Amanhã, terça-feira, dia 29/06/2010, estaremos, percorrendo as ruas de nossa Tuparetama, recolhendo doações para o S.O.S Pernambuco, a partir das 08:00Hs da manhã.
S.O.S PERNAMBUCO, OS DESABRIGADOS E DESALOJADOS AGRADECEM
DEUS ABENÇOE A TODOS!!!
JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

segunda-feira, 28 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
HOMENAGENS PÓSTUMAS A DINIZ VITORINO
Poetas homenageiam Diniz Vitorino
– falecido em 05/06/2010 -
Naturais, Eruditos ou Barrocos,
todo estilo acentava pra Diniz.
Outros astros pra terem seus perfís,
se acaso existir, existem poucos.
Como todos os gênios que são loucos,
ele tinha uns sintomas de loucura...
Pra poder ter direito à sepultura,
pelas mãos de terceiros foi comprada...
A viola no torno, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura
(Diomedes Mariano)
Dia cinco, num transe de emoção,
De repente, uma nota triste diz:
“O agreste ficou sem seu Diniz,
Lourinaldo ficou sem seu irmão,
O repente ficou na contramão
E o nordeste ficou na amargura”.
Dos seus versos repletos de doçura,
Resta, agora, depois do tudo ou nada,
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Dedé Monteiro)
Não tem mais o poeta cantador
De voz rouca, verso denso, boa prosa.
Que narrava a beleza de uma rosa
E a magia do minúsculo beija-flor.
Com bravura DINIZ foi um lutador,
Combateu com firmeza a ditadura,
Condenou qualquer tipo de censura,
Sua aurea será sempre iluminada,
A viola no trono, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura.
(Ademar Rafael)
Que o Poeta Diniz foi genial
Não precisa que’u diga, nem que’u mande.
Eu só sei que o seu verso era tão grande
Que cabia apertado no plural.
Seu pensar lapidado e natural
Fez de cada poema uma moldura
Pra deixar a imagem da ternura
Como a sua viola pendurada.
A viola no torno, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura.
(Zé Adalberto)
Uma fábrica de versos na cachola,
Jóias raras da boca despejava
Quando a tantas plateias encantava
Com a voz e o som triste da viola.
Para tanto saber não teve escola,
Teve arte foi divina, quase pura.
Gênio poeta que jaz na sepultura
E nos deixa, ao findar sua jornada:
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Clênio Cordeiro)
Cantador, sonetista absoluto,
Seu repente brotava o sentimento,
No soneto mostrava o monumento,
Sobre a forma do verso mais astuto.
Cada canto do peito está de luto
Pelo Vate Diniz, flor de candura,
Cada verso mostrava a essência pura
Dum poeta de verve delicada.
A viola no torno, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura.
(Gilmar Leite)
São dezenas de livros e CDs,
São centenas de décimas e sonetos,
Parcerias em trios e duetos,
Festivais, comissões e comitês.
Enfrentando bandejas e cachês,
Aos maiores do gênero se mistura.
Eis, portanto, os perfis da criatura
Que, pós túmulo, é homenageada:
A viola no torna, a voz calada
E Uma mancha de luto na cultura.
(Donzílio Luiz)
O Diniz para mim foi uma ponte
Entre os clássicos gregos e o Sertão.
Eloquente e preciso na expressão,
Quando o verso avistava no horizonte,
Sua voz o jorrava como a fonte
De Castália cantando uma água pura.
Cantou como ninguém a mãe Natura
Que o recebe pra mais uma jornada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Júnior do Bode)
Quantos versos de amor deixou escritos,
Quantas vezes a mãe já exaltou.
Muitas vezes sofrendo por amor,
Escreveu uns sonetos tão bonitos!
Tantos versos pensados e não ditos,
Representam, talvez, a alma pura
Do poeta tão cheio de ternura,
Mas que hoje já não escreve nada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Verônica Sobral)
Foi Diniz Vitorino quem cantou
Vale, serra, penhasco e culminância,
Constelados, espaço e rutilância;
Escreveu relatando o que sonhou.
Belos quadros poéticos desenhou,
Demonstrando obra prima na pintura.
Tem agora o jazigo por clausura,
Último ponto da vida interditada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Chico Ivo)
Hosana a Diniz
Quando morre um poeta não se chora,
Anjo santo prepara o salão
E afina a viola p’rum baião,
Vai chamar poesia que ali mora.
E de branco vestida essa senhora
Esperando o cortejo no portão
O feliz criador lhe dá a mão
Quem dos dois qual seria o mais contente?
E o céu se transforma de repente
Em hosana a Diniz para o mourão...
(Alberto Oliveira)
Sem Diniz o Sertão falta um pedaço,
Na poesia ficou uma lacuna.
Tão difícil encher essa coluna
Do vazio deixado nesse espaço.
Mas o amor do poeta ao seu regaço
Deixa versos soberbos na quentura.
Seu retrato pintado na moldura
Mostra a vida real da caminhada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Antônio Neto)
DINIZ
Um mistério envolto em fino véu:
Quando morre um poeta no sertão
uma luz se apaga aqui no chão,
uma estrela se ascende lá no céu.
Cala a voz, mas propaga-se o verso
como um eco que soa após o grito.
Queda o corpo a compor o arenito
e a essência se eleva ao universo.
Certamente é assim com o Diniz,
que cantou e encantou o quanto quis,
num encontro de múltiplos duetos.
Apagou-se entre nós a sua vela,
mas firmou-se e entre tantos já constela
cintilando brilhante em seus sonetos.
(Paulo Matricó)
SONETO PARA DINIZ VITORINO
Quem falou que o sertão não é bonito
Desconhece as belezas naturais;
Quem falou que não curte amor e paz
Não conhece a dureza de um conflito.
Quem não curte a ternura de um bendito
É porque não possui credenciais;
Quem falou que não ama os animais
Possui um coração bastante aflito.
Quem falou que não ama poesia
Desconhece a beleza e a magia
De quem fez o melhor, com alma inquieta.
Não possui nessa vida um bom sentido.
Quem falou que Diniz tinha morrido
Desconhece a grandeza de um poeta.
(Moreira de Acopiara)
Imortalidade
Ontem mesmo encontrei um certo amigo,
Mas o “papo” não foi muito feliz.
Ele disse da morte de Diniz
E eu voltei feito um louco ao meu abrigo...
No caminho eu pensava, só comigo:
“Não, não pode ser sério o que ele diz.
E se Deus, lá no céu, for bom juiz,
Não dará à poesia tal castigo.”
Já em casa notei que era mentira
Pois seu livro, que eu tenho, não sumira
Duma estante de livros bem seleta...
Então, calmo, pensei: “cabra atrevido,
Quem falou que Diniz tinha morrido,
Não conhece a grandeza do poeta!”
(Vinícius Gregório)
DINIZ VITORINO
O Diniz, poeta, eu não conheci!
Como não? Se os “seus versos são doçura”
Como disse o Dedé! Que é de “alma pura”
Diz Verônica. “Hosana”: o Alberto eu li!
Chama-o “Fábrica de Versos”, o Clênio!
E o Gregório “a grandeza do poeta”
Canta! E “áurea”, Ademar, usa e completa!
O Diomedes Mariano chama-o “gênio”!
“São centenas” (Donzílio) “seus sonetos”,
Gilmar: o “sentimento em seu repente”,
Falam! E o Júnior o chama de eloqüente!
Matricó lembra “seus múltiplos duetos”!
Zé Adalberto: “Genial”!. Chora o sertão!
E eu não o conheci! Não? Como não?!?
(João Alderney)
– falecido em 05/06/2010 -
Naturais, Eruditos ou Barrocos,
todo estilo acentava pra Diniz.
Outros astros pra terem seus perfís,
se acaso existir, existem poucos.
Como todos os gênios que são loucos,
ele tinha uns sintomas de loucura...
Pra poder ter direito à sepultura,
pelas mãos de terceiros foi comprada...
A viola no torno, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura
(Diomedes Mariano)
Dia cinco, num transe de emoção,
De repente, uma nota triste diz:
“O agreste ficou sem seu Diniz,
Lourinaldo ficou sem seu irmão,
O repente ficou na contramão
E o nordeste ficou na amargura”.
Dos seus versos repletos de doçura,
Resta, agora, depois do tudo ou nada,
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Dedé Monteiro)
Não tem mais o poeta cantador
De voz rouca, verso denso, boa prosa.
Que narrava a beleza de uma rosa
E a magia do minúsculo beija-flor.
Com bravura DINIZ foi um lutador,
Combateu com firmeza a ditadura,
Condenou qualquer tipo de censura,
Sua aurea será sempre iluminada,
A viola no trono, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura.
(Ademar Rafael)
Que o Poeta Diniz foi genial
Não precisa que’u diga, nem que’u mande.
Eu só sei que o seu verso era tão grande
Que cabia apertado no plural.
Seu pensar lapidado e natural
Fez de cada poema uma moldura
Pra deixar a imagem da ternura
Como a sua viola pendurada.
A viola no torno, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura.
(Zé Adalberto)
Uma fábrica de versos na cachola,
Jóias raras da boca despejava
Quando a tantas plateias encantava
Com a voz e o som triste da viola.
Para tanto saber não teve escola,
Teve arte foi divina, quase pura.
Gênio poeta que jaz na sepultura
E nos deixa, ao findar sua jornada:
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Clênio Cordeiro)
Cantador, sonetista absoluto,
Seu repente brotava o sentimento,
No soneto mostrava o monumento,
Sobre a forma do verso mais astuto.
Cada canto do peito está de luto
Pelo Vate Diniz, flor de candura,
Cada verso mostrava a essência pura
Dum poeta de verve delicada.
A viola no torno, a voz calada,
E uma mancha de luto na cultura.
(Gilmar Leite)
São dezenas de livros e CDs,
São centenas de décimas e sonetos,
Parcerias em trios e duetos,
Festivais, comissões e comitês.
Enfrentando bandejas e cachês,
Aos maiores do gênero se mistura.
Eis, portanto, os perfis da criatura
Que, pós túmulo, é homenageada:
A viola no torna, a voz calada
E Uma mancha de luto na cultura.
(Donzílio Luiz)
O Diniz para mim foi uma ponte
Entre os clássicos gregos e o Sertão.
Eloquente e preciso na expressão,
Quando o verso avistava no horizonte,
Sua voz o jorrava como a fonte
De Castália cantando uma água pura.
Cantou como ninguém a mãe Natura
Que o recebe pra mais uma jornada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Júnior do Bode)
Quantos versos de amor deixou escritos,
Quantas vezes a mãe já exaltou.
Muitas vezes sofrendo por amor,
Escreveu uns sonetos tão bonitos!
Tantos versos pensados e não ditos,
Representam, talvez, a alma pura
Do poeta tão cheio de ternura,
Mas que hoje já não escreve nada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Verônica Sobral)
Foi Diniz Vitorino quem cantou
Vale, serra, penhasco e culminância,
Constelados, espaço e rutilância;
Escreveu relatando o que sonhou.
Belos quadros poéticos desenhou,
Demonstrando obra prima na pintura.
Tem agora o jazigo por clausura,
Último ponto da vida interditada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Chico Ivo)
Hosana a Diniz
Quando morre um poeta não se chora,
Anjo santo prepara o salão
E afina a viola p’rum baião,
Vai chamar poesia que ali mora.
E de branco vestida essa senhora
Esperando o cortejo no portão
O feliz criador lhe dá a mão
Quem dos dois qual seria o mais contente?
E o céu se transforma de repente
Em hosana a Diniz para o mourão...
(Alberto Oliveira)
Sem Diniz o Sertão falta um pedaço,
Na poesia ficou uma lacuna.
Tão difícil encher essa coluna
Do vazio deixado nesse espaço.
Mas o amor do poeta ao seu regaço
Deixa versos soberbos na quentura.
Seu retrato pintado na moldura
Mostra a vida real da caminhada.
A viola no torno, a voz calada
E uma mancha de luto na cultura.
(Antônio Neto)
DINIZ
Um mistério envolto em fino véu:
Quando morre um poeta no sertão
uma luz se apaga aqui no chão,
uma estrela se ascende lá no céu.
Cala a voz, mas propaga-se o verso
como um eco que soa após o grito.
Queda o corpo a compor o arenito
e a essência se eleva ao universo.
Certamente é assim com o Diniz,
que cantou e encantou o quanto quis,
num encontro de múltiplos duetos.
Apagou-se entre nós a sua vela,
mas firmou-se e entre tantos já constela
cintilando brilhante em seus sonetos.
(Paulo Matricó)
SONETO PARA DINIZ VITORINO
Quem falou que o sertão não é bonito
Desconhece as belezas naturais;
Quem falou que não curte amor e paz
Não conhece a dureza de um conflito.
Quem não curte a ternura de um bendito
É porque não possui credenciais;
Quem falou que não ama os animais
Possui um coração bastante aflito.
Quem falou que não ama poesia
Desconhece a beleza e a magia
De quem fez o melhor, com alma inquieta.
Não possui nessa vida um bom sentido.
Quem falou que Diniz tinha morrido
Desconhece a grandeza de um poeta.
(Moreira de Acopiara)
Imortalidade
Ontem mesmo encontrei um certo amigo,
Mas o “papo” não foi muito feliz.
Ele disse da morte de Diniz
E eu voltei feito um louco ao meu abrigo...
No caminho eu pensava, só comigo:
“Não, não pode ser sério o que ele diz.
E se Deus, lá no céu, for bom juiz,
Não dará à poesia tal castigo.”
Já em casa notei que era mentira
Pois seu livro, que eu tenho, não sumira
Duma estante de livros bem seleta...
Então, calmo, pensei: “cabra atrevido,
Quem falou que Diniz tinha morrido,
Não conhece a grandeza do poeta!”
(Vinícius Gregório)
DINIZ VITORINO
O Diniz, poeta, eu não conheci!
Como não? Se os “seus versos são doçura”
Como disse o Dedé! Que é de “alma pura”
Diz Verônica. “Hosana”: o Alberto eu li!
Chama-o “Fábrica de Versos”, o Clênio!
E o Gregório “a grandeza do poeta”
Canta! E “áurea”, Ademar, usa e completa!
O Diomedes Mariano chama-o “gênio”!
“São centenas” (Donzílio) “seus sonetos”,
Gilmar: o “sentimento em seu repente”,
Falam! E o Júnior o chama de eloqüente!
Matricó lembra “seus múltiplos duetos”!
Zé Adalberto: “Genial”!. Chora o sertão!
E eu não o conheci! Não? Como não?!?
(João Alderney)
quinta-feira, 17 de junho de 2010
CONSTRUINDO UMA TUPARETAMA MELHOR
CRECHE MIKAELY NUNES
Venham ver minha cidade
Como é pacata e singela
E eu tenho a felicidade
De viver Cuidando dela
(Pedro Torres Tunu)
COBERTURA DO CENTRO RECREATIVO PROF.
JOSÉ RABÊLO DE VASCONCELOS
quarta-feira, 16 de junho de 2010
JESUS ESTÁ VIVO!
UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ ABALANDO O EGITO
Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8 anos de idade.
As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um tio havia matado as crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da família morreu.
Quando foram enterrá-la, encontraram as duas crianças sob a areia – E VIVAS!
O país ficou em choque e o homem será executado. Perguntaram à menina de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse: 'Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã'.
Ela foi entrevistada no Egito numa TV nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública, 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!'
Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Também ficou claro que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!
Como o Egito está bem no centro da mídia e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se espalhar rapidamente.
SONETO DO POETA GILMAR LEITE
Inquietação Poética
No meu peito palpita a todo instante
Tempestades de versos tresloucados,
Onde o mar dos sentidos inspirados
Nunca para seu fluxo transbordante.
Sobre a praia do corpo fulgurante
Lindas ondas dos versos ritmados,
Dão mil beijos com cantos delicados
Nas areias da minh’alma vibrante.
Pequeninos crustáceos de poemas
Inquietos, revelam os meus temas,
Quando pulam das grutas do meu peito.
As gaivotas branquinhas, o albatroz,
São os versos sutis da minha voz,
Procurando o seu pouso mais perfeito.
Gilmar Leite
terça-feira, 15 de junho de 2010
CASAMENTO DE DOMÊNICO & ARIANA
Domênico & Ariana
"Que os seus caminhos sejam
Repletos de alegria,
De paz e felicidades,
De ternura e harmonia
E com a Benção de Senhor
As Promessas de Amor
Se Renovem à cada Dia.
(Josa Rabêlo)
"Que os seus caminhos sejam
Repletos de alegria,
De paz e felicidades,
De ternura e harmonia
E com a Benção de Senhor
As Promessas de Amor
Se Renovem à cada Dia.
(Josa Rabêlo)
terça-feira, 8 de junho de 2010
SONETO DE SEBASTIÃO SIQUEIRA - BEIJO
REALIDADE
Deus assiste em silêncio as falsas juras
Do que vive amparado em ambições
Sentimento criado sem mistura
De amor, lealdade e emoções
No silêncio da noite as almas puras
Se, amparam, com fervor em orações
Que o espírito de fé das criaturas
Abastece de amor os corações
Os sorrisos irônicos dos maldosos
São elementos que os poderosos
Dão como símbolo para zombaria
Enquanto a burguesia ingrata
Amparada na sombra da gravata
Esconde os males da hipocrisia.
(Sebastião Siqueira - Beijo)
Deus assiste em silêncio as falsas juras
Do que vive amparado em ambições
Sentimento criado sem mistura
De amor, lealdade e emoções
No silêncio da noite as almas puras
Se, amparam, com fervor em orações
Que o espírito de fé das criaturas
Abastece de amor os corações
Os sorrisos irônicos dos maldosos
São elementos que os poderosos
Dão como símbolo para zombaria
Enquanto a burguesia ingrata
Amparada na sombra da gravata
Esconde os males da hipocrisia.
(Sebastião Siqueira - Beijo)
A POESIA ESTÁ DE LUTO - MORRE DINIZ VITORINO
MORREU, VÍTMA DE ENFARTO NESTE SÁBADO, DIA 04/06/2010, DINIZ VITORINO, UM DOS MAIORES POETA E SONETISTA DO BRASIL.
A C R U Z.
– Diniz Vitorino/PB –
Nunca quis carregar, de alguma forma,
a tantálica cruz da dor que aflige,
mas a lei de Deus pai não foge à norma;
a sentença é lavrada, o tempo exige.
Sofre o corpo, o espírito se conforma,
o amor para o calvário me dirige.
O tormento é brutal, mas não transforma
filho pródigo algum que Deus corrige.
Mas, se o próprio Messias foi no horto
coroado de espinhos, preso e morto,
tendo vindo dos céus pra nos amar,
se eu, tão frágil, morrer como Jesus
pregar cada pecado numa cruz,
dez mil cruzes não dão pra me matar!
Q U E M S E R I A.
– Diniz Vitorino/PB –
Como a rosa engravida, eu não defino!
Só sei que é puro amor, nenhum pecado.
Que o pássaro boêmio peregrino,
se embriaga em seu ventre imaculado.
E que a abelha esvoaça, e seu destino,
é pousar em seu colo perfumado.
Mas o toque é de leve e cristalino,
para o pólen não ser desvirginado.
Se o pássaro beijando-a não desonra,
a ágil abelha, também conserva a honra
quais seriam os seus reprodutores?
Se não sou eu, nem você, que dúvida é esta?
É o fôlego de Deus que na floresta,
suaviza, fecunda, e cria as flores.
OUTRO SONETO INESQUECÍVEL
Se me enxotas mulher, eu parto já é hora,
Não me humilhes no pranto da partida,
Pois o maior desepero de quem chora,
É não ter sua dor reconhecida.
Minha lágrima é de amor, nasceu agora.
A tua, depois será nascida.
Quanto mais escondida ela demora,
Mais será lacrimosa a sua vida.
.
Teus remorsos virão, eu não sei quando...
...Haverás de lembrar de mim chorando,
Eu também chorarei sem ti na cama.
Tuas Lágrimas, expressão falsidade,
Mas as minhas, são gotas de saudade
Jamais secam nos olhos de ama.
Quando FHC se aposentou aos 38 anos de idade e chamou de VAGAMBUNDO os trabalhadores que se aposentavam , à época com 50, 55 anos, o Poeta Diniz Vitorino fez:
VAGABUNDO APOSENTADO
Prenda o homem, doutor, ele é ladrão!
Ex-pedreiro, hoje um velho aposentado.
Ganha o MÍNIMO, o "Orgulho da Nação",
Inda sai pra roubar, que descarado.
Cento e trinta, por mês, já tem na mão,
Um salário pra lá de respeitado.
Paga oitenta reais no barracão,
Inda sobra cinquenta pro mercado.
Tem somente três filhos pra criar,
Veja só se é motivo roubar,
Não senhor, então, prenda o deliquente.
Que ele pague na cela, o Sacrilégio,
Pra saber que roubar é Privilégio,
Dos Corruptos Leais ao Presidente.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
VERSO DO POETA HÉRCULES NUNES
O poeta, vendo um amigo seu, que costumeiramente é alegre, muito triste fez:
Quem olhar pra essa face tão sombria
Emanada de prantos e lamentos
Vitimada de incontáveis tormentos
Nem parece que foi feliz um dia
Só restou no lugar da alegria
O pesar de um futuro sem visão
Condenada a eterna escuridão
E a chorar quando alguém se compadece
O semblante em seu rosto resplandece
A tristeza que tem seu coração
VERSO DE JÂNIO lEITE
O sertão ta diferente
O tempo está mudando
Chuva querendo cair
O clima ta esfriando
E o sertanejo se alegra
Com a chuva que vem chegando
quinta-feira, 3 de junho de 2010
VERSOS DO POETA ALDO NEVES
Quem nasceu em minha terra
Ouve um chocalho tocando
Vê um vaqueiro aboiando
Acordando um pé de Serra
E a ovelha que berra
Na "amanhecença" do dia
A passarada que pia
Na flor do mandacaru
Quem nasce no pajeú
Tem o "gen" da poesia
Mote: Josa Rabêlo
Glosa: Aldo Neves
Meu relógio de infância não dá hora
Sem querer, o ponteiro foi quebrado
Vivo eu recordando meu passado
Vou seguir meu sofrer de mundo afora
Todo velho precisa de escora
E também vou usar o meu bastão
Eu não sei, ninguém diz, aonde estão?
Meus catorze, meus quinze de idade
Quando a gente magoa uma saudade
Incomoda demais um coração
Mote: manoel filó
Glosa: Aldo Neves
Meu relógio da infância
VERSO DO POETA JANIO LEITE
Um rouxinol pendurado
Na algaroba se inclina
O rabo fica pra baixo
E a cabeça pra cima
Facilitando o poeta
Completar a sua rima
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