Aldo Neves
Meu relógio de infância não dá hora
Sem querer, o ponteiro foi quebrado
Vivo eu recordando meu passado
Vou seguir meu sofrer de mundo afora
Todo velho precisa de escora
E também vou usar o meu bastão
Eu não sei, ninguém diz, aonde estão?
Meus catorze, meus quinze de idade
Quando a gente magoa uma saudade
Incomoda demais um coração
Mote: manoel filó
Glosa: Aldo Neves
Meu relógio da infância
VERSO DO POETA JANIO LEITE
Um rouxinol pendurado
Na algaroba se inclina
O rabo fica pra baixo
E a cabeça pra cima
Facilitando o poeta
Completar a sua rima
domingo, 30 de maio de 2010
VERSOS E VERSÕES
Vim lhe dá meus parabéns
Seu blog tá arretadocom gente grande e de estirpe
poeta muito afamado
eu me tiro desse meio
pois fico até com receio
ou melhor, envergonhado
É questão de alguns instantes
expandir o seu "redil"
pois vendo seus visitantes
já já se chega nos 1000
(Felipe Jr.)
Poeta Felipe Junior
É grande minha alegria
Receber seus elogios
Me incentiva à cada dia
Defender nosso repente
A alma de nossa gente
A divina Poesia
(Josa Rabêlo)
A Nomarada de um amigo ligou pra ele dizendo que a caixinha de saudades dela tava vazia e, a pédidos , o poeta Janio Leite fez:
Você pode dizer que está vazia
Eu não sei por que tenta se enganar
Pois saudade é difícil de acabar
Não vai ser de uma noite para um dia
Pois o amor era forte que havia
Entre a gente, mas vi foi falsidade
Eu queria sentir só a metade
Da saudade que tu sente por eu
É que ela me serve de museu
Pra guardar meu romance de saudade
O meu peito ele hoje ta repleto
De tristeza, de dor e de carinho
Mas tristonho e carente vou sozinho
E o meu eu de saudades está completo
Sem ninguém pra viver sob meu teto
Procurei quem eu quis, mas na verdade
Esse alguém só queria era maldade
E pra mim nada disso me valeu
É que ela me serve de museu
Pra guardar meu romance de saudade
Mote: Mariana TeleS
Glosa: Janio Leite
Eu tentei te apagar do pensamento
Mas se tudo me lembra de você
Pois a mim o que resta é padecer
Aceitando em meu peito esse tormento
Pois só penso em você todo momento
E com isso eu só vivo judiado
Pois eu sei que não tenho ela ao meu lado
Vou tentar conviver com a realidade
Um pincel de lembrança é a saudade
De quem vive a imagem do passado
Mote: Renato Santos
Esse amor que acontece entre a gente
Só compete a nós dois e mais ninguém
Entre nós todo instante a paixão vem
Como chama de fogo bem ardente
Os carinhos trocados lentamente
O cochicho gostoso ao pé do ouvido
Se alguém sentir isso até duvido
Que não goste de amar e ser amado
Se amar escondido for pecado
Ninguém reze por mim que estou perdido
Mote: Heleno Louro
Glosa; Janio leite
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