JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

domingo, 28 de outubro de 2012
POETA DA SEMANA
VOU VER O QUE NA IGREJA? (POEMA)
Onildo Barbosa.
Religião hoje em dia
É comércio sem pudor
Tem um que se julga servo
Outro se julga pastor,
E o fiel que busca luz
Prá ter acesso a Jesus
Tem que pagar um valor.
Tudo em nome do senhor
Doações, festas, facetas
Com o nome de Jesus
Colado nas camisetas
O compromisso é vender
Mas deus, não abre as gavetas.
Deus está no bem ao próximo
Na atitude e na fé,
Quer saber se estou errado?
Veja o culto como é:
O pastor chega de carro
E o fiel chega a pé.
Um bate de hilux (raylux)
Outro anda de pagêro,
Prometendo um céu bem perto
Falando em deus verdadeiro
Mas deus não assina o cheque
Nem ver a cor do dinheiro.
Todo dia eu dou o dízimo
Em forma de leite e pão
Mato a fome de quem pede,
Sem precisar pregação
Quem crer no deus verdadeiro,
Não faz nada por dinheiro
Nem usa a religião.
O meu deus não é de livro
O meu deus é de verdade
É deus do sol e da lua,
Da chuva e da tempestade,
Não é de catolicismo
E nem do protestantismo
É Deus , da humanidade.
Eles pregam que o dízimo,
É pra obras do senhor
Ainda tem doações,
Discriminando o valor,
Me responda se for franco:
Quem abre a conta do banco?
É Jesus ou o pastor?
Eu não vou sair de casa
Procurando deus lá fora
Porque ele está comigo
Todo dia e toda hora,
Nos passos que dou na vida,
E na casa que a gente mora.
O pastor amaldiçoa
As coisas que o mundo tem.
A roupa, a música, os costumes
Diz que é do mal! não do bem
Se isso for verdadeiro
Porque aceita o dinheiro
Que vem do mundo também?
Cada um usa uma tática
Da escritura sagrada
O pastor clama dizendo:
Se não quer dar não tem nada!
Mas você não dando o dízimo
Pode cair no abismo
Que a mão de Deus, é pesada.
Já pedem fazendo medo
Dizendo que deus é mal
Pode castigar o próximo
Que não der nem, um real,
Eu falo, digo e conclamo,
É isso ai que eu chamo
De lavagem cerebral.
E assim a cada dia,
Cresce mais a bandalheira
O fiel no fim do mês
Tem que abrir a carteira,
Jesus se sente ofendido,
Com o nome de deus vendido,
Feito batata na feira.
Prá crer em deus não precisa
Estudar teologia
Deus está presente em tudo!
Que a natureza cria,
Quem troca deus por salário,
Faz parte de um calendário
Com o título: hipocrisia.
A própria bíblia anuncia
No final dos tempos vem
Falso profeta/ ant. cristo,
Pregando e fazendo o bem
Então provem os pregadores
Que não são esses pastores,
Falsos profetas também?
E vai crescendo o comércio
Que a religião controla
Vendendo: livros, revistas,
Em creche, empresa e escola
O pobre sendo enrolado
Levando o último trocado
Prá colocar na sacola.
A bíblia é um lindo livro
Com histórias de valor,
Denominando profetas,
Intitulando escritor,
Mas deus está muito alem
Amando a quem faz o bem,
E semeando o amor.
Por isso meu grande amigo
Faça o bem seja a quem for,
Mate a fome de quem pede
Não dê dinheiro a pastor,
Que quando faz um sopão,
Já guardou mais de um milhão
Na conta do criador.
Tenho pena quando vejo
Pobre que tem precisão,
Rua a cima, rua a baixo
Com uma bíblia na mão
Carregando a própria cruz
Tentando encontrar Jesus,
Num culto de oração.
São pessoas iludidas
Sem conhecer a verdade
Deus está na sua casa
Lhe dando luz e bondade
É só chamar que ele vem
Salvando e fazendo o bem
A quem tem necessidade.
Será que se não houver erro
O dízimo e a doação
Ao Ives de dar dinheiro,
Fosse: açúcar, arroz, feijão,
A igreja aceitaria?
Por certo não haveria,
Nenhuma religião.
O fato dessas igrejas
Se alastrarem a cada dia,
É o fato das pessoas
Viverem na agonia
O pastor faz a promessa,
O pobre se interessa
E aposta na melhoria.
Tem pobre que até vende
Vaca, galinha carneiro,
A igreja marca um preço
E o pobre em desespero
Vai acabando o que tem
Enquanto a bonança vem
O pastor ganha dinheiro.
O tempo vai se passando
E o besta na ilusão
Vendendo tudo que tem
Para cumprir a missão
De garantir na igreja
Talão de cheque e cartão.
Na hora da pregação
Tem pastor que até diz
Dê o dízimo se quiser!
Mas Jesus é o juiz!
Quem não cumpre o seu dever,
Poderá até viver,
Mas nunca será feliz.
O comércio de palavras
Tem o poder da manobra
Fabricando testemunhos,
Venenoso igual a cobra,
E com esse vai e vem,
Tirando de quem não tem,
Prá dar a quem tem de sobra.
Não precisa nada disso
Deus não quer dinheiro não
Deus quer a sua bondade
Muito amor no coração,
Faça o bem em qualquer canto
Que o divino espírito Santo
Te garante a salvação.
(fim)
FILME DA SEMANA
O CORONEL E O LOBISOMEM
SINOPSE: Baseado no livro homônimo de José Cândido de Carvalho,
O Coronel e o Lobisomem conta
a história de Ponciano de Azevedo Furtado (Diogo Vilela), um herói
nascido e criado na fazenda do Sobradinho, inábil na gerência de terras,
romântico, mas sem muito talento com as mulheres.
O enredo gira em torno da disputa no tribunal entre o coronel e seu irmão de criação, Pernambuco Nogueira (Selton Mello), que salvou a fazendo da falência. Invejoso, esquisito e covarde, ele vira o principal suspeito de ser o lobisomem que assombra a região e é expulso de suas terras por Ponciano. Anos mais tarde ele decide voltar para se vingar.
Além da disputa de terras, a briga entre os irmãos de criação fica mais acirrada porque ambos querem conquistar o amor da prima Esmeraldinha (Ana Paula Arósio). Para vencer esta batalha, narrada por ele mesmo, Ponciano experimenta a vida boêmia na cidade, combate agiotas e gatunos, e usa sua artimanha para desencantar assombrações.
O filme marca a estréia do diretor Maurício Farias, de A Grande Família, e Ana Paula Arósio no cinema. É o primeiro grande papel que a atriz interpreta nas telonas, antes ela só havia feito pequenas participações. O elenco da trama é composto por atores globais como Andréa Beltrão, Mauro Lúcio Filho, Marco Ricca, entre outros. Outro destaque da produção é a trilha sonora, que foi assinada por Caetano Veloso e Milton Nascimento.
O enredo gira em torno da disputa no tribunal entre o coronel e seu irmão de criação, Pernambuco Nogueira (Selton Mello), que salvou a fazendo da falência. Invejoso, esquisito e covarde, ele vira o principal suspeito de ser o lobisomem que assombra a região e é expulso de suas terras por Ponciano. Anos mais tarde ele decide voltar para se vingar.
Além da disputa de terras, a briga entre os irmãos de criação fica mais acirrada porque ambos querem conquistar o amor da prima Esmeraldinha (Ana Paula Arósio). Para vencer esta batalha, narrada por ele mesmo, Ponciano experimenta a vida boêmia na cidade, combate agiotas e gatunos, e usa sua artimanha para desencantar assombrações.
O filme marca a estréia do diretor Maurício Farias, de A Grande Família, e Ana Paula Arósio no cinema. É o primeiro grande papel que a atriz interpreta nas telonas, antes ela só havia feito pequenas participações. O elenco da trama é composto por atores globais como Andréa Beltrão, Mauro Lúcio Filho, Marco Ricca, entre outros. Outro destaque da produção é a trilha sonora, que foi assinada por Caetano Veloso e Milton Nascimento.
RECEITA DA SEMANA
Lasanha Instantânea
Ingredientes:
1 embalagem de lasanha caseira instantânea
600g de carne moída
3 colheres (sopa) de azeite
300g de presunto fatiado
300g de mussarela fatiada
1 Kg de tomates
3 cebolas
raladas
100g de manteiga
1 pimentão
1 litro de leite
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 vidro de cogumelos
sal
pimenta-do-reino a gosto
1 colher (chá) de noz-moscada
2 colheres (sopa) de cheiro verde picado
Preparo:
Frite a cebola em metade da manteiga, acrescente o pimentão, o tomate e o cheiro verde. Frite a carne no azeite e depois junte ao refogado da cebola.
Tempere com sal e pimenta. Reserve.
Leve ao fogo o leite, a farinha, a noz-moscada e o restante da manteiga.
Deixe no fogo até engrossar, adicione os cogumelos fatiados.
Monte a lasanha em camadas: primeiro o molho de carne moída, depois uma camada de massa, presunto e mussarela, massa, molho branco com cogumelos, massa, repita as camadas. Cubra com mussarela.
1 embalagem de lasanha caseira instantânea
600g de carne moída
3 colheres (sopa) de azeite
300g de presunto fatiado
300g de mussarela fatiada
1 Kg de tomates
3 cebolas
raladas
100g de manteiga
1 pimentão
1 litro de leite
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 vidro de cogumelos
sal
pimenta-do-reino a gosto
1 colher (chá) de noz-moscada
2 colheres (sopa) de cheiro verde picado
Preparo:
Frite a cebola em metade da manteiga, acrescente o pimentão, o tomate e o cheiro verde. Frite a carne no azeite e depois junte ao refogado da cebola.
Tempere com sal e pimenta. Reserve.
Leve ao fogo o leite, a farinha, a noz-moscada e o restante da manteiga.
Deixe no fogo até engrossar, adicione os cogumelos fatiados.
Monte a lasanha em camadas: primeiro o molho de carne moída, depois uma camada de massa, presunto e mussarela, massa, molho branco com cogumelos, massa, repita as camadas. Cubra com mussarela.
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