JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

segunda-feira, 4 de julho de 2011

POEMA LAMENTO DE UM JURITI

LAMENTO DE UM JURITÍ
Autores: Onildo Barbosa
e Clóris Andrade

Certa tarde eu contemplava
O sol que se escondia
Quando um pássaro pousava
Numa jurema que havia
Era um pobre Jurití
Tão triste que percebi
Que ele queria fazer,
No seu canto uma denúncia
Cada nota, uma pronúncia
Bem fácil de se entender.

Na melodia tristonha
Que o Jurití trazia
Mostrava a cena medonha
De um ato de covardia
O juriti sofredor
Me disse assim: Cantador!!
Viver pra mim já não presta,
Vim lhe relatar um fato
Um cruel assassinato,
Que abalou a floresta

Nós passarinhos vivemos
Sempre de arribação
Muitos horrores sofremos
Na chegada do verão
Somos vítmas das queimadas,
Das arapucas armadas,
Do disparo do gatilho ,
O medo nos apavora
Nossa fauna e nossa flora
Não tem mais o mesmo brilho.

O fogo queimando a rama
A mando dos fazendeiros
Os lagos virando lama
Nossas florestas, cinzeiros,
Os homens não nos dão tréguas
Voamos léguas e léguas
Procurando água e semente
Mas onde vamos pousando
Tem sempre alguém esperando
Querendo atirar na gente.

Na chegada do inverno
O campo se ornamenta
Mas aí vira um inferno
Porque a caçada aumenta
Se a gente pousa num galho
Bebe uma gota de orvalho
Não se pode demorar!!
Nosso sossego e incerto
Tem sempre um caçador perto
Pronto para nos matar.

Hoje pro meu desengano
Ou por meu cruel destino
Parei na frente do cano
Da arma de um assassino.
Quando o dia clareou
Meu filho me convidou
Pra ir beber no riacho
Um lugar que tem bom clima
Flores e frutos por cima
E água fresca por baixo.

Lá outras aves felizes
Sempre bebem de manhã
Sabiás nhambu, perdizes
Canário, guriatã,
Eu não tinha percebido
Que tinha alguém escondido
Numa moita de capim
Para aumentar minha mágoa
Antes que eu bebesse a água
O homem atirou em mim.

O dia ficando claro
De repente escureceu
Eu só ouvi o disparo
A fumaça me envolveu,
O chumbo passou raspando
Vi muitas penas voando
Entre aquele desconforto
Tentei deixa o riacho
Sem querer olhei pra baixo
Avistei meu filho morto.

Fiquei desorientado
Em meio aquele estampido
Voava pra todo lado
Vendo meu filho ferido
Ainda estava respirando
Mas vi o Homem chegando
Com espingarda de mola
Pegou meu filho de mão
Bateu com força no chão,
E colou na sacola.

Os outros pássaros voaram
Em busca de outro rumo
Nas penas que me faltaram
Fui voar perdi o prumo
No tiro eu perdi as penas
Restaram algumas pequenas
As maiores eu perdi,
Com essa dor no meu peito
Sem puder voar direito
Tive que parar aqui.

Meu filho cantava lindo!
Ao amanhecer do dia,
Quando o sol vinha surgindo
Era a maior alegria
Cantava ao som da cascata
Sua voz rompia a mata,
Dando vida a natureza!!
Sem ele estou infeliz,
O mundo dos juritis
Prá mim perdeu a beleza.

Me responda cantador!!
Você já matou alguém?
Atire em mim por favor!
Eu quero morrer também..
Nessa hora eu percebi
Que o pobre juriti
Tentou cantar mas não deu!!
Entre dor e desespero
O pássaro cancioneiro
Abriu o bico e morreu.

Depois da cena que vi
Um sentimento me resta
Em nome do juriti
Vamos salvar a floresta!!
Vamos frear as caçadas,
Dá um basta nas queimadas,
Preservando: fauna e flora,
Porque no ritmo que vemos,
O planeta em que vivemos
Pra se acabar não demora.


Vitória da Conquista, 03/07/2011

domingo, 3 de julho de 2011

FUTEBOL DE RUA, QUEM BRINCOU, BRINCOU... QUEM NÃO BRINCOU....

Quem não jogou assim, perdeu essa época.

As 10 regras do Futebol de Rua, o verdadeiro futebol de macho!


1. A BOLA

A bola pode ser qualquer coisa remota ou aproximadamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a lancheira do irmão menor.


2. O GOL

O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola.

3. O CAMPO

O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos grandes clássicos, o quarteirão inteiro.


4. DURAÇÃO DO JOGO

O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.


5. FORMAÇÃO DOS TIMES

Varia de 3 a70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.


6. O JUIZ

Não tem juiz.

7. AS INTERRUPÇÕES

No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:
a) Se a bola cair no quintal da vizinha chata. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.
b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa.
c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.

8. AS SUBSTITUIÇÕES

São permitidas s ubstituições nos casos de:
a) Um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição.
b) Jogador que arrancou o tampão do dedão do pé. Porém, nestes casos, o mesmo acaba voltando a partida após utilizar aquela aguá santa da torneira do quintal de alguém.
c) Em caso de atropelamento.


9. AS PENALIDADES

A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.


10. A JUSTIÇA ESPORTIVA

Os casos de litígio serão resolvidos na porrada, prevalece os mais fortes ou quem pegar uma pedra antes, rsrsrsrsrsrsrsrs

QUEM NÃO JOGOU ASSIM, PERDEU UM DOS MELHORES MOMENTOS DA VIDA.

"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." Cora Coralina


VOZES DO CAMPO LANÇA NOVO CD

"O poeta e a Lua” é o novo CD da Banda Vozes do Campo


O novo Cd da banda Vozes do Campo já está à venda. O mais novo trabalho chama-se "O poeta e a Lua". O disco que conta com as participações de Kelly Rosa e Galego do Pajeú vem recheado de novidades e músicas novas, contendo 12 faixas. A banda que vem ganhando espaço e fazendo sucesso em todo o Brasil, tocou no São João de Caruaru na última sexta-feira, dia 24 de junho.
Do blog do Itamar

PREVISÃO DO TEMPO

___________________________________
CHUVAS DEVEM VOLTAR AO PAJEÚ NA PRÓXIMA SEMANA
A previsão da meteorologia é de que as chuvas devem voltar ao Pajeú a partir da próxima 3ª feira (05). Deverá chover em Afogados da Ingazeira, Iguaracy, Ingazeira e Tabira. Segundo os estudos climáticos, as chuvas deverão cair tambem na quarta e quinta-feira.
Postado Por: Aldo Vidal

O POETA DA SEMANA Pe. BRÁS IVAN

Brás Costa

Terra mãe, quanta falta me fizeste
Quantos dias sonhei poder rever-te
Cada vez que te deixo me investe
Uma febre com medo de perder-te.

O caráter que tenho tu me deste

Minha alma da tua é uma parte
Como posso esquecer de ti Nordeste
Se viver para mim é recordar-te.

Minha sina é de ti viver distante

Porém quando meus dias de errante
Terminarem, terei como jazigo

O teu ventre e depois de tão ausente

Poderei sepultar-me eternamente.
Onde foi sepultado o meu umbigo.

Brás Costa


("Tali Quali" Marcolino)
Mote: Brás Costa
Versos: Brás Costa

Fica sobre uma colina
Tem um terreiro espaçoso
Um pé de agalha frondoso
E uma vasta campina
La quando cai a neblina
E o chão fica molhado
Se sente o cheiro do gado
Se ouve o som do vem-vem.
Minha casa tambem tem
Um juazeiro de lado.

E' uma  casa singela
Com oito compartimentos:
Cozinha, quatro aposentos
Uma sala com janela,
Outra sala pra quê nela
O radio seja ligado
O oitavo é um "puxado"
Que a gente chama armazem.
Minha casa tambem tem
Um juazeiro de lado.

No aceiro do terreiro
Tem dois belos pés de pinha
No terreiro da cozinha
Tem um mal feito poleiro
Tem um pequeno barreiro
Que foi por meu pai cavado
Que fica com o chão rachado
Quando o inverno não vem.
Minha casa tambem tem
Um juazeiro do lado.

Esse casebre sem brilhos
Sem formas originais
Serviu de abrigo a meus pais
Depois a seus onze filhos
La se ouve os estribilhos
De sanhassú e golado
E dá pra assistir sentado
O sol se por no alem.
Minha casa tambem tem
Um juazeiro de lado.

Tem um juazeiro antigo
No oitão da casa minha
Na sua sombra a tardinha
Cansado encontrava abrigo
Nesse juazeiro amigo
Tem um segredo guardado:
Num dos seus galhos gravado
O nome de quem quis bem.
Minha casa tambem tem
Um juazeiro de lado.
Bràs Costa


Terra amada torrão onde meus pés
Se aprumaram pra meus primeiros passos
Testemunha de glórias e fracassos
Vitimada por mil secas cruéis.
Mas, pra nós sertanejos, inda és
Dos rincões, o mais belo e mais lembrado
Por seus filhos poetas, decantado
Para todos és chão, terra e auxílio
E pr’aqueles que vivem no “exìlio”
És lembrança chorosa do passado

Como posso esquecer as madrugadas
Nas moagens de cana nos engenhos
Tantas lutas, fadigas e empenhos
Das debulhas de milho nas latadas
Das bonitas manhãs ensolaradas
Adjuntos nas limpas de algodão
Buscas d’água num poço com galão
Almoçar feijão-verde com torresmo
Quem viveu essas coisas? Fui eu mesmo!
Nos meus anos de ouro no Sertão.

Quem não cala nas tardes sertanejas
Para ouvir o lamento do carão
Alternado no canto do cancão
Como fossem poetas em pelejas
Os badalos dos sinos nas igrejas
Convidando o caboclo a se benzer
O vermelho do sol no entardecer
Ir morrendo pras bandas do poente
Num teatro que Deus fez para a gente
Assistir esperando anoitecer.

Quando a noite, qual manto de viúva
Vem pintar o Sertão de negras cores
Aparecem os noturnos atores
Sapo, briba, guará, peba e saúva
Um matuto deitado, escuta a chuva
Que cai mansa nas telhas da palhoça
Quando o vento enfraquece, a chuva engrossa
Pensa então o caboclo emocionado:
Se eu pudesse ia agora pru roçado
Começar preparar a minha roça.

Meu Sertão, minha terra, meu regaço
O meu verso não é suficiente
Pra cantar o teu solo, a tua gente
Que trabalha e resiste sem cansaço
Não se assombra com seca nem mormaço.
Um cenário que Deus arquitetou
Eu aqui do lugar aonde estou
Apesar do progresso e do barulho
Mando um verso falando do orgulho
De Ser Tão sertanejo quanto sou.

Bràs Ivan

De Onde Meu Verso Nasce



Meu verso nasce enrolado

Nas ramas da gitirana

Depois que nasce o amarro

Com tira de imburana

Não faltam tiras nem versos

Sete dias por semana.



Eu vendo um rolo de cana

Se transformar em bagaço

Um vaqueiro destemido

De gibão, perneira e laço

Misturo tudo com rima

Nos muitos versos que faço.



E quando sinto o mormaço

No pingo do meio-dia

Uma cigarra estridente

S’acabando em cantoria

Pego os dois ingredientes

E transformo em poesia.



Quando o bacural vigia

Na cabeça da estaca

Um caçote perde a vida

Na presa da jararaca

Eu sinto que um verso nasce

E no meu peito se ataca.



Enquanto na arataca

Um preà se aperreia

Um bode “trupica”e cai

Por estar preso na peia

Sinto um magote de verso

Correndo na minha veia.



Enquanto na roça alheia

Menino rouba goiaba

A nuvem roxa de inverno

`As aguas do céu desaba

Eu colho versos da fonte

Cheia que nunca se acaba.





O cheiro forte da baba

D’uma vaca remuendo

Uma torre no nascente

Se no sertão ta chuvendo

Sinto na roça da alma

Um verso novo nascendo.



Quando vem amanhecendo

No terreiro da cozinha

Eu vendo um galo pedrez

Correndo atràs da galinha

Até isso entra em meus versos

Dando  graça a rima minha.



Ainda de manhãzinha

Mâe preparando o café

Meu pai batendo a enxada

Vovô cheirando rapé

Vendo essas coisas me inspiro

Faço verso sem dar fé.



Pescando de jereré

Caçando de baladeira

Pastorando a criação

Me balançando em porteira

Somente lembrando disso

Faço verso a tarde inteira.





Brocando uma capoeira

Esperando as trovoadas

Ouvindo um vaqueiro velho

Rouco cantando toadas

Assim comecei fazer

Minhas estrofes rimadas.







Enquanto nas madrugadas

Caçava peba e tatu

Com fogo, fumaça e vara

Eu derrubava um enxu

Lavava a alma com versos

Nas aguas do Pajeu.









E quando o mandacaru

Nos dava a flor da esperança

A seca ia-se embora

Dando lugar a bonança

Eu rabiscava sem jeito

Os meus versos de criança.





Quando era noite de dança

Atravessava os riachos

Para ver as sertanejas

Com lindas tranças e cachos

Melodiava meus versos

No toque dos oito-baixos.





E quando os ferventes tachos

Borbulhavam nas moagens

Deus bendizia com chuva

Altos, baixìos e vàrgens

Eu jà descrevia em versos

Essas bonitas imagens.





E quando as cinzas paisagens

Denunciavam o estio

Eu na luz de um candeeiro

De lata, gàs e pavio

Cantava a terra rachada

Do leito  seco do rio.





Um sertanejo bravio

Num serviço de emergência

Uma mâe com doze filhos

Sofrendo com paciência

Faziam com que meu verso

Ganhasse forma e essência.





Quando as mãos da Providência

Tinham compaixão do povo

Mandava chuva na terra

Como sinal de aprovo

Sentia um verso na alma

Começar nascer de novo.





Pra festa de ano novo

Quando pai caiava a casa

Mâe estirava o vestido

Num velho ferro de brasa

Sentia a rima crescendo

E o verso criando asa.





Quando na cacimba rasa

A seca prenunciava

Que estaria chegando

Sem dizer quando voltava

Eu sentia que calada

A minha alma rimava.





E quando a rama da fava

Marcava o cabão de milho

Um cheiro invadia a sala:

Angu, pamonha e sequilho

Assim nasceu meu repente

E disso meu verso è filho.





Ao ouvir um trocadilho

Do poeta lourival

Um padre fazendo verso

Na vigilia de natal

Dizia: quando eu crescer

Quero fazer um igual.





Vendo uma velha rural

Servindo de lotação

A vìrgem sendo exaltada

Num poema de Cancão

Nasceram assim no meu peito

Um monte de inspiração.





E quando a televisão

Não tinha lugar na sala

Vovò contava anedotas

Jà velha usando bengala

Ao lembrar disso minh’alma

Faz verso, soluça e cala.





E quando uma rosa exala

Cheiro excitando a abelha

Um pingo de chuva entra

Por uma brecha da telha

Faço um verso tão sofrido

Chega a rima saia vermelha.





S’a derradeira centelha

Do sol morre no poente

E o negrume da noite

Envolve o sertão da gente

Escuto a alma agitada

Gemer parindo repente.





E quando da terra quente

Se levantava o mormaço

Com um feixe de ração

Pesando em meu espinhaço

Eu fazia um verso inteiro

Rimando cada  pedaço.





Assim o verso que faço

Nasceu aonde eu nasci

Bebeu a agua barrenta

Do barreiro que bebi

E comeu o xerem quente

Com leite como eu comi.





Os versos que eu pari

Nunca chamarei de meus

Porque sò fiz o retoque

E alguns detalhes seus

Fiz eu o acabamento

Quem criou mesmo foi Deus.





Não os quero nos museus

(Passa-Tempo de granfino)

E nem ornados em ouro

Escritos em papel fino

Os quero escritos somente

Na alma do nordestino.

                                       (Brás Ivan)

FRASE DA SEMANA

Visite os amigos com frequência. O mato cresce depressa em caminhos pouco percorridos. 
                                                 (Provérbio Escandinavo)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

ATÉ ONDE IREMOS?????

                                 

O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.
O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.
Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.
Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.
Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.


Enquanto nos calamos e acomodamos, ocorre isso...  Qual o medo?

JESUS DISSE:
"Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos." (Marcos 8 : 38)

Ap PAULO DISSE:
"Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados." (I Coríntios 4 : 14)

Precisamos nos posicionar, não podemos nos calar diante dos que falam contra o que a Bíblia diz: 

Levítico 18:22 "Nenhum homem deverá ter relações com outro homem; Deus detesta isso"

Romanos 1:26-29:"Por causa das coisas que essas pessoas fazem, Deus as entregou a paixões vergonhosas. Pois até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros.
E, como não querem saber do verdadeiro conhecimento a respeito de Deus, ele entregou os seres humanos aos seus maus pensamentos, de modo que eles fazem o que não devem. Estão cheios de todo tipo de perversidade, maldade, ganância, vícios, ciúmes, crimes de morte, brigas, mentiras e malícia. Caluniam e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos. Inventam maneiras de fazer o mal, e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos. Inventam maneiras de fazer o mal, desobedecem aos pais, são imorais, não cumprem a palavra, não têm amor por ninguém e não têm pena dos outros. Eles sabem que o mandamento de Deus diz que aqueles que fazem essas coisas merecem a morte. Mas mesmo assim continuam a fazê-las e, pior ainda, aprovam os que fazem as mesmas coisas que eles fazem. "

ICoríntios 6:9-11 " Vocês sabem que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencer a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus."

Passem adiante e vamos fazer uma corrente mostrando nossa força.É Deus quem vai à nossa frente.
Tenham uma semana de milagres!!!!

Não esquecendo que devemos sempre amar o pecador, e abominar o seu pecado.

 Fiquem na Graça do Senhor Jesus!


 Gil Coelho.

ATENÇÃO! CUIDADO!!!!!!!

Hoje em dia temos que ter cuidado redobrado!


BOLO NEGA MALUCA PODE DAR CADEIA

Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista um bolo ''Nega
Maluca''. O balconista diz à cliente que usar o nome "nega maluca",
atualmente,  pode dar cadeia, DEVIDO À:
- Lei Affonso Arinos;
- Lei Eusébio de Queiroz;
- Artigo Quinto da Constituição;
- Código Penal;
- Código Civil;
- Código do Consumidor;
- Código Comercial;
- Código de Ética;
- Moral e Bons Costumes,
- Além da Lei 'Maria da Penha'...
 
- Então, meu filho, como peço esse produto...?
 
- Torta afro-descendente com distúrbio neuro-psiquiátrico.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

FRASE DA SEMANA

"Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar". 
(Francis Bacon)

O POETA DA SEMANA

Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu
Glosa: Pedro Rabelo

Os caminhos que escolhi
As curvas são sinuosas
As retas são perigosas
Nas mesmas eu mim perdi
De chorar já desisti
Pois isso nada valeu
Meu lamento emudeceu
Pela mágoa sufocado
Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu . 

As decisões que tomei
Sempre ouvi o coração
Deixei de lado a razão
Foi só por isso q’errei
Mas só agora é que sei
Tudo o que aconteceu
Não foi dado o q’era meu.
Quando deviam ter dado
Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu.

O meu projeto de vida
Fui obrigado a mudar
Tendo que antecipar
A hora da despedida
Contendo a lágrima caída
Vertida do pranto meu
Foi o que a vida mim deu
Por ter o caminho errado
Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu.

Pra sorrir falta motivo
Mas sobra se é pra chorar
Tentando o choro ocultar
É dessa forma que eu vivo
A vida mim fez cativo
O tempo bom se escondeu
O prazer desapareceu
Deixando o pranto ocultado
Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu .

Confiei em quem jamais                            
Devia ter confiado
Hoje estou sendo cobrado
Um juro alto demais
De pagar sou incapaz
Reclamar nada valeu
Quem se fez amigo meu
Melhor se fosse intrigado
Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu

Os sonhos da juventude
Perdi ao longo dos anos
Alterei todos os planos
Só fui até onde pude
Sem ter a mesma saúde
Nem meu suposto apogeu
Será o futuro meu
Prestar conta do passado
Meu choro hoje é calado
Só quem escuta sou eu.
(Pedro Rabelo)