JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO
quinta-feira, 12 de abril de 2012
CINQUENTENÁRIO DE TUPARETAMA
SOLENIDADE DA CÂMARA MUL. DE VEREADORES DE TUPARETAMA, ALUSIVA AO CINQUENTENÁRIO DE TUPARETAMA - PE
A CÃMARA MUL. DE VEREADORES DE TUPARETAMA, REALIZOU, ONTEM, DIA 11/04, NO CENTRO RECREATIVO PROFESSOR JOSÉ RABELO, A SOLENIDADE FESTIVA DO CINQUENTENÁRIO DE TUPARETAMA - PE, COM A PRESENÇA, EM MASSA, DA POPULAÇÃO, AUTORIDADES PÚBLICAS, CIVIS E ECLESIÁSTICAS, NUMA GRANDE CONFRARTENIZAÇÃO E HOMENAGENS À DIVERSAS PESSOAS, QUE DE UMA MANEIRA DIRETA E/OU INDIRETA, CONTRIBUÍRAM PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADE E FIZERAM, COMO TODOS OS TUPARETAMANES, PARTE DA HISTÓRICA DATA.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
PARABÉSN TUPARETAMA PELOS 50 ANOS DE LUTAS, ALEGRIAS E VITÓRIAS!!!


Tuparetama
(Poema do livro Flores da Noite – Lima Júnior)
Tuparetama tutora de minha infância querida,
Cenário da minha vida, palco de mil ilusões.
Cada esquina uma lembrança, cada passo uma esperança,
Coisas que o tempo na cansa, Musa das minhas canções!
Fui moleque genioso brincando nos teus quintais,
Fiz florir meus ideais, seguindo caminho à fora.
Perdi minha mocidade, minhas forças na metade,
Restou-me só a saudade, do que já fomos outrora.
Às margens do Pajeú, Tuparetama descansa,
Lembro-me, quando criança neste rio me banhei.
O verão chega sem jeito, leva as águas mostra o leito,
Mas, quando chover direito, outros banhos tomarei.
O tempo passou varrendo,Tupã, meus gestos e amores,
Deixando-me aos dissabores da saudade que me traz.
Perdido pelos teus bares, decantando teus luares,
Sentindo triste pesares, do que não volta jamais.
Tupã, as coisas estão mudando assim lentamente,
Eu - piorando somente, tu – somente a melhorar,
Quero ter incinerados, meus resto mortais, jogados
Em ti, por todos os lados, pra nunca te abandonar!
(Poema do livro Flores da Noite – Lima Júnior)
Tuparetama tutora de minha infância querida,
Cenário da minha vida, palco de mil ilusões.
Cada esquina uma lembrança, cada passo uma esperança,
Coisas que o tempo na cansa, Musa das minhas canções!
Fui moleque genioso brincando nos teus quintais,
Fiz florir meus ideais, seguindo caminho à fora.
Perdi minha mocidade, minhas forças na metade,
Restou-me só a saudade, do que já fomos outrora.
Às margens do Pajeú, Tuparetama descansa,
Lembro-me, quando criança neste rio me banhei.
O verão chega sem jeito, leva as águas mostra o leito,
Mas, quando chover direito, outros banhos tomarei.
O tempo passou varrendo,Tupã, meus gestos e amores,
Deixando-me aos dissabores da saudade que me traz.
Perdido pelos teus bares, decantando teus luares,
Sentindo triste pesares, do que não volta jamais.
Tupã, as coisas estão mudando assim lentamente,
Eu - piorando somente, tu – somente a melhorar,
Quero ter incinerados, meus resto mortais, jogados
Em ti, por todos os lados, pra nunca te abandonar!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
COM O PINCEL DA POESIA
PINTO O PAINEL DO INFINITO
Mote e Glosas: Josa Rabelo
Em busca de novas eras
E horizontes afins
Irei criar meus jardins
O cosmos e suas esferas
Pinto os pulos das panteras
Pinto um aboio bonito
Do Acauã o seu grito
Da criança a alegria
Com o Pincel da Poesia
Pinto o Painel do Infinito
Eu pinto a cor da Paixão
Pinto olhar apaixonado
Eu pinto o sertão molhado
A ave de arribação
O gado na apartação
Da religião o rito
Pinto Lula, o meu Mito
Pinto o sol que irradia
Com o Pincel da Poesia
Pinto o Painel do Infinito
Pinto um drible de Neimar
A elegância de Didi
O andar do Jabuti
A águia no seu plainar
O canto do Sabiá
Meu São José do Egito
Pinto, escrevo e acredito
Na intersecção de Maria
Com o Pincel da Poesia
Pinto o Painel do Infinito
domingo, 8 de abril de 2012
Baseado em Fatos
Reais
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Assista Online e na Íntegra
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O filme emociona pelas profundas
reflexões que provoca a quem o assiste. É impossível não se emocionar.
Abordando conflitos familiares, vida e
morte, mas especialmente lembranças de outras vidas e reencarnação, a
produção soube bem reproduzir a realidade vivida por Jenny Cockell. Ela
via-se em outra época e lugar, como jovem mãe, em recordações domésticas
de sua pequena casa de campo. Mãe de vários filhos morreu de
complicações de parto, 21 anos antes do novo nascimento, atualmente na
personalidade de Jenny.
As visões e sonhos levaram-na a
pesquisar o próprio passado e a reencontrar os filhos da existência
anterior, agora idosos. Uma autêntica lição de amor envolve os
personagens, trazendo toda a lógica da reencarnação de maneira muito
clara, simples, objetiva. E faz pensar.
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POETAS DA SEMANA
Num prazo de
validade
Eu já vejo o
conteúdo
Mesmo sem dá
nem um toque
O seu
telefone mudo
No eco dos
meus ouvidos
Já está me
dizendo tudo
(Aldo Neves)
Todo ébrio afoga
as mágoas
Na última
dose de gin
A saudade
bate forte
Depois que o
amor tem fim
Meu silêncio
sem falar
Já fala tudo
por mim
(Aldo
Neves)
MOTE: HOJE A
SECA FAZ MORADA
NA PORTA DA PRECISÃO
(Dió de Santo
Izidro)
Todo mundo é
peregrino
Depois que a
seca lhe assola
Um pedinte
pede esmola
Num saco de
pano fino
Uma mãe chama
o menino
E pega nos
dedos da mão
Pra ir olhar
um fogão
E uma panela
emborcada
Hoje a seca
faz morada
Na porta da
precisão
(Aldo Neves)
Vaqueiro
atrás d’um garrote
Quando acha
é a carcaça
Pois tão
grande é a desgraça
Ao v esse ao
pé de um serrote
Não se acha
um caçote
Cantando num
cacimbão
Que invés da
água o chão
Pela vista é
alcançada
Hoje a seca
faz morada
Na porta da
precisão
(Jânio Leite)
Vejo o
sertão intranquilo
Com a seca
castigando
Só vejo o Grilo
cantando
E o Tetéu
dando um cochilo
Quem vendeu
feijão por quilo
Já tá
comprando feijão
E a seca deixa o sertão
Sem esperança
de nada
Hoje a seca
fez morada
Na porta da
precisão
(Aldo Neves)
Vesse um
cabrito berrando
E a cabra
sem ter mais leite
Mamona não
dá azeite
Por ter os
pendões secando
Sertanejo lamentando
E apela por
salvação
E agora no
meu sertão
Tem pedinte
pela estrada
Hoje a seca
fez morada
Na porta da
precisão
(Jânio Leite)
POR AMOR FOI
OFERTADO
NA MESA DA
SALVAÇÃO
Mote: Josa
Rabêlo
Quem sua
fome saceia
Por mais
feliz que esteja
Vai à porta
da igreja
De quatro
pra quatro e meia
Canta de
barriga cheia
Com o
rosário na mão
Que um
pedaço de pão
Muita fome
tem salvado
Por amor foi
ofertado
Na mesa da salvação
(Aldo
Neves)
Foi Jesus filho de Deus
Que ele nos ofertou
E depois crucificou
Pra salvar os filhos seus
E hoje nos dias meus
Cada qual como cristão
Se seguissem sua lição
Poucos teriam pecado
Por amor foi ofertado
Na mesa da precisão
(Jânio Leite)
MOTE: SAUDADE
QUE MATA UMA DISTÂNCIA
DIMINUI A DISTÂNCIA DA SAUDADE
(Poetisa
Dekiane)
Sou o ontem
pensando no depois
Como o
pássaro precisa do seu ninho
O amor
necessita de carinho
Como a vida
nos trás muitos complôs
É a noite
uma cama pra nós dois
E nos trazendo
a maior ansiedade
Quatro olhos
chorando o pranto invade
Com dois
corpos sentindo a mesma ânsia
A saudade
que mata uma distância
Diminui a
distância da saudade
(Aldo Neves)
MOTE: SE
TIVER POR AQUI UM NORDESTINO
VAI CHORAR COM SAUDADE DO SERTÃO
Quer saber
novidade da terrinha
Trago tudo
guardado em meu arquivo
Manoel Pedro
Clemente ainda está vivo
Marinês
viuvou está sozinha
Zé Ramalho
apartou-se de Amelinha
Os Batistas
perderam o último irmão
A velhice
envergou Frei Damião
E uma vaca
matou Zé Marcolino
Se tiver por
aqui um nordestino
Vai chorar
com saudade do Sertão
(Ivanildo Vila Nova, numa cantoria em São
Paulo)
MOTE: SECA A
PALHA DO MILHO BONECADO
NA QUENTURA DO FOGO DO VERÃO
Murcha a
folha do milho e se pendura
Parecendo que
está desprotegida
Uma parte da
terra é ressequida
Nordestino não
sonha com fartura
Vinte metros
de um poço é fundura
Muitas vezes
nem dá pra ver o chão
Não tem água
que encha um caldeira
Que só pranto do povo tem minado
Seca a palha
do milho bonecado
Na quentura
do fogo do verão
(Aldo Neves)
O poeta Aldo
Neves fez um dia a´pos o aniversário de Josa Rabêlo...
Ô amigo
agradeça vez em quando
Que a
estrela se apaga depois brilha
Pela mãe, os
amigos e a família
Que você já
tem preso em seu comando
Onde a tarde
eu ouvi telefonando
Mas eu
estava em outra freguesia
Já cheguei a
noitinha ao fim do dia
Agradeço o
convite ao que me resta
Não estava
presente em tua festa
Mas te dou
um presente em poesia
sábado, 7 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
EM PRIMEIRA MÃO!!!!
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| VALMIR TUNU, PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE TUPARETAMA |
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| ESPEDITO MARQUES, CANDIDATO A VERADOR EM TUPARETAMA |
Afastaram-se de suas Funções de Secretariado, no dia de ontem, 04 de abril, para Concorrerem ao Próximo Pleito Eleitoral, o Secretário de Transportes de Tuparetama, Valmir Tunu, para Concorrer ao Cargo de Prefeito, como Pre´-Candidato a Sucessão de Sávio Torres e o Secretário de Obras, Expedito Marques, que concorrerá à uma Vaga na Câmara de Vereadores.
BOA SORTE AOS DOIS!!!
terça-feira, 3 de abril de 2012
SEVERINO SOUTO SIQUEIRA
A MINHA SINGELA HOMENAGEM À FIGURA DE SEVERINO SOUTO SIQUEIRA, 1º PREFEITO ELEITO DE TUPARETAMA - PE
Antes, Vila Bom Jesus,
Hoje, um bela cidade,
Graças à sagacidade
D’um homem de brilho e luz
Hoje devemos da Jus,
A que iniciou o processo
Em prosa, em rima e verso,
Por tudo que realizou
Severino iniciou
Uma história de sucesso
Por tudo que realizou
Seu trabalho dedicado
Um homem obstinado
Exemplo de trabalhador
Um grande predecessor
Do progresso atual
Severino o principal
Ícone de honradez
Por tudo que ele fez
Merece ser imortal
Uma grande companheira
Zefinha Helena querida
Que foi exemplo de vida
Para uma nação inteira
Sempre esteve na “Esteira”
Sempre teve envolvimento
Sempre trazendo um alento
Ao mais necessitado
Por isso muito obrigado
Aos dois no firmamento
Lá no céu se tem cidade
Deus que é bom e é perfeito
Severino é o prefeito
Devido à honestidade
Com as contas da cidade
Com o movimento diário
Não importa o calendário
Seja na hora precisa
Tinha sempre na camisa
As contas do seu Erário
Na sua grande missão
Para administrar
Sempre estava a trabalhar
Na hora da precisão,
De pedreiro, artesão,
De fiscal ou de servente,
Não fugia do batente,
No campo ou na cidade
Era grande a vontade
De defender sua gente
A Cinquentenária cidade
Deve prestar homenagem
À quem com afinco e coragem
Foi exemplo de lealdade,
Um defensor da verdade,
Um homem de honra e glória
Que fique em nossa memória
Sua história sua lida
O seu exemplo de vida
Deve ficar NA HISTÓRIA!!!!
(Josa Rabêlo, 03 de abril de 2012).
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