JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

DEVOLVA MEU VIOLÃO!!!

DO POETA PAULO RABÊLO PARA HÉRCULES...

Meu poeta cantor, nossa amizade.
Vale mais que trezentos violões

"Este tema está aberto aos poetas de plantão"...

Um centavo de um riso vale mais
Que a falsa risada do milhão
Se a paz não estar na multidão
Eu prefiro sozinho ter a paz.
Tua voz é um quadro que se faz
Cor as cores mais belas das canções
Aflorando de fez as emoções
E pondo arrobas de peso na saudade.  
Meu poeta cantor, nossa amizade.
Vale mais que trezentos violões.

Mote e Glosa: Paulo Rabelo.

Não se mede com medidas nem tostões
O que vale um amigo de verdade
Pra dizer quanto vale uma amizade
O poeta fala até com seus botões
O poeta vem com motes e refrões
Neste canto de paz que agora ecoa
Sinto ainda dois acordes que magoa
Que destoa o equilíbrio e a razão
E o poeta que toca com o coração
Sabe bem quanto vale uma pessoa

É grandeza quem perde e ainda perdoa
Mas eu falo pelo bem de estimação
Digo a Hércules que esse violão
Para o dono já é quase uma pessoa
Falo em verso, poesia, canto e loa
Que esse dono perdoa, mas carece
Ele manda um recado e uma prece
Pra você sentir bem o que é uma dor
Meu amigo poeta, meu cantor
A viola é do bem de quem merece

O carinho de uma amizade amolece
Faz viola e canção mudar de cor
Fez poeta cantar a sua dor
Canta amor ao amigo que se esquece
Que a ausência da viola o adoece
Deixa o dono de noite sem dormir
Digo amigo sem somar nem dividir
Sem usar matemática nem ciência
Use amigo cantor a sua consciência
Que a gente quer ver o poeta sorrir

Petrolina/PE, 13/08/2011
Hélio Ferreira 



Um comentário:

  1. Não se mede com medidas nem tostões
    O que vale um amigo de verdade
    Pra dizer quanto vale uma amizade
    O poeta fala até com seus botões
    O poeta vem com motes e refrões
    Neste canto de paz que agora ecoa
    Sinto ainda dois acordes que magoa
    Que destoa o equilíbrio e a razão
    E o poeta que toca com o coração
    Sabe bem quanto vale uma pessoa

    É grandeza quem perde e ainda perdoa
    Mas eu falo pelo bem de estimação
    Digo a Hércules que esse violão
    Para o dono já é quase uma pessoa
    Falo em verso, poesia, canto e loa
    Que esse dono perdoa, mas carece
    Ele manda um recado e uma prece
    Pra você sentir bem o que é uma dor
    Meu amigo poeta, meu cantor
    A viola é do bem de quem merece

    O carinho de uma amizade amolece
    Faz viola e canção mudar de cor
    Fez poeta cantar a sua dor
    Canta amor ao amigo que se esquece
    Que a ausência da viola o adoece
    Deixa o dono de noite sem dormir
    Digo amigo sem somar nem dividir
    Sem usar matemática nem ciência
    Use amigo cantor a sua consciência
    Que a gente quer ver o poeta sorrir

    Petrolina/PE, 13/08/2011
    Hélio Ferreira

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