JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

DIA DOS PAIS!!!

Aos grandes poetas, peço desculpas por me atrever a tentar a arte, mas meu coração a doer, gritou estas palavras, que não cabendo mais em seu interior, esborraram por entre os meus movimentos, chegando ao papel para serem levadas pelo vento.
 
Quem sabe o mesmo vento que trouxe o beijo do meu pai, levará à imensidão onde ele se encontra o grito do meu coração?
 
Pai...
Sinto falta do seu olhar
Direcionando o meu
A ausência do seu sorriso
A minha vida entristeceu

Carrego em mim a herança
Da honra e dignidade
Que me deste desde criança
Com tanta suavidade

Choro a dor de não poder
Beijar-lhe meu pai amado
Receber as suas bênçãos
Após ter me abraçado

Apenas o vento me beija a face
Como um divino arranjo
Lembrando-me,  pai amado
Que agora se tornou anjo

E no mistério da existência
Onde mora a serenidade
Daniel, brilha, cintila
Bem além, na eternidade.

Da sua filha, que o amará eternamente...
                                               Cris.
 
Quem ainda puder, diga:
 
PAI, AMO VOCÊ!  FELIZ DIA DOS PAIS!.

RECEBI POR E-MAIL

'Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)

'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.'

(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)


'Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.'

(Jardel, ex-atacante do Grêmio)


'As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.'

(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)


'Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.'

(Jardel, ex-atacante do Grêmio)


'O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.'

(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)


'A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.'

(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)


'Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.'

(Jardel, ex- jogador do  Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)


'A bola ia indo, indo, indo... e iu!'

(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)


'Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.'

(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)


'Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.'

(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)


'No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.'

(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)


'Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.'

(Jardel, ex-atacante do  Grêmio e da Seleção)


'O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente...'

(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)


'Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.'

(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)


'Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.'

(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)


'O difícil, como vocês sabem, não é fácil.'

(Vicente Matheus)
Corinthians

'Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.'

(Vicente Matheus)
Corinthians

'O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.'

(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses) Corinthians
 
 
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domingo, 14 de agosto de 2011

DIA DOS PAIS

Para o Papai Josa Rabêlo

O dia da alegria chega
As tristezas vão embora
A felicidade aconchega
Não é com muita demora

Para ficar na memória
Este dia que é do PAI
Hoje fazemos história
Para você meu PAPAI


Um milhão de beijos das sua filhas?
Marianna Lays & Marya Fernnanda

FRASE DA SEMANA

"Quando fizer projetos para uma ano, plante arroz. 
Quando fizer projetos para dez anos, plante árvores.
Se os os projetos forem para a vida inteira, eduque uma pessoa."
(Provébio Chinês)

SEMANA DOS POETAS (COLETÂNEA DE VERSOS)


“O corpo inteiro da rosa
Grande mistério resume.
Cada pétala é parte nobre,
Mudando só o volume,
Porque mesmo sendo parte
Conserva o mesmo perfume”
(Dedé Monteiro)

“Olhando para nós dois
Muitas vezes me comovo,
Se acaso o nosso romance
Cair na boca do povo...
...Pode terminar agora,
Mas depois de uma hora,
Começa tudo de novo”.
(Felipe Jr.)

“Eu partir ainda novo
D’uma pra outra cidade.
Andei num “balão de sonhos”
Voei de contra vontade.
Quando o vento me parou
Veio o guarda e me multou,
Aqui não passa saudade”.
(Aldo Neves)

Tuparetama, 14/08/2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

DEVOLVA MEU VIOLÃO!!!

DO POETA PAULO RABÊLO PARA HÉRCULES...

Meu poeta cantor, nossa amizade.
Vale mais que trezentos violões

"Este tema está aberto aos poetas de plantão"...

Um centavo de um riso vale mais
Que a falsa risada do milhão
Se a paz não estar na multidão
Eu prefiro sozinho ter a paz.
Tua voz é um quadro que se faz
Cor as cores mais belas das canções
Aflorando de fez as emoções
E pondo arrobas de peso na saudade.  
Meu poeta cantor, nossa amizade.
Vale mais que trezentos violões.

Mote e Glosa: Paulo Rabelo.

Não se mede com medidas nem tostões
O que vale um amigo de verdade
Pra dizer quanto vale uma amizade
O poeta fala até com seus botões
O poeta vem com motes e refrões
Neste canto de paz que agora ecoa
Sinto ainda dois acordes que magoa
Que destoa o equilíbrio e a razão
E o poeta que toca com o coração
Sabe bem quanto vale uma pessoa

É grandeza quem perde e ainda perdoa
Mas eu falo pelo bem de estimação
Digo a Hércules que esse violão
Para o dono já é quase uma pessoa
Falo em verso, poesia, canto e loa
Que esse dono perdoa, mas carece
Ele manda um recado e uma prece
Pra você sentir bem o que é uma dor
Meu amigo poeta, meu cantor
A viola é do bem de quem merece

O carinho de uma amizade amolece
Faz viola e canção mudar de cor
Fez poeta cantar a sua dor
Canta amor ao amigo que se esquece
Que a ausência da viola o adoece
Deixa o dono de noite sem dormir
Digo amigo sem somar nem dividir
Sem usar matemática nem ciência
Use amigo cantor a sua consciência
Que a gente quer ver o poeta sorrir

Petrolina/PE, 13/08/2011
Hélio Ferreira 



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

DESERTIFICAÇÃO IMINENTE

JESUS ?

O que mais se vê nas estradas no Pajeú, diariamente: caminhões carregados de madeira... o que menos se vê: fiscalização e controle contra o desmatamento ilegal
 DO BLOG: TÁRCIO VIU ASSIM 2



NO LOMBO DE UM CAMINHÃO...

A caatinga virou grana

Meu sertão ficou deserto
Meu chão ficou descoberto
Essa carga não me engana
Lá se vai dona imburana
Lá se vai minha aroeira
Lá se vai burra-leiteira
No lombo de um caminhão
Lá se vai o meu sertão
E minha vida catingueira

Petrolina/PE, 11.08.2011

Hélio Ferreira

terça-feira, 9 de agosto de 2011

ENTRE UMA FLOR E UM ESPINHO

POETA MAVIAEL MELO

Entre uma Flor e um Espinho

Joguei um verso no ar
Buscando a sinceridade
Não procurando a verdade
Mas a verdade que há
E procurando encontrar
Se encontrando, entender
O fio que ainda vai tecer
A razão, talvez me iludo
Não tem nada como tudo
Quando a razão é querer

Não sei se vou compreender
Esse sistema fadado
Mas estarei do meu lado
Querendo sempre viver
Se apanhando, aprender
Olhando sempre pra frente
Sentindo cada batente
E cada olhar amiúde
Se eu não fui porque não pude,
Irei tentar novamente

Porém tentar diferente
Com outra força no traço
Aquecendo cada abraço
Conforme o coração sente
E doutro verso docente
Beber na fonte da alma
Virando a mão pra que a palma
Recolha a sabedoria
Para que noutra poesia
Eu possa encontrar a calma

E assim sentindo outro verso
Jogado ao ar pelo vento
Tecerei fios ao relento
Na razão desse universo
Onde eu encontro o acesso
Da pisada em meu caminho
Onde tecerei o linho
Para aquecer cada inverno
Nesse trilhar tão eterno
Entre uma flor e um espinho.


FELIPE JR. POETISAUDOSIANO

PRA REFLETIR...



OUTRO CENÁRIO

Eu prefiro que não mais nos vejamos...
É difícil viver na ansiedade
De querer, vendo que nos separamos
Por trezentos quilômetros de saudade.

É verdade que nós nos desejamos

Através d’uma espontaneidade,
Mas o que mais maltrata é ver que estamos
Separados (metade sem metade).

Só te peço que leves na bagagem

Um soneto servindo de mensagem
Que terá: “Meu amor foi verdadeiro!”

Depois disso, num canto solitário,

Poderemos viver outro cenário...
Mas vai ser diferente do primeiro.

Felipe Júnior

Recife, 07 de agosto de 2011


DE CARA COM A POESIA - Felipe Júnior


A CAPELA DOS GROSSOS* FOI CENÁRIO
PRA HISTÓRIA DE AMOR QUE NÓS VIVEMOS


*Grossos: distrito de São José do Egito/PE
Na novela de amor que nós criamos
Cada um fez de si protagonista
E nas cenas tu foste a grande artista...
Fielmente nós dois nos entregamos.
Através dos olhares imploramos
Essa pura paixão que nós tivemos
Dentro de três palavras prometemos
Sermos um nesse mundo imaginário.
A capela dos Grossos foi cenário
Pra história de amor que nós vivemos.

Bem na frente se via uma capela
Em que Deus aprovava dando o visto
E depois assinava Jesus Cristo
Decretando a excelência da novela.
Nos meus braços olhava o corpo dela
E depois desse olhar nós dois pudemos
Contemplar um ao outro, então nos vemos
Num veículo de amor, nosso sacrário.
A capela dos Grossos foi cenário
Pra história de amor que nós vivemos.

Entre o quente do corpo e a noite fria,
Vendo o sol da paixão na madrugada,
Nossa temperatura em disparada,
Um pecado à metereologia.
E na pausa do beijo, uma poesia
(coisas que só nós dois é que entendemos)...
Bem depois de um soneto é que nós cremos
Que a paixão foi sem dúvida o itinerário.
A capela dos Grossos foi cenário
Pra história de amor que nós vivemos.

Teu olhar me fitava e eu senti
Que tu eras pra mim a minha meta
Não serei para ti mais um poeta,
Mas serei o poeta para ti.
Talvez não seja bom citar aqui
O conceito de amor que nós dois temos,
Pode ser que os sinônimos que dizemos
Não mais caiba no nosso dicionário.
A capela dos Grossos foi cenário
Pra história de amor que nós vivemos.

Como abelha distante do jardim,
Tentarei ser bem mais explicativo,
Eu me sinto até mesmo um morto-vivo
Sem teu corpo presente junto a mim.
Mas se acaso esse caso levar fim
A certeza que eu tenho é que perdemos
Assim é que nos distanciaremos
E o final do capítulo é sanguinário.
A capela dos Grossos foi cenário
Pra história de amor que nós vivemos.

Não serei da novela mais ator
Também não farei parte deste elenco
E na vida real é que eu despenco
Por motivos fiéis ao teu amor.
A caneta será da minha dor
Companheira fiel onde haveremos
De compor num papel que escreveremos:
“Eu te amei. Assinado, teu Nazário.”
A capela dos Grossos foi cenário
Pra história de amor que nós vivemos.

Poeta Felipe Júnior

Tabira, 28 de julho de 2011

ESTRADAS SERTANEJAS


domingo, 7 de agosto de 2011


TOMO NOTA EU FAÇO CONTA...














As estradas do pajeú (sertão pernambucano) parecem com o solo de morte, quer dizer de marte. Pensando bem, são de fato as 02 (duas) coisas. Pois a situação tem provocado acidentes e morte de quem  tenta trafegar nas estradas da região. Alguns blogueiros denunciam a falta de respeito e compromisso do governador Eduardo Campos "Arraes" em resolver a questão que perdura por muito tempo. Nos últimos dias ele (o governador - que eu votei por duas vezes) disse que iria resolver o problema e o povo mais uma vez acreditou, começou mal. Demonstrando total desprezo ao povo da região ordenou o serviço, porém com material vergonhosamente impróprio. Vejam na foto. Estão tapando os buracos com "barro". Material que não aguenta nem um chorinho do céu.

TOMO NOTA EU FAÇO CONTA

Digo agora sem mistério
Veja quanto despautério
Nada mais parece sério
Olhe bem pelo que eu vejo
O governo é tão bizarro
Tapar buracos com barro
É querer tirar um sarro
Com a cara do sertanejo

Porém falo nesse ensejo
Isso é falta de traquejo
Uma obra de caranguejo
Faz o povo andar pra trás
Se Arraes hoje desaponta
Tomo nota eu faço conta
E se isso é uma afronta
Nunca mais eu digo Arraes

Petrolina/PE, 07/08/2011
Hélio Ferreira