JOSEMAR RABELO, SEM ÓDIO E SEM MEDO

terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
LAMPIÃO
NO MASSACRE DE ANGICO, LAMPIÃO
FOI COBAIA, ILUSTRANDO A COVARDIA.
MOTE: POETA DEDÉ MONTEIRO
GLOSAS; HENRIQUE BRANDÃO
Desde quando o mundo virou mundo
Que o mais fraco depende do mais forte
Mesmo estando jogado a própria sorte
Liberdade é o desejo mais profundo
Vendo a planta brotar de um grão fecundo
Ou um bicho lambendo a sua cria
No desejo de ver justiça um dia
Virgulino lutou por esse chão
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
Se vivemos num estado de direito
Um país que é chamado democrático
Mas pra quê um conceito pragmático
Se o estado só visa o seu proveito
Lampião não viveu do mesmo jeito
Não viveu nessa tal democracia
E talvez cultivasse a rebeldia
Só pra não ser tratado como cão
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
Numa época onde o coronelismo
Escrevia e ditava suas leis
O “cassaco” não tinha voz, nem vez
Nesse mundo do “mau” capitalismo
E assim se encontrando nesse abismo
Só restou o fuzil pra companhia
E diante de tanta valentia
A volante atacou na traição
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
Imagine você “inda” criança
Onde só inocência predomina
Avistar bem de perto uma chacina
Vira um monstro embutido na lembrança
Natural o desejo de vingança
Não que seja ato de sabedoria
Mas olhando o que ali acontecia
Uma raiva brotou no coração
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
Retirante, voraz e resistente
Lampião defendeu os desprovidos
Mesmo vindo de um dos protegidos
O delato de forma deprimente
Não temia chapéu e nem patente
Mesmo assim um amigo lhe traía
Virgulino no fundo já sabia
Que Angico seria seu caixão
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
Virgulino que foi tão condenado
Batalhou com fuzil, força e suor
Só que hoje se vê de paletó
“Lampiões” com sotaques refinados
O povão permanece amordaçado
Só que hoje ninguém delataria
Só que em vez se ser bom na pontaria
Só são bons pra fazer corrupção
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
Eu não quero exaltar a violência
Um caminho cruel e tortuoso
Só queria um julgamento honroso
Pra quem tanto serviu a resistência
Só queria um “tantim” de consciência
Pensamentos reais sem fantasia
Não usemos da vil demagogia
Pois nem Cristo julgou o seu irmão
No massacre de Angico, Lampião
Foi cobaia, ilustrando a covardia.
-Henrique Brandão-
TEATRO EM TUPARETAMA
TUPARETAMA RECEBE NESTA SEGUNDA-FEIRA (30/07) O ESPETÁCULO "SOBRE UM PAROQUIANO" DA Compassos Cia. de Danças
Nesta segunda feira dia 30, a Compassos Cia. de Danças estará
se apresentando na Casa das Juventudes (Bairro Bom Jesus) às 20:00
horas. A apresentação em Tuparetama faz parte do Projeto de
Circulação “Sobre um Paroquiano”.
O projeto já esteve em Lagoa do Carro, Paulista e Aliança. Agora dá
início a segunda etapa que irá percorrer os municípios de Tuparetama,
Iguaracy (31/07), Carnaíba (02/08) e Calçado (03/08).
Além do espetáculo “Sobre um Paroquiano” e de um bate papo sobre o processo do trabalho, o projeto realiza também uma oficina para 30 alunos.
Toda a programação é gratuita, e tem o incentivo do Funcultura.
Fotos e informações do Facebook da COMPASSOS e de Antônio José
DO BLOG: TÁRCIO VIU ASSIM 2
PROBLEMA SECULAR!!!
REBANHOS CONTINUAM MORRENDO COM ESTIAGEM NO SERTÃO |
|
![]() |
Enquanto
a imprensa absorve a agenda política, a seca continua dizimando
rebanhos em áreas do Pajeú. O relato e fotos do correspondente Marcelo
Patriota, em registro especial para o blog, mostram o drama na Fazenda
Várzea de Queimadas, que tem 90 hectares, e que fica a 9 quilômetros da
sede do município. Ao todo, são 120 animais de propriedade do criador
Luciano Silva, conhecido como Luciano do Leite.
Luciano do Leite e as carcaças de seus animais: morrendo de fome e sede
Por
causa da estiagem, ele já perdeu mais de 10% do rebanho, 25 vacas. "Eu
tirava 120 litros de leite por dia. Hoje não tiro mais nada. Vendi umas
30 vacas a R$ 500 pra receber em 2013,e achei um bom negocio”. Segundo
ele, não restava alternativa. Ele disse ter cavado um poço que deu 7
mil litros de água. “Mas falta instalar as bombas. Não tenho esse
dinheiro”, disse.
Agora,
seu Luciano diz que vai arrumar um trator e enterrar os animais. “Fico
muito triste quando vejo isso. Tudo o que você trabalhou e o pior, vendo
morrer de fome e não puder fazer nada " frisou Luciano do Leite.
Em
outras cidades há registros de mortes de animais em ocorrência da
estiagem. Em Itapetim, no sitio de Ademar Vaqueiro, a 4 quilômetros da
sede do município, até animais silvestres como dois macacos apareceram
debilitados. "Eles só aparecem quando estão com muita fome nas serras
onde vivem”, atesta.
|
Por
Nill Júnior
|
domingo, 29 de julho de 2012
POETAS DA SEMANA
POESIAS COLHIDAS DO FACEBOOCK...
I
“O livro da vida existe,
Cada um possue o seu,
Tem livros em preto e branco,
Não é o caso do meu,
O meu tem traços e cores,
Borrões feitos por amores.
Que os rabiscos doeu”
II
“Tem páginas amareladas,
Sinais do tempo passado,
Lembraças dos bons amigos,
Com nostalgia, anotado,
Nas partes que foi comida,
Por muitas “traças” da Vida,
Foi o que eu fiz de arrado”
III
Do meio do livro pra frente,
Tem escrito A Juventude,
Personalidade forte,
Nada que o tempo não mude,
A gente sempre enrolando,
Ao ouvir os pais falando,
‘ou trabalhe ou estude’
IV
“Com muitas páginas em branco,
Pra com sangue ser escrita,
De forma sábia e correta,
E não com letra bonita,
Pra chegar na meia-idade,
Com força e maturidade,
Para ficar bem na fita”
Hesdras Souto
MUSA INSPIRAÇÃO
A SOLIDÃO QUE ME INVADE
SÓ TRAZ NA MENTE A FEIÇÃO
DESSA MUSA INSPIRAÇÃO
QUE VIVE EM OUTRA CIDADE
POREM A MINHA VONTADE
É DE DEIXAR MEU TORRÃO
IR ATRÁS DESSA PAIXÃO
PRA VER SE MATO A SAUDADE
VER OS SEUS OLHOS BRILHANDO
SENTIR SEU CORPO SUANDO
COM TODO AQUELE FERVOR
TÊ-LA DE NOVO EM MEUS BRAÇOS
E ENTRE BEIJOS E ABRAÇOS
LHE DAR TODO O MEU AMOR.
Ciro Filó.
“O livro da vida existe,
Cada um possue o seu,
Tem livros em preto e branco,
Não é o caso do meu,
O meu tem traços e cores,
Borrões feitos por amores.
Que os rabiscos doeu”
II
“Tem páginas amareladas,
Sinais do tempo passado,
Lembraças dos bons amigos,
Com nostalgia, anotado,
Nas partes que foi comida,
Por muitas “traças” da Vida,
Foi o que eu fiz de arrado”
III
Do meio do livro pra frente,
Tem escrito A Juventude,
Personalidade forte,
Nada que o tempo não mude,
A gente sempre enrolando,
Ao ouvir os pais falando,
‘ou trabalhe ou estude’
IV
“Com muitas páginas em branco,
Pra com sangue ser escrita,
De forma sábia e correta,
E não com letra bonita,
Pra chegar na meia-idade,
Com força e maturidade,
Para ficar bem na fita”
Hesdras Souto
MUSA INSPIRAÇÃO
A SOLIDÃO QUE ME INVADE
SÓ TRAZ NA MENTE A FEIÇÃO
DESSA MUSA INSPIRAÇÃO
QUE VIVE EM OUTRA CIDADE
POREM A MINHA VONTADE
É DE DEIXAR MEU TORRÃO
IR ATRÁS DESSA PAIXÃO
PRA VER SE MATO A SAUDADE
VER OS SEUS OLHOS BRILHANDO
SENTIR SEU CORPO SUANDO
COM TODO AQUELE FERVOR
TÊ-LA DE NOVO EM MEUS BRAÇOS
E ENTRE BEIJOS E ABRAÇOS
LHE DAR TODO O MEU AMOR.
Ciro Filó.
A SOLIDÃO QUE ME INVADE
SÓ TRAZ NA MENTE A FEIÇÃO
DESSA MUSA INSPIRAÇÃO
QUE VIVE EM OUTRA CIDADE
POREM A MINHA VONTADE
É DE DEIXAR MEU TORRÃO
IR ATRÁS DESSA PAIXÃO
PRA VER SE MATO A SAUDADE
VER OS SEUS OLHOS BRILHANDO
SENTIR SEU CORPO SUANDO
COM TODO AQUELE FERVOR
TÊ-LA DE NOVO EM MEUS BRAÇOS
E ENTRE BEIJOS E ABRAÇOS
LHE DAR TODO O MEU AMOR.
Ciro Filó.
RECEITA DA SEMANA
Picado Gaúcho
Ingramasedientes:
250 gramas de linguiça calabresa
250 gramas de toucinho defumado
500 gramas de presunto cozido
750 gramas de contra-filé
750 gramas de lombinho de porco
1 cebola grande
3 dentes de alho
1/2 maço de salsa
1/2 gramas cebolinha
1 pimenta-malagueta madura
1/2 xícara óleo de milho
1/2 xícara de vinho tinto
Pimenta do reino preta e sal a gosto
Preparo:
Cortar as carnes limpas e o presunto em cubinhos e a lingüiça em rodelas não muito grossa. Cortar o toucinho sem o couro em fatias bem finas.
Amassar bem as pimentas com 1 colher(de sobremesa) de água, misturar com as cebolas raladas, o alho espremido e a salsas e a cebolinha picadinhas.
Juntar o óleo e o vinagre, temperar com 1 colher de sopa cheia de sal. Mexer tudo muito bem e despejar sobre as carnes. Misturar e deixar pegar o gosto por mais ou menos 2 horas no refrigerador.
Espalhar as carnes com o molho numa assadeira não muito grande e levar ao forno médio e pré-aquecido, por 1 hora e 30 minutos. De vez em quando regue as carnes com o próprio molho que vai se formando.
Dica: Servir com arroz branco.
250 gramas de linguiça calabresa
250 gramas de toucinho defumado
500 gramas de presunto cozido
750 gramas de contra-filé
750 gramas de lombinho de porco
1 cebola grande
3 dentes de alho
1/2 maço de salsa
1/2 gramas cebolinha
1 pimenta-malagueta madura
1/2 xícara óleo de milho
1/2 xícara de vinho tinto
Pimenta do reino preta e sal a gosto
Preparo:
Cortar as carnes limpas e o presunto em cubinhos e a lingüiça em rodelas não muito grossa. Cortar o toucinho sem o couro em fatias bem finas.
Amassar bem as pimentas com 1 colher(de sobremesa) de água, misturar com as cebolas raladas, o alho espremido e a salsas e a cebolinha picadinhas.
Juntar o óleo e o vinagre, temperar com 1 colher de sopa cheia de sal. Mexer tudo muito bem e despejar sobre as carnes. Misturar e deixar pegar o gosto por mais ou menos 2 horas no refrigerador.
Espalhar as carnes com o molho numa assadeira não muito grande e levar ao forno médio e pré-aquecido, por 1 hora e 30 minutos. De vez em quando regue as carnes com o próprio molho que vai se formando.
Dica: Servir com arroz branco.
FRASE DA SEMANA
"A melhor maneira de se ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros".
(Desconhecido)
FILME DA SEMANA
CONQUISTA DE REIS
Sinopse: Conquista de Reis é um épico
que revive a história de um povo através da vida de Ester , uma judia,
que tornou-se uma das rainhas mais corajosas de todos os tempos,
enfrentando o Rei Xerxes e a própria morte para defender seu povo. O
triunfo de Ester não é por causa de uma intervenção divina e sim por sua
humanidade e bravura que a tornaram lenda. 


quarta-feira, 25 de julho de 2012
MENSAGEM LINDA, MARAVILHOSA, LIÇÃO DE VIDA!!!
OS TRÊS CONSELHOS
Um casal de jovens recém-casados,
era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a
seguinte proposta para a esposa: "Querida eu vou sair de
casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até
ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e
enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois eu Serei fiel a você". Assim
sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um
fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O
jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer
um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O pacto foi o seguinte:
"me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo
ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO.
Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho". Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse: "Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa". O patrão então lhe respondeu: "Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
-- Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta". Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "QUERO OS TRÊS CONSELHOS". O patrão novamente frisou: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro". E o empregado respondeu:
"Quero os conselhos". O patrão então lhe falou:
1. "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO.
Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho". Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse: "Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa". O patrão então lhe respondeu: "Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
-- Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta". Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "QUERO OS TRÊS CONSELHOS". O patrão novamente frisou: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro". E o empregado respondeu:
"Quero os conselhos". O patrão então lhe falou:
1. "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
3. NUNCA TOME DECISÕES EM
MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender e ser tarde demais."
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim: "AQUI
VOCÊ TEM TRÊS PÃES, dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para
comer com sua esposa quando chegar a sua casa". O homem então, seguiu seu
caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto
amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou
e lhe perguntou: "Para onde você vai?" Ele respondeu:
"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada".
O andarilho disse-lhe então: "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez, e você chega em poucos dias". O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada. Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. "Pagou" a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro: e você não ficou curioso?
Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu: VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal. O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada... já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha no seu colo, um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele disse: - "NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA". Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com as lágrimas nos olhos lhe diz: - "Eu fui fiel a você e você me traiu...
Ela espantada lhe responde: - "Como? eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos. Ele então lhe perguntou: - "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer? E ela lhe disse: - "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO.
Quando você foi embora, descobri que estava grávida.
Hoje ele está com vinte anos de idade". Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
"Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada".
O andarilho disse-lhe então: "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez, e você chega em poucos dias". O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada. Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. "Pagou" a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro: e você não ficou curioso?
Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu: VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal. O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada... já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha no seu colo, um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele disse: - "NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA". Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com as lágrimas nos olhos lhe diz: - "Eu fui fiel a você e você me traiu...
Ela espantada lhe responde: - "Como? eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos. Ele então lhe perguntou: - "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer? E ela lhe disse: - "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO.
Quando você foi embora, descobri que estava grávida.
Hoje ele está com vinte anos de idade". Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
APÓS A ORAÇÃO DE
AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra
todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação. Muitas vezes
achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o
que nem sempre é verdade... Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de
coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos
acrescentará... Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e
fatalmente nos arrependemos depois... Espero que você, não se esqueça desses
três conselhos e não se esqueça também de CONFIAR (mesmo que a vida muitas
vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).
terça-feira, 24 de julho de 2012
VERSOS DO DIA!!!!
FAZER EM SILÊNCIO É LOUVÁVEL
Vou deixar de dizer aos “irmãos” meus
Que dividam seu pão com quem não tem
Vou pegar o meu pão partir também
Sem dizer a ninguém, somente a Deus
Nem que eu seja mais um dos “fariseus”
Vou fazer essa ação acontecer
Que um pão todo é capaz de me ofender
Onde muitos precisam de um pedaço
Vou deixar de dizer o que eu não faço
Vou tentar ver se faço sem dizer!
ZÉ ADALBERTO
Janio Leite
Vou deixar de dizer aos “irmãos” meus
Que dividam seu pão com quem não tem
Vou pegar o meu pão partir também
Sem dizer a ninguém, somente a Deus
Nem que eu seja mais um dos “fariseus”
Vou fazer essa ação acontecer
Que um pão todo é capaz de me ofender
Onde muitos precisam de um pedaço
Vou deixar de dizer o que eu não faço
Vou tentar ver se faço sem dizer!
ZÉ ADALBERTO
Janio Leite
Tive tanta esperança em minha vida
De viver com você sempre ao meu lado
De repente o destino foi mudado
E eu sofri com o adeus da despedida
Hoje a dor que eu sinto é sem medida
E meus planos aos poucos se acabavam
E as cenas vividas se passavam
Igual folhas que o vento carregou
A borracha do tempo apagou
Meus rabiscos de sonhos que restavam
De viver com você sempre ao meu lado
De repente o destino foi mudado
E eu sofri com o adeus da despedida
Hoje a dor que eu sinto é sem medida
E meus planos aos poucos se acabavam
E as cenas vividas se passavam
Igual folhas que o vento carregou
A borracha do tempo apagou
Meus rabiscos de sonhos que restavam
RETRATO EMPOEIRADO
Minha casa está hoje tão vazia
O silêncio implodiu meu coração
Eu me lembro de sua construção
Cada bloco de pedra que subia.
Cada tijolo, cada viga, me fazia
Me sentir por completo um cidadão
E hoje triste isolada e muito fria
Transformou-se no lar da solidão.
Pelas brechas da telha o sol invade
Luminando um restinho de saudade
Ouço Chico em meu radio ABC.
Na parede um retrato empoeirado
Me transporta de volta pro passado
Eu careço, eu preciso de você.
domingo, 22 de julho de 2012
POETAS DA SEMANA
Esse poetas genias... Depois de tanto falado, debatido,
criado e recitado o tema SAUDADE é inesgotável... O poeta Leonardo Bastião, de
Itapetim – PE, disse é essa magnífica sextilha:
Eu também
plantei saudade
Numa pequena
panela
E só de
quinze em quinze dias
É que eu
botava água nela
Pr’ela não
crescer demais
Matar quem
cuidava dela
MANOEL ATINGIU A PERFEIÇÃO
EM CONDUTA, BONDADE E POESIA
(Moura Felizardo – Luis Homero)
Um espírito de luz incandescente
De um saber muito mais que literário
Todo dia rasgava o calendário
Com a força imortal de seu repente
Se bebesse cem doses de aguardente
Não tombava pra trás e nem pendia
Quase tudo na vida ele sabia
Tinha o censo de um “adivinhão”
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Se glosasse na mesa ou desse um tema
Retratava o mundo em duas linhas
A dureza do bico das galinhas
E a tristeza do sono da jurema
Colocava doçura em seu poema
Ninguém sabe de onde minaria
Abstrato do mel na ventania
Que carrega da pinha do oitão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
EM CONDUTA, BONDADE E POESIA
(Moura Felizardo – Luis Homero)
Um espírito de luz incandescente
De um saber muito mais que literário
Todo dia rasgava o calendário
Com a força imortal de seu repente
Se bebesse cem doses de aguardente
Não tombava pra trás e nem pendia
Quase tudo na vida ele sabia
Tinha o censo de um “adivinhão”
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Se glosasse na mesa ou desse um tema
Retratava o mundo em duas linhas
A dureza do bico das galinhas
E a tristeza do sono da jurema
Colocava doçura em seu poema
Ninguém sabe de onde minaria
Abstrato do mel na ventania
Que carrega da pinha do oitão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Se alguém perguntasse como vai?
Vou prestando resposta imediata!
Pra chegar não marcava nunca a data
Nem dizia o momento quando sai
Um herdeiro legitimo do seu pai
Zé Filó doador da teoria
Se quisesse viver da cantoria
Tinha sido do mundo assombração
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Em conduta foi mais do que perfeito
Na bondade ninguém lhe imitou
Na poesia chegou e ultrapassou
Os limites da linha do seu peito
Se qualquer ser humano tem defeito
Eu discordo, em Filó não existia
Foi exemplo do mundo onde vivia
E hoje é mestre em outra encarnação
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Vou prestando resposta imediata!
Pra chegar não marcava nunca a data
Nem dizia o momento quando sai
Um herdeiro legitimo do seu pai
Zé Filó doador da teoria
Se quisesse viver da cantoria
Tinha sido do mundo assombração
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Em conduta foi mais do que perfeito
Na bondade ninguém lhe imitou
Na poesia chegou e ultrapassou
Os limites da linha do seu peito
Se qualquer ser humano tem defeito
Eu discordo, em Filó não existia
Foi exemplo do mundo onde vivia
E hoje é mestre em outra encarnação
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
O carão assustado não dormiu
Nos espinhos da velha quixabeira
O canário amarelo de aroeira
Avistou o palanque e não subiu
Foi embora o poeta que o Brasil
Por ser grande demais não conhecia
Ta de luto o baião da cantoria
Multiplica a saudade de Cancão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
O semblante da paz foi estampado
No seu rosto coberto de verdade
Sempre quis demonstrar felicidade
Tudo quanto era bom queria mais
O carisma dos tempos de rapaz
Com um gesto bondoso transmitia
Fez travar o portão da ventania
E botou teto no vão da amplidão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Nos espinhos da velha quixabeira
O canário amarelo de aroeira
Avistou o palanque e não subiu
Foi embora o poeta que o Brasil
Por ser grande demais não conhecia
Ta de luto o baião da cantoria
Multiplica a saudade de Cancão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
O semblante da paz foi estampado
No seu rosto coberto de verdade
Sempre quis demonstrar felicidade
Tudo quanto era bom queria mais
O carisma dos tempos de rapaz
Com um gesto bondoso transmitia
Fez travar o portão da ventania
E botou teto no vão da amplidão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Decantou os segredos naturais
Com grandeza e total conhecimento
A feiúra que tem o papa vento
Na faxina da cerca dos currais
Vaga-lume que pisca nos quintais
Na neblina testando a bateria
A zabumba do canto de uma jia
Quando a noite escorresse o cacimbão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Não gostava de ocupar ninguém
Disfarçava da raiva absoluta
Nunca quis medir força sem disputa
Era simples, vivei só pelo bem
Sua fonte vertia do além
Extraída da vã filosofia
Quase não recitava o que fazia
Tinha medo de sua imensidão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Com grandeza e total conhecimento
A feiúra que tem o papa vento
Na faxina da cerca dos currais
Vaga-lume que pisca nos quintais
Na neblina testando a bateria
A zabumba do canto de uma jia
Quando a noite escorresse o cacimbão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Não gostava de ocupar ninguém
Disfarçava da raiva absoluta
Nunca quis medir força sem disputa
Era simples, vivei só pelo bem
Sua fonte vertia do além
Extraída da vã filosofia
Quase não recitava o que fazia
Tinha medo de sua imensidão
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Comparou o balanço da morena
Com o leque sutil da carnaúba
E o seu corpo macio igual a fuba
Revestido da pele que serena
Sutileza do faro da Hiena
E da onça que sai da gruta fria
Deita em cima das mãos quando anuncia
Que a pressa já vem na direção
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Se um amigo ele fosse visitar
Com certeza levava algum presente
Possuía afeição pelo parente
Do ausente vivia a se lembrar
Tinha um jeito modesto de tratar
Quem chegasse na sua companhia
Se uma frase ferisse não dizia
Para não magoar um coração
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Com o leque sutil da carnaúba
E o seu corpo macio igual a fuba
Revestido da pele que serena
Sutileza do faro da Hiena
E da onça que sai da gruta fria
Deita em cima das mãos quando anuncia
Que a pressa já vem na direção
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia.
Se um amigo ele fosse visitar
Com certeza levava algum presente
Possuía afeição pelo parente
Do ausente vivia a se lembrar
Tinha um jeito modesto de tratar
Quem chegasse na sua companhia
Se uma frase ferisse não dizia
Para não magoar um coração
Manoel atingiu a perfeição
Em conduta, bondade e poesia
Sempre Com Você
Estarei com você no sonho terno
No pesadelo estarei se for preciso
Estarei com você se for inferno
Estarei com você se paraíso.
Nas manhãs mais românticas de inferno
Estarei com você no seu sorriso
Mas se o pranto pra te servi de terno
O teu lenço será meu improviso
Se um dia, a caso em teu caminho
Tu sentires fome de carrinho
Minha pele será teu alimento
Se não tiver ninguém ao seu redor
E a caso pensares que estais só,
Estarei com você no pensamento.
(Paulo Rabêlo)
Sonho de Sabiá ( Cancão)
Voou pela vastidão
Mas por inexperiente
Caiu em um alçapão.
Depois de aprisionado
Ficou mais martirizado
Pensando no seu filhinho.
Implume sem alimento
Exposto a chuva e ao vento
Sem poder sair do ninho
Deram-lhe por seu abrigo
Uma pequena gaiola
Num casebre de um mendigo
Que só comia de esmola.
Só vivia cochilando
Com certeza imaginando
Sua liberdade santa.
Ia cantar não podia
Que a sua voz se perdia
Logo ao sair da garganta
Tornou-se a pena cinzenta
No rigor do seu castigo
Na saleta fumarenta
Da casa do tal mendigo.
Triste sempre arrepiado
Neste viver desolado
Ia um mês. vinha outro mês,
Assim completou um ano
Sentindo seu desengano
Nunca cantou uma vez.
Depois uma tarde inteira
O pobre do passarinho
Sonhou que ia à palmeira
Onde tinha feito o ninho.
Olhava em frente às campinas
Via por traz das colinas
A natureza sorrindo.
Ao sentir a liberdade
Pensou ser realidade
Sem saber cantou dormindo.
Depois sonhou que voltava
A terra dos braunais
Por onde sempre cantava
Junto aos outros sabiás.
Voava nas
ribanceiras
Pousava nas laranjeiras
Olhando o clarão do dia.
Voava através do monte
Voltava a beber na fonte
Que todas manhãs bebia.
No sonho via as favelas
Criadas nos carrascais
Voou baixo, pousou nelas,
Cantou os seus madrigais
Voltou, colheu os orvalhos,
Que gotejavam dos galhos
Dos frondosos
jiquiris.
Alegre abria a plumagem
Pra receber a bafagem
Das manhãs do seu país.
Foi a terra dos palmares
Atravessou toda flora
Voou por todos lugares
Que tinha voado outrora.
Passou pelos mangueirais
Entre outros sabiás
Cantou sonora canção.
O seu som melodioso
Estava mais pesaroso
Devido a sua emoção.
Viu a vinda do inverno
Nos quadrantes da paisagem
Ouviu o sussurro terno
Do bulício da folhagem.
Cantou todo arrebol
O brilho morno do sol
Morrendo nos altos cumes.
Sentia quando cantava
Que seu coração chorava
Com mais tristeza e queixumes.
Sonhou catando sementes
Num campo vasto e risonho
Se sentia tão contente
Que sonhou que fosse um sonho.
Olhava pra vastidão
Tocava em seu
coração
Um regozijo profundo
Todas delícias sentia
Às vezes lhe parecia
Vivendo fora do mundo.
Voou por entre os verdores
Atravessou as searas
Cantou pelos resplendores
Das manhãs frescas e claras.
Passou pelo campo vago
Bebeu das águas do lago
Posou sobre os arvoredos.
Entrou pelo bosque escuro
Aí sonhou um futuro
Tão triste que teve medo.
Depois sonhou
que estava
Trancado em uma gaiola
Ouvindo alguém que cantava
Na porta pedindo esmola.
Ao despertar de momento
Reparou seu aposento
Ouviu falar o mendigo.
Fechou os olhos pensando
Sentiu seu íntimo chorando
No rigor do seu castigo.
Ainda em vão procurava
Sair daquela prisão
Seu olhar denunciava
Piedade e compaixão.
Ao pensar na liberdade
A mais pungente saudade
Devorava o peito seu
Assim o cantor da mata
Ferido da sorte ingrata
No outro dia morreu.
Uma cortesia do amigo: Josa Rabêlo
FILME DA SEMANA
"Prova de Fogo"
Sinopse
No trabalho, o
bombeiro Caleb Holt (Cameron) é um profissional que cumpre com todas as
regras, sendo que uma delas é nunca deixar um companheiro para trás
numa situação de perigo. Já em sua casa, ao lado da esposa Catherine
(Bethea), as coisa são bem diferentes. Sempre ausente, depois de sete
anos de união o casamento está chegando ao fim e eles estão decididos a
se divorciar. Mas o pai de Caleb pede que ele inicie uma experiência de
40 dias a qual denomina “The Love Dare” (dia do desafio) na tentativa de salvar o casamento.
Impressões
É um filme
impressionante sobre relacionamento entre o casal, mostra à necessidade
de tolerância, atenção, amizade, dedicação, paciência. Recomendo para
todos os casais, os que não tem problemas de relacionamento, ou
distanciamento do parceiro (a), ou para os que têm refletir sobre a
importância do Casamento.
Assisti a
primeira vez quando ainda namorava, mas já o elegi como meu filme
predileto, sempre estarei revendo para não esquecer os ensinamentos.
Como todo filme de romance me sensibilizei, chorei e fiquei muito feliz
com final, é claro. Fora os ensinamentos que me marcaram.
Então pessoal, quem tá namorando, casada (o), Noivas (os), união estável.
VALE A PENA ASSISTIR e REFLETIR SOBRE SUAS ATITUDES EM SEU RELACIONAMENTO.
VALE A PENA ASSISTIR e REFLETIR SOBRE SUAS ATITUDES EM SEU RELACIONAMENTO.
RECEITA DA SEMANA
Carne Seca Acebolada
Ingredientes:
1kg de carne seca em cubinhos
3 xícaras de chá de água
3 cebolas grandes fatiadas
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de manteiga
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
salsa picada a gosto
Preparo:
- Vamos lá: em um recipiente despeje a carne e deixe de molho em água, na geladeira, por mais ou menos 12 horas trocando a água pelo menos umas 3 vezes.
Depois escorra a carne e coloque numa panela de pressão. Cubra com a água e leve ao fogo médio, cozinhe por 20 vinte minutos, após o vapor começar a sair.
Depois desligue, tire a pressão, abra a panela, escorra e reserve.
Numa frigideira, refogue a cebola em fogo baixo com óleo e manteiga por 10 minutos ou até dourar.
Adicione os cubinhos de carne e refogue por mais 3 minutos.
Transfira a carne refogada para uma travessa, e adicione a salsa picada.
1kg de carne seca em cubinhos
3 xícaras de chá de água
3 cebolas grandes fatiadas
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de manteiga
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
salsa picada a gosto
Preparo:
- Vamos lá: em um recipiente despeje a carne e deixe de molho em água, na geladeira, por mais ou menos 12 horas trocando a água pelo menos umas 3 vezes.
Depois escorra a carne e coloque numa panela de pressão. Cubra com a água e leve ao fogo médio, cozinhe por 20 vinte minutos, após o vapor começar a sair.
Depois desligue, tire a pressão, abra a panela, escorra e reserve.
Numa frigideira, refogue a cebola em fogo baixo com óleo e manteiga por 10 minutos ou até dourar.
Adicione os cubinhos de carne e refogue por mais 3 minutos.
Transfira a carne refogada para uma travessa, e adicione a salsa picada.
sábado, 21 de julho de 2012
DOIS POETAS POETIFISOFANDO...
sexta-feira, 20 de julho de 2012
POETA SONETEANDO E POETIZANDO!!!!
Distantes
Não nos vemos direto, infelizmente,
Nosso amor já nasceu vendo a estrada...
Mas por um telefone a gente sente
Que a distância não muda quase nada.
Nós choramos, sorrimos facilmente...
Nesse amor nunca dá linha cruzada...
E fazemos poemas, de repente
Ou cantamos por toda a madrugada.
Muitas vezes compomos melodias
E entre assuntos, canções e poesias
A saudade da gente se mascara.
Se a distância esse amor nunca esmorece,
Por aí você tira o que acontece
Quando a gente se encontra cara a cara.
Vinícius Gregório
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”
Não mediste a dor da cena
De me deixar desse jeito...
A dor que sinto em meu peito
A qualquer um causa pena.
Tal qual uma madalena...
Trocaste-me num piscar.
Sem ninguém pra me escutar
Eu reclamo ao vão celeste:
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”
Se era pra tirar depois,
Melhor, antes não ter dado
Teu amor falsificado
Que me iludiu por nós dois.
Numa plantação de arroz,
O Pardal pode empestar.
No plantio do meu pensar,
A saudade é que é a peste...
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”
Se é grande a dor da saudade,
Pro poeta ela é maior...
Eu quis tê-la ao meu redor,
Mas foi só minha a vontade.
Apesar da pouca idade,
Envelheci de penar.
Esse amor é como um mar
Que eu “tô” nadando sem leste...
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”
Melhor que eu tivesse vindo...
Desprovido de ilusão,
Pra que as dores da paixão
Eu não tivesse sentindo.
Era melhor “tá” vestindo
O “véu” do “vagabundar”,
Não me envolver, nem me dar...
Mas é o amor quem me veste.
“Justo céu, por que me deste
Um peito capaz de amar?”
Vinícius Gregório
Saudade é sentir um nó
Apertando o seu juízo.
Solidão puxa de um lado
(De um modo muito preciso)
E a lembrança noutra ponta,
Deixando a cabeça tonta,
Cortando a força do riso!
Vinícius Gregório
domingo, 15 de julho de 2012
POETAS DA SEMANA

OLHOU, LIGOU!
SUA MÁSCARA CAIU NO MESMO DIA
QUE VOCÊ LEVATOUS-SE CONTRA MIM
PORQUE TUDO QUE É FALSO CHEGA AO FIM
POIS, NINGUÉM VIVE SÓ DE FANTASIA
A MENTIRA TAMBÉM TEM BATERIA
MAS TEM HORA QUE ACABA A “SOLUÇÃO”
E UM AMOR QUE SÓ VAI “NO EMPURRÃO”
VIRA UM CASO SEM SOLUÇÃO TAMBÉM
NUM AMOR VERDADEIRO OS OLHOS TÊM
O PODER DE LIGAR O CORAÇÃO!
ZÉ ADALBERTO
SUA MÁSCARA CAIU NO MESMO DIA
QUE VOCÊ LEVATOUS-SE CONTRA MIM
PORQUE TUDO QUE É FALSO CHEGA AO FIM
O batente de pau do casarão!

A saudade é uma flexa
Que invade o meu peito
Machucando de verdade
Este coração sem jeito
Que amou pela metade
Fez do amor vaidade
Saudade é seu efeito.
Clemilda Gonçalves
-
Pedro Fernandes
.
.
Há horas que não aceito
Por meu peito ser assim,
Sentir saudade daquela
Que foi pra longe de mim,
Se a lembrança dela aperta
Aí de novo desperta
Essa saudade sem fim !!
-
Cinco horas da tarde mãe fervia
Um café lá no nosso casarão
Aromático o café “morto” em pilão
Visitava os dez vãos da moradia.
Mesa posta, família e alegria
Mãe servia o café com brevidade,
Foi-se tempo e esse cheiro ainda invade
Feito nódoa do tempo que não sai
Cai a tarde, o sol desce, o dia vai
Nasce a noite no colo da saudade.
Lima Júnior
-
DEUS PINTA COM POESIA,
A HORA DO SOL SE POR.
UM SERTANEJO SUADO
COM O CORPO CHEIO DE GRUDE
VAI SE BANHAR NUM AÇUDE
DEPOIS DA LUTA DO GADO.
UM PASSARINHO INSPIRADO,
ENCHE O PEITO,IGUAL TENOR,
E O SOL APAGANDO A COR
DA CLARIDADE DO DIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
DISTANTE SE ESCUTA O CANTO
TRISTONHO DE UMA ACAUÃ
E UM BANDO DE ARRIBAÇÃ,
DEIXA O CÉU COM MAIS ENCANTO.
SEIS HORAS ME SENTO E JANTO
AO SOM DE UM RÁDIO MOTOR.
E NESTA HORA O LOCUTOR
SOLTA UMA AVE MARIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
SEIS E MEIA UMA GALINHA
SAI CISCANDO DO TERREIRO,
VOANDO PARA O POLEIRO
E NUM GALHO DE PAU SE ANINHA,
VEM SE UM CHEIRO DA COZINHA
DE UM CAFÉ NO COADOR,
E ACOMPANHANDO O SABOR
BOLO DE MILHO EM FATIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
QUANDO A TARDE VAI CHEGANDO
A PRAIA COMO UM ESPELHO
REFLETE UM SOL BEM VERMELHO
NA ÁGUA DO MAR CHIANDO.
PARECE ATÉ DEUS SOPRANDO
DA PRAIA AQUELE CALOR
SOBE DA ÁGUA UM VAPOR
NA HORA QUE AREIA ESFRIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
GLOSAS:JÚNIOR ADELINO
MOTE:FELIPE PEREIRA
Pedro Fernandes
.
..
Se a querida deixou sua morada
Depois de uma briga irrelevante,
O remorso traz cheiro da amante
E a vontade de vê-la é aguçada,
Na cortina do machismo é ocultada
O seu íntimo alterna guerra e paz,
Busca calma num copo de São Brás
Na gangorra da dúvida há recaída
Não misture saudade com bebida
Que quem bebe roendo vai atrás.
Mote: Hitalo Patriota
Glosa: Pedro Fernandes

QUANDO UM PINGO DE CHUVA MOLHA O CHÃO
ENCHE D’ÁGUA O OLHAR DO SERTANEJO.
Vejo um pé de umbuzeiro amarelado
um sinal que esse ano a chuva é pouca
ouço um “papa-lagartas” de voz rouca
com seu canto, agourar o chão molhado
o rebanho sem água ameaçado
esperado um trovão dar seu gracejo
a cacimba abastece o lugarejo
escavada na foz do ribeirão
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
o saber das antigas gerações
procuravam sinais de trovoada
doze pedras de sal enfileiradas
no natal eram forte as emoções
São José padroeiro dos sertões
risca o céu faz surgir um relampejo
o roncar do trovão, parece um beijo
faz brotar nesse solo amor e pão
Quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
Vendo a chuva o matuto se anima
se esquece dos traumas da estiagem
lindo verde que brota das folhagens
mostra a nossa batalha contra o clima
só nos resta ter fé no lá de cima
esperar uma nuvem dar despejo
os suaves respingos num gotejo
e o caboclo transborda de emoção
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
No roçado a lavoura enverdecida
enche a vista do nobre camponês
a mulher tira o leite de uma rês
um guri leva o gado pra bebida
a formiga de asa faz subida
uma abelha da flor tira o sobejo
a cigarra assopra um realejo
como quem faz da vida uma canção
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
O açude sangrando atrás de casa
uma cabra parindo num chiqueiro
um cachorro latindo num terreiro
hoje o sol já não queima como brasa
asa branca risonha bate asas
outra coisa da vida, eu não almejo
contemplando a beleza do que vejo
ergo os braços ao céu, faço oração
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
-Henrique Brandão-
Que invade o meu peito
Machucando de verdade
Este coração sem jeito
Que amou pela metade
Fez do amor vaidade
Saudade é seu efeito.
Clemilda Gonçalves
- Pedro Fernandes.
.
Há horas que não aceito
Por meu peito ser assim,
Sentir saudade daquela
Que foi pra longe de mim,
Se a lembrança dela aperta
Aí de novo desperta
Essa saudade sem fim !!
- Cinco horas da tarde mãe fervia
Um café lá no nosso casarão
Aromático o café “morto” em pilão
Visitava os dez vãos da moradia.
Mesa posta, família e alegria
Mãe servia o café com brevidade,
Foi-se tempo e esse cheiro ainda invade
Feito nódoa do tempo que não sai
Cai a tarde, o sol desce, o dia vai
Nasce a noite no colo da saudade.
Lima Júnior- DEUS PINTA COM POESIA,
A HORA DO SOL SE POR.
UM SERTANEJO SUADO
COM O CORPO CHEIO DE GRUDE
VAI SE BANHAR NUM AÇUDE
DEPOIS DA LUTA DO GADO.
UM PASSARINHO INSPIRADO,
ENCHE O PEITO,IGUAL TENOR,
E O SOL APAGANDO A COR
DA CLARIDADE DO DIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
DISTANTE SE ESCUTA O CANTO
TRISTONHO DE UMA ACAUÃ
E UM BANDO DE ARRIBAÇÃ,
DEIXA O CÉU COM MAIS ENCANTO.
SEIS HORAS ME SENTO E JANTO
AO SOM DE UM RÁDIO MOTOR.
E NESTA HORA O LOCUTOR
SOLTA UMA AVE MARIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
SEIS E MEIA UMA GALINHA
SAI CISCANDO DO TERREIRO,
VOANDO PARA O POLEIRO
E NUM GALHO DE PAU SE ANINHA,
VEM SE UM CHEIRO DA COZINHA
DE UM CAFÉ NO COADOR,
E ACOMPANHANDO O SABOR
BOLO DE MILHO EM FATIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
QUANDO A TARDE VAI CHEGANDO
A PRAIA COMO UM ESPELHO
REFLETE UM SOL BEM VERMELHO
NA ÁGUA DO MAR CHIANDO.
PARECE ATÉ DEUS SOPRANDO
DA PRAIA AQUELE CALOR
SOBE DA ÁGUA UM VAPOR
NA HORA QUE AREIA ESFRIA.
DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR.
GLOSAS:JÚNIOR ADELINO
MOTE:FELIPE PEREIRAPedro Fernandes
.
..
Se a querida deixou sua morada
Depois de uma briga irrelevante,
O remorso traz cheiro da amante
E a vontade de vê-la é aguçada,
Na cortina do machismo é ocultada
O seu íntimo alterna guerra e paz,
Busca calma num copo de São Brás
Na gangorra da dúvida há recaída
Não misture saudade com bebida
Que quem bebe roendo vai atrás.
Mote: Hitalo Patriota
Glosa: Pedro Fernandes
QUANDO UM PINGO DE CHUVA MOLHA O CHÃO
ENCHE D’ÁGUA O OLHAR DO SERTANEJO.
Vejo um pé de umbuzeiro amarelado
um sinal que esse ano a chuva é pouca
ouço um “papa-lagartas” de voz rouca
com seu canto, agourar o chão molhado
o rebanho sem água ameaçado
esperado um trovão dar seu gracejo
a cacimba abastece o lugarejo
escavada na foz do ribeirão
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
o saber das antigas gerações
procuravam sinais de trovoada
doze pedras de sal enfileiradas
no natal eram forte as emoções
São José padroeiro dos sertões
risca o céu faz surgir um relampejo
o roncar do trovão, parece um beijo
faz brotar nesse solo amor e pão
Quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
Vendo a chuva o matuto se anima
se esquece dos traumas da estiagem
lindo verde que brota das folhagens
mostra a nossa batalha contra o clima
só nos resta ter fé no lá de cima
esperar uma nuvem dar despejo
os suaves respingos num gotejo
e o caboclo transborda de emoção
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
No roçado a lavoura enverdecida
enche a vista do nobre camponês
a mulher tira o leite de uma rês
um guri leva o gado pra bebida
a formiga de asa faz subida
uma abelha da flor tira o sobejo
a cigarra assopra um realejo
como quem faz da vida uma canção
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
O açude sangrando atrás de casa
uma cabra parindo num chiqueiro
um cachorro latindo num terreiro
hoje o sol já não queima como brasa
asa branca risonha bate asas
outra coisa da vida, eu não almejo
contemplando a beleza do que vejo
ergo os braços ao céu, faço oração
quando um pingo de chuva molha o chão
enche d’água o olhar do sertanejo.
-Henrique Brandão-
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Pois poeta, se decida,
Que a lei da vida é assim:
Tanto vale pra você,
Quanto valerá pra mim,
Quem não decide o que quer,
Fica sem nada no fim.
Um xero no coração.