JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

quarta-feira, 16 de junho de 2010

JESUS ESTÁ VIVO!



UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ ABALANDO O EGITO



Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8 anos de idade.

As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um tio havia matado as crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da família morreu.

Quando foram enterrá-la, encontraram as duas crianças sob a areia – E VIVAS!
O país ficou em choque e o homem será executado. Perguntaram à menina de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse: 'Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã'.
Ela foi entrevistada no Egito numa TV nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública, 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!'


Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo!

Também ficou claro que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!

Como o Egito está bem no centro da mídia e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se espalhar rapidamente.

SONETO DO POETA GILMAR LEITE


Inquietação Poética



No meu peito palpita a todo instante

Tempestades de versos tresloucados,

Onde o mar dos sentidos inspirados

Nunca para seu fluxo transbordante.



Sobre a praia do corpo fulgurante

Lindas ondas dos versos ritmados,

Dão mil beijos com cantos delicados

Nas areias da minh’alma vibrante.



Pequeninos crustáceos de poemas

Inquietos, revelam os meus temas,

Quando pulam das grutas do meu peito.



As gaivotas branquinhas, o albatroz,
São os versos sutis da minha voz,

Procurando o seu pouso mais perfeito.


Gilmar Leite

terça-feira, 15 de junho de 2010

CASAMENTO DE DOMÊNICO & ARIANA

Domênico & Ariana

"Que os seus caminhos sejam
Repletos de alegria,
De paz e felicidades,
De ternura e harmonia
E com a Benção de Senhor
As Promessas de Amor
Se Renovem à cada Dia.
                                      (Josa Rabêlo)

terça-feira, 8 de junho de 2010

SONETO DE SEBASTIÃO SIQUEIRA - BEIJO

REALIDADE


Deus assiste em silêncio as falsas juras
Do que vive amparado em ambições
Sentimento criado sem mistura
De amor, lealdade e emoções

No silêncio da noite as almas puras
Se, amparam, com fervor em orações
Que o espírito de fé das criaturas
Abastece de amor os corações

Os sorrisos irônicos dos maldosos
São elementos que os poderosos
Dão como símbolo para zombaria

Enquanto a burguesia ingrata
Amparada na sombra da gravata
Esconde os males da hipocrisia.
                                         (Sebastião Siqueira - Beijo)

A POESIA ESTÁ DE LUTO - MORRE DINIZ VITORINO

Diniz Vitorino, em pé á direita:



MORREU, VÍTMA DE ENFARTO NESTE SÁBADO, DIA 04/06/2010, DINIZ VITORINO, UM DOS MAIORES POETA E SONETISTA DO BRASIL.

A C R U Z.




– Diniz Vitorino/PB –



Nunca quis carregar, de alguma forma,

a tantálica cruz da dor que aflige,

mas a lei de Deus pai não foge à norma;

a sentença é lavrada, o tempo exige.



Sofre o corpo, o espírito se conforma,

o amor para o calvário me dirige.

O tormento é brutal, mas não transforma

filho pródigo algum que Deus corrige.



Mas, se o próprio Messias foi no horto

coroado de espinhos, preso e morto,

tendo vindo dos céus pra nos amar,



se eu, tão frágil, morrer como Jesus

pregar cada pecado numa cruz,

dez mil cruzes não dão pra me matar!



Q U E M S E R I A.



– Diniz Vitorino/PB –



Como a rosa engravida, eu não defino!

Só sei que é puro amor, nenhum pecado.

Que o pássaro boêmio peregrino,

se embriaga em seu ventre imaculado.



E que a abelha esvoaça, e seu destino,

é pousar em seu colo perfumado.

Mas o toque é de leve e cristalino,

para o pólen não ser desvirginado.


Se o pássaro beijando-a não desonra,

a ágil abelha, também conserva a honra

quais seriam os seus reprodutores?


Se não sou eu, nem você, que dúvida é esta?

É o fôlego de Deus que na floresta,

suaviza, fecunda, e cria as flores.


OUTRO SONETO INESQUECÍVEL

Se me enxotas mulher, eu parto já é hora,
Não me humilhes no pranto da partida,
Pois o maior desepero de quem chora,
É não ter sua dor reconhecida.

Minha lágrima é de amor, nasceu agora.
A tua, depois será nascida.
Quanto mais escondida ela demora,
Mais será lacrimosa a sua vida.
.
Teus remorsos virão, eu não sei quando...
...Haverás de lembrar de mim chorando,
Eu também chorarei sem ti na cama.

Tuas Lágrimas, expressão falsidade,
Mas as minhas, são gotas de saudade
Jamais secam nos olhos de ama.

Quando FHC se aposentou aos 38 anos de idade e chamou de VAGAMBUNDO os trabalhadores que se aposentavam , à época com 50, 55 anos, o Poeta Diniz Vitorino fez:

VAGABUNDO APOSENTADO

Prenda o homem, doutor, ele é ladrão!
Ex-pedreiro, hoje um velho aposentado.
Ganha o MÍNIMO, o "Orgulho da Nação",
Inda sai pra roubar, que descarado.

Cento e trinta, por mês, já tem na mão,
Um salário pra lá de respeitado.
Paga oitenta reais no barracão,
Inda sobra cinquenta pro mercado.

Tem somente três filhos pra criar,
Veja só se é motivo roubar,
Não senhor, então, prenda o deliquente.

Que ele pague na cela, o Sacrilégio,
Pra saber que roubar é Privilégio,
Dos Corruptos Leais ao Presidente.

VOZES DO CAMPO FAZENDO HISTÓRIA

segunda-feira, 7 de junho de 2010

VERSO DO POETA HÉRCULES NUNES


O poeta, vendo um amigo seu, que costumeiramente é alegre, muito triste fez:

Quem olhar pra essa face tão sombria
Emanada de prantos e lamentos
Vitimada de incontáveis tormentos
Nem parece que foi feliz um dia
Só restou no lugar da alegria
O pesar de um futuro sem visão
Condenada a eterna escuridão
E a chorar quando alguém se compadece
O semblante em seu rosto resplandece
A tristeza que tem seu coração

VERSO DE JÂNIO lEITE




O sertão ta diferente
O tempo está mudando
Chuva querendo cair
O clima ta esfriando
E o sertanejo se alegra
Com a chuva que vem chegando

quinta-feira, 3 de junho de 2010

VERSOS DO POETA ALDO NEVES


Quem nasceu em minha terra
Ouve um chocalho tocando
Vê um vaqueiro aboiando
Acordando um pé de Serra
E a ovelha que berra
Na "amanhecença" do dia
A passarada que pia
Na flor do mandacaru
Quem nasce no pajeú
Tem o "gen" da poesia

Mote: Josa Rabêlo
Glosa: Aldo Neves

Meu relógio de infância não dá hora
Sem querer, o ponteiro foi quebrado
Vivo eu recordando meu passado
Vou seguir meu sofrer de mundo afora
Todo velho precisa de escora
E também vou usar o meu bastão
Eu não sei, ninguém diz, aonde estão?
Meus catorze, meus quinze de idade
Quando a gente magoa uma saudade
Incomoda demais um coração

Mote: manoel filó
Glosa: Aldo Neves
Meu relógio da infância