JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PARABÉSN TUPARETAMA PELOS 50 ANOS DE LUTAS, ALEGRIAS E VITÓRIAS!!!

Tuparetama

(Poema do livro Flores da Noite – Lima Júnior)

Tuparetama tutora de minha infância querida,
Cenário da minha vida, palco de mil ilusões.
Cada esquina uma lembrança, cada passo uma esperança,
Coisas que o tempo na cansa, Musa das minhas canções!

Fui moleque genioso brincando nos teus quintais,
Fiz florir meus ideais, seguindo caminho à fora.
Perdi minha mocidade, minhas forças na metade,
Restou-me só a saudade, do que já fomos outrora.

Às margens do Pajeú, Tuparetama descansa,
Lembro-me, quando criança neste rio me banhei.
O verão chega sem jeito, leva as águas mostra o leito,
Mas, quando chover direito, outros banhos tomarei.

O tempo passou varrendo,Tupã, meus gestos e amores,
Deixando-me aos dissabores da saudade que me traz.
Perdido pelos teus bares, decantando teus luares,
Sentindo triste pesares, do que não volta jamais.

Tupã, as coisas estão mudando assim lentamente,
Eu - piorando somente, tu – somente a melhorar,
Quero ter incinerados, meus resto mortais, jogados
Em ti, por todos os lados, pra nunca te abandonar!

segunda-feira, 9 de abril de 2012


COM O PINCEL DA POESIA
PINTO O PAINEL DO INFINITO
Mote e Glosas: Josa Rabelo

Em busca de novas eras
E horizontes afins
Irei criar meus jardins
O cosmos e suas esferas
Pinto os pulos das panteras
Pinto um aboio bonito
Do Acauã o seu grito
Da criança a alegria
Com o Pincel da Poesia
Pinto o Painel do Infinito

Eu pinto a cor da Paixão
Pinto olhar apaixonado
Eu pinto o sertão molhado
A ave de arribação
O gado na apartação
Da religião o rito
Pinto Lula, o meu Mito
Pinto o sol que irradia
Com o Pincel da Poesia
Pinto o Painel do Infinito

Pinto um drible de Neimar
A elegância de Didi
O andar do Jabuti
A águia no seu plainar
O canto do Sabiá
Meu São José do Egito
Pinto, escrevo e acredito
Na intersecção de Maria
Com o Pincel da Poesia
Pinto o Painel do Infinito

domingo, 8 de abril de 2012



Minha Vida na Outra Vida
Baseado em Fatos Reais
Assista Online e na Íntegra
MINHA VIDA NA OUTRA VISA - BASEADO EM FATOS REAIS!
A música é linda e a história real. O tema é a reencarnação e o filme, "Minha Vida na Outra Vida", conta a história de Jenny, uma mulher do interior dos Estados Unidos, que tem visões, sonhos e lembranças de sua última encarnação, como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu na década de 1930. Intrigada, Jenny sai em busca de seus filhos da vida passada. Tem início uma jornada emocionante. Jenny é magistralmente interpretada pela renomada atriz Jane Seymour, de Em Algum Lugar do Passado. Só que, desta vez, não se trata de ficção, mas de realidade.


O filme emociona pelas profundas reflexões que provoca a quem o assiste. É impossível não se emocionar.

Abordando conflitos familiares, vida e morte, mas especialmente lembranças de outras vidas e reencarnação, a produção soube bem reproduzir a realidade vivida por Jenny Cockell. Ela via-se em outra época e lugar, como jovem mãe, em recordações domésticas de sua pequena casa de campo. Mãe de vários filhos morreu de complicações de parto, 21 anos antes do novo nascimento, atualmente na personalidade de Jenny.
As visões e sonhos levaram-na a pesquisar o próprio passado e a reencontrar os filhos da existência anterior, agora idosos. Uma autêntica lição de amor envolve os personagens, trazendo toda a lógica da reencarnação de maneira muito clara, simples, objetiva. E faz pensar.

POETAS DA SEMANA



Num prazo de validade
Eu já vejo o conteúdo
Mesmo sem dá nem um toque
O seu telefone mudo
No eco dos meus ouvidos
Já está me dizendo tudo
                              (Aldo Neves)

Todo ébrio afoga as mágoas
Na última dose de gin
A saudade bate forte
Depois que o amor tem fim
Meu silêncio sem falar
Já fala tudo por mim
                        (Aldo Neves)

MOTE: HOJE A SECA FAZ MORADA
             NA PORTA DA PRECISÃO
(Dió de Santo Izidro)

Todo mundo é peregrino
Depois que a seca lhe assola
Um pedinte pede esmola
Num saco de pano fino
Uma mãe chama o menino
E pega nos dedos da mão
Pra ir olhar um fogão
E uma panela emborcada
Hoje a seca faz morada
Na porta da precisão
                         (Aldo Neves)

Vaqueiro atrás d’um garrote
Quando acha é a carcaça
Pois tão grande é  a desgraça
Ao v esse ao pé de um serrote
Não se acha um caçote
Cantando num cacimbão
Que invés da água o chão
Pela vista é alcançada
Hoje a seca faz morada
Na porta da precisão
                             (Jânio Leite)

Vejo o sertão intranquilo
Com a seca castigando
Só vejo o Grilo cantando
E o Tetéu dando um cochilo
Quem vendeu feijão por quilo
Já tá comprando feijão
 E a seca deixa o sertão
Sem esperança de nada
Hoje a seca fez morada
Na porta da precisão
                             (Aldo Neves)

Vesse um cabrito berrando
E a cabra sem ter mais leite
Mamona não dá azeite
Por ter os pendões secando
Sertanejo lamentando
E apela por salvação
E agora no meu sertão
Tem pedinte pela estrada
Hoje a seca fez morada
Na porta da precisão
                            (Jânio Leite)

POR AMOR FOI OFERTADO
NA MESA DA SALVAÇÃO
Mote: Josa Rabêlo

Quem sua fome saceia
Por mais feliz que esteja
Vai à porta da igreja
De quatro pra quatro e meia
Canta de barriga cheia
Com o rosário na mão
Que um pedaço de pão
Muita fome tem salvado
Por amor foi ofertado
Na mesa da salvação           
                         (Aldo Neves)

Foi Jesus filho de Deus
Que ele nos ofertou
E depois crucificou
Pra salvar os filhos seus
E hoje nos dias meus
Cada qual como cristão
Se seguissem sua lição
Poucos teriam pecado
Por amor foi ofertado
Na mesa da precisão
(Jânio Leite)

MOTE: SAUDADE QUE MATA UMA DISTÂNCIA
             DIMINUI A DISTÂNCIA DA SAUDADE
(Poetisa Dekiane)

Sou o ontem pensando no depois
Como o pássaro precisa do seu ninho
O amor necessita de carinho
Como a vida nos trás muitos complôs
É a noite uma cama pra nós dois
E nos trazendo a maior ansiedade
Quatro olhos chorando o pranto invade
Com dois corpos sentindo a mesma ânsia
A saudade que mata uma distância
Diminui a distância da saudade
                                            (Aldo Neves)

MOTE: SE TIVER POR AQUI UM NORDESTINO
              VAI CHORAR COM SAUDADE DO SERTÃO

Quer saber novidade da terrinha
Trago tudo guardado em meu arquivo
Manoel Pedro Clemente ainda está vivo
Marinês viuvou está sozinha
Zé Ramalho apartou-se de Amelinha
Os Batistas perderam o último irmão
A velhice envergou Frei Damião
E uma vaca matou Zé Marcolino
Se tiver por aqui um nordestino
Vai chorar com saudade do Sertão
                                              (Ivanildo Vila Nova, numa cantoria em São Paulo)


MOTE: SECA A PALHA DO MILHO BONECADO
              NA QUENTURA DO FOGO DO VERÃO

Murcha a folha do milho e se pendura
Parecendo que está  desprotegida
Uma parte da terra é ressequida
Nordestino não sonha com fartura
Vinte metros de um poço é fundura
Muitas vezes nem dá pra ver o chão
Não tem água que encha um caldeira
 Que só pranto do povo tem minado
Seca a palha do milho bonecado
Na quentura do fogo do verão
(Aldo Neves)

O poeta Aldo Neves fez um dia a´pos o aniversário de Josa Rabêlo...

Ô amigo agradeça vez em quando
Que a estrela se apaga depois brilha
Pela mãe, os amigos e a família
Que você já tem preso em seu comando
Onde a tarde eu ouvi telefonando
Mas eu estava em outra freguesia
Já cheguei a noitinha ao fim do dia
Agradeço o convite ao que me resta
Não estava presente em  tua festa
Mas te dou um presente em poesia

quinta-feira, 5 de abril de 2012

EM PRIMEIRA MÃO!!!!

VALMIR TUNU, PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO  DE TUPARETAMA

ESPEDITO MARQUES, CANDIDATO A VERADOR EM TUPARETAMA

Afastaram-se de suas Funções de Secretariado, no dia de ontem, 04 de abril,  para Concorrerem ao Próximo Pleito Eleitoral, o Secretário de Transportes de Tuparetama, Valmir Tunu, para Concorrer ao Cargo de Prefeito, como Pre´-Candidato a Sucessão de Sávio Torres e o Secretário de Obras, Expedito Marques, que concorrerá à uma Vaga na Câmara de Vereadores.

BOA SORTE AOS DOIS!!!

terça-feira, 3 de abril de 2012

SEVERINO SOUTO SIQUEIRA


A MINHA SINGELA HOMENAGEM À FIGURA DE SEVERINO SOUTO SIQUEIRA, 1º PREFEITO ELEITO DE TUPARETAMA - PE

Antes, Vila Bom Jesus,
Hoje, um bela cidade,
Graças à sagacidade
D’um homem de brilho e luz
Hoje devemos da Jus,
A que iniciou o processo
Em prosa, em rima e verso,
Por tudo que realizou
Severino iniciou
Uma história de sucesso

Por tudo que realizou
Seu trabalho dedicado
Um homem obstinado
Exemplo de trabalhador
Um grande predecessor
Do progresso atual
Severino o principal
Ícone de honradez
Por tudo que ele fez
Merece ser imortal

Uma grande companheira
Zefinha Helena querida
Que foi exemplo de vida
Para uma nação inteira
Sempre esteve na “Esteira”
Sempre teve envolvimento
Sempre trazendo um alento
Ao mais necessitado
Por isso muito obrigado
Aos dois no firmamento


Lá no céu se tem cidade
Deus que é bom e é perfeito
Severino é o prefeito
Devido à honestidade
Com as contas da cidade
Com o movimento diário
Não importa o calendário
Seja na hora precisa
Tinha sempre na camisa
As contas do seu Erário

Na sua grande missão
Para administrar
Sempre estava a trabalhar
Na hora da precisão,
De pedreiro, artesão,
De fiscal ou de servente,
Não fugia do batente,
No campo ou na cidade
Era grande a vontade
De defender sua gente

A Cinquentenária cidade
Deve prestar homenagem
À quem com afinco e coragem
Foi exemplo de lealdade,
Um defensor da verdade,
Um homem de honra e glória
Que fique em nossa memória
Sua história sua lida
O seu exemplo de vida
Deve ficar NA HISTÓRIA!!!!

(Josa Rabêlo, 03 de abril de 2012).

domingo, 1 de abril de 2012

VERSO DO DIA


Terra amada cidade alvissareira
Onde eu tive a infância colossal
Eu brincava de cavalo de pau
De pião,velocipe e baladeira
Carrapato, garrafão, barra bandeira
Uma tal de correia que era quente
Que os pais sem entender muito agente
Completava o final da brincadeira
Eu não posso passar a vida inteira
Sem saudar minha terra num repente

(joel junior)cinquentenário!

SONETO DO DIA


 
‎-Quanta insônia na alma do poeta,
O que há ? Indagou quem vem andando,
''Eu não posso acordar,andar sonhando?
Deixe está... Minha vida está completa!

Eu conheço a razão que me afeta
E por isso eu deixei-a caminhando
De que vale dormir se estou clamando
Pra a musa se acorde mais discreta.

Tu que olhas de longe o sono ausente
Jamais podes notar que está presente
Minha amada e eterna companhia,

Nessas noites que o sono nunca vem
Eu consigo acordada ir mais além
Pra dormir sob os braços da poesia.''

FILME DA SEMANA


  • Sinopse


    Junto com bandidos perigosos, Mary Bryant é enviada, no final do século 19, para a Austrália, a colonia penal da Inglaterra. Depois de uma viagem de 251 dias nas piores condições, eles chegam a primitiva Botany Bay, e Mary dá a luz a uma menina. Em fave das duras condições do local, Mary, seu marido e 5 outros condenados decidem tomar seus destinos em suas mãos e roubam ao Timor, uma colônia holandesa. Lá, passando por sobreviventes de um naufrágio, são aceitos na alta sociedade. Mas, no encalço deles está o comandante Philip.