JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

terça-feira, 12 de junho de 2012

DIA DOS NAMORADOS


I Coríntios 13 (Apóstolo Paulo)

 

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor
.



 
No viver da gente, na alegria e dor! 
Se quem mais ama, nega-se ao temor
Das circunstâncias, que quem ama sente.
Se quem mais jura por amor, e mente,
Sabe as conseqüências de um desamor.

Que dizer do amor, se nem mesmo os sábios,

Nem os poetas, que o tem nos lábios,
Pouco disseram, mas sentiram tanto!

Que o amor liberte o seu condutor

Ou mantenha preso sob leis do amor,
Mas que jamais perca seu real encanto!

OPOSIÇÃO DEFINE CANDIDATOS EM TUPARETAMA

EM PRIMEIRA MÃO: IVAI CAVALCANTE É O VICE DE DÊVA PESSOA. PT e PC do B se unem aos partidos de oposição

Ivai e Deva. Os professores candidatos
É a maior surpresa, até agora, deste ano eleitoral em Tuparetama:  Ivaí Cavalcante (PC do B), Danilo Augusto (PT) e correligionários deixaram a base aliada do prefeito Sávio Torres (PTB) e passam a compor o grupo de oposição. 

Em conversa com os partidos PSD, PR e PDT , que apoiam a candidatura de Dêva Pessoa (PSD) para prefeito de Tuparetama, os partidos PC do B, PT, PTC e PV fecharam seu apoio com o candidato e indicaram o nome de Ivaí Cavalcante para compor a chapa majoritária da oposição, como vice.  

Ivaí Cavalcante é professor de matemática e ex-diretor de Esportes do governo Sávio Torres.  Até agora se apresentava como pré-candidato a vereador pelo PCdoB e somente na noite desta segunda-feira (11/06) decidiu aceitar o convite para vice de Dêva Pessoa.

A adesão dos partidos PT, PTC, PC do B e PV traz um novo alento à oposição que até bem pouco tempo "patinava" sem ter sequer um candidato definido.  Com a desistência de Vitalino e Vanilda Patriota de concorrer nas eleições deste ano e suas declarações de neutralidade, os partidos de oposição se reuniram e fecharam acordo em torno do nome de Dêva Pessoa como candidato.  A indefinição do nome do vice parece ter chegado ao fim com o "sim" de Ivaí Cavalcante.  

Os dois passam a compor a "chapa dos professores de matemática". Conseguirão somar forças e multiplicar os votos?
FONTE: TÁRCIO VIU ASSIM 2

domingo, 10 de junho de 2012

AOS: COMUNICADORES DO BRASIL!!!!!

A FUMAÇA DO LIXO CULTURAL
NOS POLUI,NOS AFRONTA E NOS ESTRAGA
OFUSCANDO A HERANÇA QUE UM GONZAGA
NOS DEIXOU NO CENÁRIO MUSICAL
É PRECISO UMA AÇÃO MAIS RADICAL
PROTEGENDO UMA ...EU TAVA NA PENEIRA...
ASSUM PRETO OU ENTÃO MULHER RENDEIRA
JAMAIS PODEM CAIR NO ESQUECIMENTO
PRECISAMOS FAZER UM MOVIMENTO
EM DEFESA DA MÚSICA BRASILEIRA!!

SÃO OS RITMOS DE HOJE SEM SENTIDOS
NÃO CONHECEM A ESSÊNCIA DA POESIA
TODA LETRA POSSUI PORNOGRAFIA
QUE INCOMODA DEMAIS OS MEUS OUVIDOS
MÁS NA MÍDIA SERÃO SEMPRE EXIBIDOS
POIS O POVO SÓ GOSTA DE BESTEIRA
EU JAMAIS VOU ABRIR MINHA CARTEIRA
PRA GASTAR COM ARTISTA SEM TALENTO
PRECISAMOS FAZER UM MOVIMENTO
EM DEFESA DA MÚSICA BRASILEIRA.

É PRECISO ELEVARMOS NOSSAS QUEIXAS
NÃO DEIXANDO A CULTURA SUCUMBIR
PASSAR NOITES DE INTEIRAS SEM DORMIR
COM OS OLHOS COBERTOS DE MADEIXAS
PRA NÃO VÊ AS CANÇÕES DE RAUL SEIXAS
ENVOLVIDAS NUMA NUVEM DE POEIRA
SERGIO REIS E O MENINO DA PORTEIRA
NÃO PERMITO QUE FIQUEM NO RELENTO
PRECISAMOS FAZER UM MOVIMENTO
EM DEFESA DA MÚSICA BRASILEIRA.

EU DEFENDO A VIOLA DE TIÃO
DE ALMIR SATER,TONICO E DE TINOCO
A AUTÊNTICA CULTURA DO "CABÔCO"
QUE NEM SEMPRE VAI NA TELEVISÃO.
XORORÓ CANTAR JUNTO COM CHITÃO
A LEGÍTIMA CANÇÃO DA GALOPEIRA
E ROMARIA QUE UM RENATO TEIXEIRA
HÁ COMPÔS COM BASTANTE SENTIMENTO
PRECISAMOS FAZER UM MOVIMENTO
EM DEFESA DA MÚSICA BRASILEIRA.

EU DEFENDO O FORRÓ DE MARINEIS
GRANDE ÍCONE DA MÚSICA NORDESTINA
FORAM POUCOS IGUAIS A ELIS REGINA
PRA FAZER PELA A MÚSICA O QUE ELA FEZ
OUTRO GRANDE CANTOR É NANDO REIS
ACHO LINDA DEMAIS SUA CARREIRA
NEM PARECE COM ESTA BABOSEIRA
QUE ENCONTRAMOS NA MÍDIA NO MOMENTO
PRECISAMOS FAZER UM MOVIMENTO
EM DEFESA DA MÚSICA BRASILEIRA.

GLOSA:JÚNIOR ADELINO
MOTE:CLÓRIS ANDRADE

DIVULGADA PROGRAMAÇÃO DE FESTA!!!!

FOI DIVULGADA HOJE A PROGRAMAÇÃO DA FESTA DE SÃO PEDRO 2012 DE TUPARETAMA, que acontecerá em julho.

FONTE: TÁRCIO VIU ASSIM 2

FRASE DA SEMANA

"Quem tem luz própria, incomoda quem está no escuro". 
(Autor Desconhecido)

FILME DA SEMANA



  • Sinopse
    Uma pessoa é baleada num beco. A assistente de um congressista é assassinada em frente ao metrô. Estas duas mortes parecem estar desconectadas, sem uma ligação comum. Mas não para o impetuoso Cal McAffrey (Russell Crowe), repórter veterano que investiga uma rede de conspiração prestes a ser descoberta. Com um passado turbulento marcado pela sua relação de amizade com Stephen Collins (Ben Affleck), o congressista cuja assistente foi morta, Cal começa a entrelaçar pistas que o levam a um esquema corporativo repleto de profissionais oportunistas, informantes e assassinos. Della Frye (Rachel McAdams) é a novata redatora que apóia McAffrey e o acompanha durante toda a investigação. Mas quando o jornalista chega perto da verdade, ele deve decidir se vale a pena pôr sua vida em risco e vender sua alma para conseguir uma bombástica história.

RECEITA DA SEMANA

Receitas de Comidas » Receitas de Bolos » Bolo de Milho para Festas Juninas

Bolo de Milho para Festas Juninas

Bolo de Milho para Festas Juninas

Por Sergio Coelho.
Ingredientes:

5 ovos
1 xicara de oleo
2 xicara açucar
2 xicara farinha de trigo
1 colher fermento em pó
2 lata de milho verde

Preparo:

Bater no liquidificador o milho,oleo e o ovos.
Em um recepiente colocar o liquido batido, acrescentar farinha, açucar e o fermento Misture tudo com uma colher Vai ficar uma massa grossa.
Em uma forma untada e farinhada colocar a massa.
Levar ao forno pré aquecido 40 minutos.

POETAS DA SEMANA


A IMAGEM DE UMA SECA

ALDO NEVES E DIÓ DE SANTO IZIDRO

ALDO NEVES
A imagem de uma seca
É faltar cheiro na flor
Uma Acauã gritar perto
Da boca de um  corredor
E um vaqueiro chorar longe
De um boi que a seca matou

DIÓ
Pois pintar a seca eu vou
Na minha imaginação
Na vaca morta de fome
Tá sem água o cacimbão
Numa panela vazia
Na mesa da precisão

ALDO NEVES
Chorando um filho sem pão
“Manheceu” o dia em jejum
Vendo a barriga vazia
Sem feijão e jerimum
E a vaca com quato peitos
Na sai de leite em nenhum

DIÓ
Pintar a seca é comum
Mas eu acho diferente
Quem sabe o que é a seca
Ouvindo revelar sente
É a falta de alimento
Na boca de inocente

ALDO NEVES
A vaca rangendo o dente
Sem abelha no cortiço
E um pobre se lastimando
Pés descalços sem serviço
Quem se criou no nordeste
Já passou por tudo isso

DIÓ
Tenho que dizer por isso
Seca maior não terá
O bode escapa comendo
Essas folhas de juá
E abelha sem ter flor
Se alimenta em saburá
ALDO NEVES
É ruim de encontrar
No sertão do pajeú
Quando a seca agarra a gente
Ver morada de tatu
E o gado espiando a boca
Comendo mandacaru

DIÓ
Retratando o pajeú
Isso não é anedota
O touro cabeleando
A bezerra e a garrota
Comendo os últimos dos talos
Da ração que o dono bota

ALDO NEVES
Camponês chora a derrota
Solitário sem alegria
Planta o solo e nada nasce
Nem feijão, nem melancia
E o gado berra com sede
Vendo a cacimba vazia

DIÓ
Retrato com agonia
Isso aí é uma prova
Cai as folha que estão velhas
Quando chove ela renova
Mas sem chuva o grão que nasce
Morre por cima da cova

ALDO NEVES
Pra o homem a maior prova
Vendo a seca castigando
A vaquinha magricela
Sem ter chocalho tocando
Vai um mói de mosca atrás
E um urubu lhe acompanhando

DIÓ
A seca eutou retrantando
Na minha imaginação
Sem palma, capim,  agave
É triste a situação
A vaca olha pra o dono
Urra pedindo ração



ALDO NEVES
É triste a situação
Depois que a crise passou
Canta triste o sabiá
Triste vendo o sol se por
Morrendo um sapo de sede
Onde a cacimba secou

DIÓ
O que a seca retratou
É o que a gente relata
Não tem capim no baixio
Nem folha verde na mata
O vaqueiro se aperreia
E o fazendeiro se mata

ALDO NEVES
Não tem mais leite na mata
Nem coalhada a merendar
Não tem o pássaro que canta
Nem vaqueiro a aboiar
E  o patrão guarda o gibão
Sem ter o que campiar

ALDO NEVES
Pra seca se retratar
Na minha lembrança sai
Procurando o alimento
A vaca parida vai
O bezerro quer o peito
Bate sem força e cai

ALDO NEVES
Pra canto que vai
É o maior sofrimento
Berra uma vaca sofrida
À falta de alimento
Olha berrando pro dono
“Com isso eu me sustento”.

DIÓ
Pois a seca é sofrimento
Devido ao que preparou
Esperamos o inverno
Mas a chuva não chegou
E só sabe o que é a seca
Quem no meu sertão morou



ALDO NEVES
E o homem que viajou
Sentindo a crise que aperta
Vejo o meteorologista
Sem saber se tudo acerta
E berra uma vaca com sede
Bezerro de boca aberta

DIÓ
No peito o bezerro aperta
E alguma espuma pingou
Chupou tanto e nada encontra
No peito que ele chupou       
Viu a espuma no chão
Baixou a boca e cheirou

ALDO NEVES
A vaca magra ficou
Escorou-se na cancela
No inverno já foi gorda
Com seca não fica bela
Vira uma cacimba suja
Por entre uma outra costela

DIÓ
Vendo a vaca magricela
Isso eu não posso negar
Tá procurando ração
Cansou mas não via achar
E o dono sente tristeza
Não acha pasto pra dar

ALDO NEVES
Camponês a viajar
Levanta  de madrugada
Consegue um matulão sujo
A chibanca e a enxada
E a procissão de mendigos
Toma conta da estrada

DIÓ
Mas como seca e malvada
Seca pra nós desanima
O gado arrepia o pelo
Mostrando o jeito do clima
E depois come os talos secos
Que antes cagou por cima



ALDO NEVES
Eu vim á Várzea de Cima
Pra tomar uma aguardente
Vim atender um pedido
De Paulo que é meu parente
Que isso aí já faz parte
Desse cenário d’agente

DIÓ
Me desculpe realmente
Eu digo de coração
Se não fiz a seu agrado
Fiz a minha posição
Isso é cópia fiel
De uma seca do sertão



quinta-feira, 7 de junho de 2012

A DIVINA POESIA DIZ...

Ao faltar-me a poesia
A angústia dói mais forte,
O silêncio corta o peito
Sentindo a ausência da sorte
E minha sombra me assombra
Quando no rosto da sombra
Enxergo o riso da morte.
O medo é faca de corte
Que retalha a emoção,
E a pedra que amola
É a própria inspiração,
Se a poesia se ausenta
Poeta nenhum aguenta
As chagas da solidão
.


O MEU CORAÇÃO DE FLORES
NUNCA MAIS VIU PRIMAVERAS.
ACABOU SE ACHANDO VAGO
NA SOLIDÃO DAS ESPERAS
QUE UM CORAÇÃO NECESSITA
NÃO DE UMA CARA BONITA
MAS DE ATITUDES SINCERAS

Dudu Morais
AONDE MAIS SE PROMETE
É QUE O AMOR MENOS DURA.
QUEM FAZ POR ONDE DAR CERTO
NÃO FAZ “PREVISÃO FUTURA”
PORQUE A MENTIRA SE ESCONDE
POR TRÁS DA BOCA QUE JURA

Dudu Morais.

FUI TIRAR UMA XÉROX DO PASSADO
NO PAPEL SÓ SAIU O NOME DELA
Mote de Alexandre Morais

No baú da lembrança retirei

Um retrato que há tempos não mais via
E, sabendo que a imagem apagaria,
Corri na livraria e xeroquei.
Para minha surpresa quando olhei
Percebi que ficou uma sequela...
Ninguém sabe sequer quem era ela,
No entanto o papel tava assinado.
Fui tirar uma xérox do passado
No papel só saiu o nome dela.


 
Dos dramáticos fenômenos da Natura
O que me surprende em todos fatos
É ver nimbos pertinho de extratos
À dezoito quilômetros de altura
Eu não sei como a água se segura
Numa nuvem que tem pouca firmeza
Misturando quentura com frieza
E o relâmpago na hora que aparece
Rasga a tela da Nuvem e a água desce
Como é  grande o Poder de Natureza
(Pedro Bandeira)