JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

quarta-feira, 25 de julho de 2012

MENSAGEM LINDA, MARAVILHOSA, LIÇÃO DE VIDA!!!

OS TRÊS CONSELHOS

Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:  "Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois eu Serei fiel a você". Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O pacto foi o seguinte: "me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO.
Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho". Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse: "Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa". O patrão então lhe respondeu: "Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
-- Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta". Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "QUERO OS TRÊS CONSELHOS". O patrão novamente frisou: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro". E o empregado respondeu:
"Quero os conselhos". O patrão então lhe falou:
1. "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender e ser tarde demais." Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim: "AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa". O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: "Para onde você vai?" Ele respondeu:
"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada".
O andarilho disse-lhe então: "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez, e você chega em poucos dias". O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada. Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. "Pagou" a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro: e você não ficou curioso?
Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu: VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal. O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada... já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha no seu colo, um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele disse: - "NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA". Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com as lágrimas nos olhos lhe diz: - "Eu fui fiel a você e você me traiu...
Ela espantada lhe responde: - "Como? eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos. Ele então lhe perguntou: - "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer? E ela lhe disse: - "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO.
Quando você foi embora, descobri que estava grávida.
Hoje ele está com vinte anos de idade".  Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
 APÓS A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação. Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade... Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará... Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois... Espero que você, não se esqueça desses três conselhos e não se esqueça também de CONFIAR (mesmo que a vida muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).

terça-feira, 24 de julho de 2012

VERSOS DO DIA!!!!

 FAZER EM SILÊNCIO É LOUVÁVEL

Vou deixar de dizer aos “irmãos” meus
Que dividam seu pão com quem não tem
Vou pegar o meu pão partir também
Sem dizer a ninguém, somente a Deus
Nem que eu seja mais um dos “fariseus”
Vou fazer essa ação acontecer
Que um pão todo é capaz de me ofender
Onde muitos precisam de um pedaço
Vou deixar de dizer o que eu não faço
Vou tentar ver se faço sem dizer!

ZÉ ADALBERTO

Janio Leite
Tive tanta esperança em minha vida
De viver com você sempre ao meu lado
De repente o destino foi mudado
E eu sofri com o adeus da despedida
Hoje a dor que eu sinto é sem medida
 

E meus planos aos poucos se acabavam
E as cenas vividas se passavam
Igual folhas que o vento carregou
A borracha do tempo apagou
Meus rabiscos de sonhos que restavam


ANIVERSÁRIO DE VALDIR TELES, SÍTIO SERRINHA, JULHO DE 2012!!!!





















 

RETRATO EMPOEIRADO

Minha casa está hoje tão vazia
O silêncio implodiu meu coração
Eu me lembro de sua construção
Cada bloco de pedra que subia.

Cada tijolo, cada viga, me fazia
Me sentir por completo um cidadão
E hoje triste isolada e muito fria
Transformou-se no lar da solidão.

Pelas brechas da telha o sol invade
Luminando um restinho de saudade
Ouço Chico em meu radio ABC.

Na parede um retrato empoeirado
Me transporta de volta pro passado
Eu careço, eu preciso de você.

domingo, 22 de julho de 2012

POETAS DA SEMANA


Esse poetas genias... Depois de tanto falado, debatido, criado e recitado o tema SAUDADE é inesgotável... O poeta Leonardo Bastião, de Itapetim – PE, disse é essa magnífica sextilha:

Eu também plantei saudade
Numa pequena panela
E só de quinze em quinze dias
É que eu botava água nela
Pr’ela não crescer demais
Matar quem cuidava dela


MANOEL ATINGIU A PERFEIÇÃO
EM CONDUTA, BONDADE E POESIA
(Moura
Felizardo – Luis Homero)

Um espírito de luz incandescente
De um saber muito mais que literário
Todo dia rasgava o calendário
Com a força imortal de seu repente
Se bebesse cem doses de aguardente
Não tombava pra trás e nem pendia
Quase tudo na vida ele sabia
Tinha o censo de um “adivinhão”
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.

Se glosasse na mesa ou desse um tema
Retratava o mundo em duas linhas
A dureza do bico das galinhas
E a tristeza do sono da jurema
Colocava doçura em seu poema
Ninguém sabe de onde minaria
Abstrato do mel na ventania
Que carrega da pinha do oitão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia

Se alguém perguntasse como vai?
Vou prestando resposta imediata!
Pra chegar não marcava nunca a data
Nem dizia o momento quando sai
Um herdeiro legitimo do seu pai
Zé Filó doador da teoria
Se quisesse viver da cantoria
Tinha sido do mundo assombração
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.

Em conduta foi mais do que perfeito
Na bondade ninguém lhe imitou
Na poesia chegou e ultrapassou
Os limites da linha do seu peito
Se qualquer ser humano tem defeito
Eu discordo, em Filó não existia
Foi exemplo do mundo onde vivia
E hoje é mestre em outra encarnação
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia

O carão assustado não dormiu
Nos espinhos da velha quixabeira
O canário amarelo de aroeira
Avistou o palanque e não subiu
Foi embora o poeta que o Brasil
Por ser grande demais não conhecia
Ta de luto o baião da cantoria
Multiplica a saudade de Cancão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.

O semblante da paz foi estampado
No seu rosto coberto de verdade
Sempre quis demonstrar felicidade
Tudo quanto era bom queria mais
O carisma dos tempos de rapaz
Com um gesto bondoso transmitia
Fez travar o portão da ventania
E botou teto no vão da amplidão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia

Decantou os segredos naturais
Com grandeza e total conhecimento
A feiúra que tem o papa vento
Na faxina da cerca dos currais
Vaga-lume que pisca nos quintais
Na neblina testando a bateria
A zabumba do canto de uma jia
Quando a noite escorresse o cacimbão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.

Não gostava de ocupar ninguém
Disfarçava da raiva absoluta
Nunca quis medir força sem disputa
Era simples, vivei só pelo bem
Sua fonte vertia do além
Extraída da vã filosofia
Quase não recitava o que fazia
Tinha medo de sua imensidão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia

Comparou o balanço da morena
Com o leque sutil da carnaúba
E o seu corpo macio igual a fuba
Revestido da pele que serena
Sutileza do faro da Hiena
E da onça que sai da gruta fria
Deita em cima das mãos quando anuncia
Que a pressa já vem na direção
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.

Se um amigo ele fosse visitar
Com certeza levava algum presente
Possuía afeição pelo parente
Do ausente vivia a se lembrar
Tinha um jeito modesto de tratar
Quem chegasse na sua companhia
Se uma frase ferisse não dizia
Para não magoar um coração
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia

Sempre Com Você
      
Estarei com você no sonho terno
No pesadelo estarei se for preciso
Estarei com você se for inferno
Estarei com você se paraíso.

Nas manhãs mais românticas de inferno
Estarei com você no seu sorriso
Mas se o pranto pra te servi de terno
O teu lenço será meu improviso

Se um dia, a caso em teu caminho
Tu sentires fome de carrinho
Minha pele será teu alimento

Se não tiver ninguém ao seu redor
E a caso pensares que estais só,
Estarei com você no pensamento.

(Paulo Rabêlo) 


Sonho de Sabiá ( Cancão)

Um sabiá diligente
Voou pela vastidão
Mas por inexperiente
Caiu em um alçapão.
Depois de aprisionado
Ficou mais martirizado
Pensando no seu filhinho.
Implume sem alimento
Exposto a chuva e ao vento
Sem poder sair do ninho

Deram-lhe por seu abrigo
Uma pequena gaiola
Num casebre de um mendigo
Que só comia de esmola.
Só vivia cochilando
Com certeza imaginando
Sua liberdade santa.
Ia cantar não podia
Que a sua voz se perdia
Logo ao sair da garganta

Tornou-se a pena cinzenta
No rigor do seu castigo
Na saleta fumarenta
Da casa do tal mendigo.
Triste sempre arrepiado
Neste viver desolado
Ia um mês. vinha outro mês,
Assim completou um ano
Sentindo seu desengano
Nunca cantou uma vez.

Depois uma tarde inteira
O pobre do passarinho
Sonhou que ia à palmeira
Onde tinha feito o ninho.
Olhava em frente às campinas
Via por traz das colinas
A natureza sorrindo.
Ao sentir a liberdade
Pensou ser realidade
Sem saber cantou dormindo.

Depois sonhou que voltava
A terra dos braunais
Por onde sempre cantava
Junto aos outros sabiás.
Voava  nas ribanceiras
Pousava nas laranjeiras
Olhando o clarão do dia.
Voava através do monte
Voltava a beber na fonte
Que todas manhãs bebia.

No sonho via as favelas
Criadas nos carrascais
Voou baixo, pousou nelas,
Cantou os seus madrigais
Voltou, colheu os orvalhos,
Que gotejavam dos galhos
Dos frondosos  jiquiris.
Alegre abria a plumagem
Pra receber a bafagem
Das manhãs do seu país.

Foi a terra dos palmares
Atravessou toda flora
Voou por todos lugares
Que tinha voado outrora.
Passou pelos mangueirais
Entre outros sabiás
Cantou sonora canção.
O seu som melodioso
Estava mais pesaroso
Devido a sua emoção.

Viu a vinda do inverno
Nos quadrantes da paisagem
Ouviu o sussurro terno
Do bulício da folhagem.
Cantou todo arrebol
O brilho morno do sol
Morrendo nos altos cumes.
Sentia quando cantava
Que seu coração chorava
Com mais tristeza e queixumes.

Sonhou catando sementes
Num campo vasto e risonho
Se sentia tão contente
Que sonhou que fosse um sonho.
Olhava pra vastidão
Tocava  em seu coração
Um regozijo profundo
Todas delícias sentia
Às vezes lhe parecia
Vivendo fora do mundo.

Voou por entre os verdores
Atravessou as searas
Cantou pelos resplendores
Das manhãs frescas e claras.
Passou pelo campo vago
Bebeu das águas do lago
Posou sobre os arvoredos.
Entrou pelo bosque escuro
Aí sonhou um futuro
Tão triste que teve medo.

Depois  sonhou que estava
Trancado em uma gaiola
Ouvindo alguém que cantava
Na porta pedindo esmola.
Ao despertar de momento
Reparou seu aposento
Ouviu falar o mendigo.
Fechou os olhos pensando
Sentiu seu íntimo chorando
No rigor do seu castigo.

Ainda em vão procurava
Sair daquela prisão
Seu olhar denunciava
Piedade e compaixão.
Ao pensar na liberdade
A mais pungente saudade
Devorava o peito seu
Assim o cantor da mata
Ferido da sorte ingrata
No outro dia morreu.

Uma cortesia do amigo: Josa Rabêlo

FILME DA SEMANA

"Prova de Fogo"

Sinopse
No trabalho, o bombeiro Caleb Holt (Cameron) é um profissional que cumpre com todas as regras, sendo que uma delas é nunca deixar um companheiro para trás numa situação de perigo. Já em sua casa, ao lado da esposa Catherine (Bethea), as coisa são bem diferentes. Sempre ausente, depois de sete anos de união o casamento está chegando ao fim e eles estão decididos a se divorciar. Mas o pai de Caleb pede que ele inicie uma experiência de 40 dias a qual denomina “The Love Dare” (dia do desafio) na tentativa de salvar o casamento.
Impressões
É um filme impressionante sobre relacionamento entre o casal, mostra à necessidade de tolerância, atenção, amizade, dedicação, paciência. Recomendo para todos os casais, os que não tem problemas de relacionamento, ou distanciamento do parceiro (a), ou para os que têm refletir sobre a importância do Casamento.
Assisti a primeira vez quando ainda namorava, mas já o elegi como meu filme predileto, sempre estarei revendo para não esquecer os ensinamentos. Como todo filme de romance me sensibilizei, chorei e fiquei muito feliz com final, é claro. Fora os ensinamentos que me marcaram.
Então pessoal, quem tá namorando, casada (o), Noivas (os), união estável. 


VALE A PENA ASSISTIR e REFLETIR SOBRE SUAS ATITUDES EM SEU RELACIONAMENTO.
"A mudança deve acontecer de dentro para fora. Os seus pensamentos determinarão diretamente a forma que você vê o mundo. Pense positivo! Pense que você pode e que você é capaz de coisas maiores."
(Autor Desconhecido)

RECEITA DA SEMANA

Carne Seca Acebolada

Carne Seca Acebolada
Clique para ampliar a imagem
Ingredientes:
1kg de carne seca em cubinhos
3 xícaras de chá de água
3 cebolas grandes fatiadas
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de manteiga
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
salsa picada a gosto

Preparo:
- Vamos lá: em um recipiente despeje a carne e deixe de molho em água, na geladeira, por mais ou menos 12 horas trocando a água pelo menos umas 3 vezes.

Depois escorra a carne e coloque numa panela de pressão. Cubra com a água e leve ao fogo médio, cozinhe por 20 vinte minutos, após o vapor começar a sair.

Depois desligue, tire a pressão, abra a panela, escorra e reserve.

Numa frigideira, refogue a cebola em fogo baixo com óleo e manteiga por 10 minutos ou até dourar.

Adicione os cubinhos de carne e refogue por mais 3 minutos.

Transfira a carne refogada para uma travessa, e adicione a salsa picada.

sábado, 21 de julho de 2012

DOIS POETAS POETIFISOFANDO...

OLHA O QUE EU ACHEI NO FACE...
MEU CORAÇÃO TRAI SORRINDO
MAS CHORA NA RECAÍDA
PROMETE MAIS DO QUE CUMPRE
FAZ JURA, MAS É PERDIDA
QUE UM CORAÇÃO DIVIDIDO
NÃO SABE O QUER DA VIDA

Dudu Morais

    • Vinícius Gregório
      Só pegando na deixa, irmãozinho:

      Pois poeta, se decida,
      Que a lei da vida é assim:
      Tanto vale pra você,
      Quanto valerá pra mim,
      Quem não decide o que quer,
      Fica sem nada no fim.

      Um xero no coração.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

POETA SONETEANDO E POETIZANDO!!!!

Distantes

Não nos vemos direto, infelizmente,
Nosso amor já nasceu vendo a estrada...
Mas por um telefone a gente sente
Que a distância não muda quase nada.

Nós choramos, sorrimos facilmente...
Nesse amor nunca dá linha cruzada...
E fazemos poemas, de repente
Ou cantamos por toda a madrugada.

Muitas vezes compomos melodias
E entre assuntos, canções e poesias
A saudade da gente se mascara.

Se a distância esse amor nunca esmorece,
Por aí você tira o que acontece
Quando a gente se encontra cara a cara.

Vinícius Gregório
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”

Não mediste a dor da cena
De me deixar desse jeito...
A dor que sinto em meu peito
A qualquer um causa pena.
Tal qual uma madalena...
Trocaste-me num piscar.
Sem ninguém pra me escutar
Eu reclamo ao vão celeste:
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”

Se era pra tirar depois,
Melhor, antes não ter dado
Teu amor falsificado
Que me iludiu por nós dois.
Numa plantação de arroz,
O Pardal pode empestar.
No plantio do meu pensar,
A saudade é que é a peste...
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”

Se é grande a dor da saudade,
Pro poeta ela é maior...
Eu quis tê-la ao meu redor,
Mas foi só minha a vontade.
Apesar da pouca idade,
Envelheci de penar.
Esse amor é como um mar
Que eu “tô” nadando sem leste...
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”

Melhor que eu tivesse vindo...
Desprovido de ilusão,
Pra que as dores da paixão
Eu não tivesse sentindo.
Era melhor “tá” vestindo
O “véu” do “vagabundar”,
Não me envolver, nem me dar...
Mas é o amor quem me veste.
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”

Vinícius Gregório
Saudade é sentir um nó
Apertando o seu juízo.
Solidão puxa de um lado
(De um modo muito preciso)
E a lembrança noutra ponta,
Deixando a cabeça tonta,
Cortando a força do riso!

Vinícius Gregório